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Braga

Juiz manda prender homem que assaltava gasolineiras de faca em Braga

Crime

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ameaçou uma funcionária do estabelecimento da Galp na Avenida João Paulo II deixando-a em estado de choque. Levou vários talões de ‘PlaySafeCard’, no valor total de 500 euros, alguns trocos e maços de tabaco e fugiu. Pouco passava das 13:00 horas quando Cristiano ‘Branquinho’ voltou a fazer das suas.


O conhecido meliante de Braga, que recentemente tinha sido presente a tribunal por ter furtado uma máquina fotográfica e um telemóvel a uma mulher com quem tinha combinado um negócio na zona Este de Braga, voltou a assaltar.

Os elementos da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Braga já sabiam que poderia ser ele, quando visionaram as imagens do assalto, Depressa se colocaram no encalço e detiveram o homem de 38 anos, fora de flagrante delito, conforme noticiou O MINHO esta manhã, em primeira mão.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

E não havia dúvidas, foi mesmo ele o autor daquele assalto. Já a 16 de agosto, Branquinho também foi o responsável por outro assalto a uma gasolineira, desta vez na BP da Avenida Padre Júlio Fragata.

Os elementos policiais apreenderam ao suspeito os produtos que este terá roubado nas gasolineiras, assim como o vestuário utilizado e uma bicicleta, que utilizaria para se deslocar para praticar os crimes.

Quem é Branquinho, o homicida que tentou matar os pais e foi posto em liberdade

Presente este sábado ao procurador de turno no departamento de investigação e ação penal do Tribunal de Braga, ficou com a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.

Condenado por matar homem deficiente na Póvoa de Lanhoso

O historial de crime de Cristiano Ferreira, alcunha Branquinho, agora com 38 anos, começou a escrever-se na véspera da passagem de ano de 2004. Nessa madrugada, em conjunto com outros três amigos, urdiu um plano para assaltar e matar Domingos Mingot0, um homem com perturbações mentais conhecido por exibir notas de 500 euros na via pública, na Póvoa de Lanhoso. Um dos amigos conduzia o carro, enquanto outro ficou no banco de trás. Cristiano e outro amigo ficaram escondidos na mala do carro.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao avistarem a vítima, que habitualmente transportava largas quantias de dinheiro dentro de um saco de plástico, ofereceram-lhe boleia. O homem pouco tempo esteve com vida dentro do carro, acabando por ser assassinado com dois tiros na cabeça, disparados pelo jovem que seguia no banco de trás. Na altura, Branquinho tinha 23 anos. Apesar de não ter sido o autor dos disparos, foi condenado em 2006 a 14 anos e meio de prisão por homicídio, tendo cumprido parte da pena. Foi libertado em meados de 2017.

Acusado de tentar queimar os pais vivos em casa

Saído da cadeia e transtornado por os pais não lhe alimentarem o vício da heroína, na madrugada de 26 de setembro de 2017 resolveu regar o quarto destes com álcool etílico, enquanto dormiam, iniciando depois um incêndio. Para que os pais não escapassem com vida, ficou a segurar a porta, impedindo as tentativas do pai para sair do quarto. O progenitor acabou por chamar a GNR, fazendo com que Cristiano se colocasse em fuga, mas não evitou que a mulher sofresse ferimentos graves nos pés.

Depois do crime, foi ter com a namorada, roubando-lhe 150 euros da carteira. Fugiu para Itália, onde permaneceu dez dias, mas entrou em contacto com a mãe, dizendo-lhe que ia matar o pai a tiro caso não lhe depositassem 5.000 euros na conta bancária. Acabou por ser detido por inspetores da Polícia Judiciária mal regressou a Portugal, ficando em prisão preventiva na cadeia de Paços de Ferreira, enquanto aguardou julgamento.

Pais resolveram não testemunhar

Em 2018, foi a tribunal responder por este crime. No entanto, os pais decidiram não contar os factos que já haviam relatado anteriormente, tanto à Polícia Judiciária e aos magistrados do Ministério Público, como a órgãos de comunicação social. O cadastrado acabou por ser absolvido do crime e libertado, uma vez que, sem o testemunho das vítimas, não foi possível provar que foi ele o autor do incêndio. Safou-se, assim, a uma nova pena de duas tentativas de homicídio, mesmo tendo admitido à polícia que o fez. Alegou estar a “ressacar” e que “não sabia o que dizia” aquando do primeiro inquérito judicial. Seguiu em liberdade mas voltou a ameaçar os pais de morte, em 2019, o que lhe valeu condenação com pulseira eletrónica e proibição de se aproximar da casa dos progenitores.

Assalto na zona Este de Braga

Esta quarta-feira acabou por ser apanhado pela GNR depois de um assalto. Estabeleceu contacto com uma mulher e combinou um encontro num local isolado daquela freguesia da zona Este de Braga para efetuar uma venda de um telemóvel. A mulher foi fazer o negócio mas acabou por ser ameaçada com uma réplica de revólver, uma arma falsa, entregando-lhe o telemóvel e uma máquina fotográfica que possuía numa carteira, totalizando cerca de 600 euros em material que lhe foi furtado.

Restituído à liberdade

Por já ser cadastrado e suspeito de assaltos na região, militares da GNR depressa perceberam de quem se tratava, após denúncia da vítima, detendo o homem naquela freguesia. Passou a noite nos calabouços para na manhã seguinte ir ao Tribunal de Guimarães, onde lhe seriam decretadas as medidas de coação. Para espanto das autoridades policiais, Cristiano foi restituído à liberdade.

Finalmente em preventiva

“Finalmente”, dizem alguns agentes e militares das forças de segurança, sob anonimato, a O MINHO. Habitualmente libertado pelos juizes enquanto aguarda julgamento, até porque já pagou anteriormente uma pena pesada por um crime no qual se viu envolvido, desta vez ‘Branquinho’ fica na cadeia até aos diferentes julgamentos que o esperam nos próximos tempos.

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Braga

Violento despiste contra árvore e poste de iluminação faz três feridos em Braga

Ferreiros

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O despiste de um automóvel durante esta madrugada de sábado, na Rua Cidade do Porto, em Ferreiros, Braga, provocou três feridos.

O condutor, de 40 anos, perdeu o controle do Nissan GTR, que embateu numa árvore e num poste de iluminação e se imobilizou na faixa e sentido contrários, ao colidir com uma viatura estacionada.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

As duas ocupantes, de 38 e 51 anos, de nacionalidade brasileira, também ficaram feridas.

Foi necessário desencarcerar o condutor.

Os três feridos foram transportados para o Hospital de Braga com ferimentos ligeiros.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Os Bombeiros Sapadores de Braga, com dez operacionais e três viaturas, o INEM e a VMER de Braga prestaram socorro.

A PSP registou a ocorrência.

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Braga

Banhos suspensos nas piscinas de Braga

Covid-19

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Foto: DR

Os banhos nas piscinas de Maximinos, Rodovia e Tebosa, em Braga, estarão suspensos a partir da próxima segunda-feira, devido ao agravamento da situação epidemiológica, anunciou hoje o município.

Nesse sentido, acrescenta, os balneários deverão apenas ser utilizados em formato vestiário, para todas as entidades sem exceção.

A medida prende-se ainda com a “dificuldade crescente” em gerir os períodos de utilização dos balneários das piscinas municipais entre grupos utilizadores, “que implicitamente aumentam o grau de risco de contágio”.

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Braga

Praticaram oito roubos na cidade de Braga e deixaram uma vítima nua

Crime

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

São três e praticaram oito assaltos e roubos a pessoas e lojas em Braga. Nuno, de 31 anos, Fernando, de 23, e Fernando Pereira, de 35, todos de Braga e presos preventivamente, vão ser julgados no Tribunal Judicial por roubo e furto, na forma qualificada.

O primeiro roubo ocorreu a 20 de julho de 2019, junto a uma caixa multibanco em São Frutuoso, nos arredores da cidade.

Nuno e Fernando viram uma mulher, Ana Catarina, a fazer operações na caixa ATM e decidiram abordá-la. Fernando ficou no carro, para preparar a fuga, enquanto o Nuno abordou-a pelas costas, agarrando-a pela cintura: “levanta mais!”, intimou, tendo pegado nos 50 euros que tinha na mão, arrancando-os.

No dia seguinte – escreve a acusação do Ministério Público (MP) – os mesmos dois arguidos foram ao minimercado Amoreiras, na Rua Dr. Francisco de Noronha.

O procedimento foi igual: Fernando ficou na viatura e Nuno entrou, dirigindo-se à proprietária, Maria de Fátima que estava perto da caixa registadora: “não tenha medo. Não se assuste”, disse-lhe, agarrando-a pelo pescoço e por um braço, quando Fátima tentou reagir. Ainda assim, ela gritou por socorro e o marido apareceu, o que levou o assaltante a sair a correr, fugindo.

Vítima ficou nua

Nesse dia, na Rua da Fábrica, à noite, os dois criminosos, dirigiram-se a um transeunte, Ricardo Ramalho, e ameaçaram-no com um xis-ato aberto.

Agarraram-no e roubaram-lhe um telemóvel da marca Iphone, que valia 700 euros, um outro telemóvel, avaliado em 370, 40 euros em dinheiro e um maço de tabaco.

De seguida, na mesma rua, assaltaram um carro levando os documentos e outros objetos, tudo avaliado em 80 euros.

Nessa altura, os gatunos notaram que a vítima anterior, Ricardo, os seguia ao longe. Foram atrás dele, deram-lhe três bofetadas e levaram-no a uma casa de banho pública onde o despiram, deixando-o nu.

Pouco depois, introduziram-se num táxi da firma Jolece, Lda, de onde retiraram um tablet, um telemóvel, uma impressora portátil e uma nota de dez euros. Produto do furto: 1.520 euros.

A 21 de novembro, Nuno acercou-se de uma mulher, Cláudia Macedo, e arrancou-lhe a carteira com um esticão. Ficou com 20 euros, e objetos que estavam numa bolsa.

Nessa noite, pelas 02:50, Fernando e Nuno foram para junto do Hotel Burgos, na Rua D. Afonso Henriques. Fernando dirigiu-se ao rececionista e pediu-lhe dinheiro porque precisava de chamar um táxi. Levou uma nega, mas aproveitou para ver se haveria algo fácil de roubar.

Voltou a entrar, encapuzado e gritou: “isto é um assalto, não queiras problemas”. Levou dois telemóveis, uma bolsa e dez euros, tudo no valor de 600 euros.

“Queres morrer”?

Um mês depois, em dezembro, Nuno entrou no Cabeleireiro Hasbel, na Rua Fotógrafo Arcelino e gritou, dirigindo-se à proprietária: “isto é um assalto. O dinheiro todo já”.

A vítima tentou fugir, saindo, mas ele agarrou-a, puxou-a para dentro, encostou-lhe uma faca ao pescoço e perguntou: “Queres morrer?”. Ato contínuo, roubou-lhe 500 euros e dois telemóveis, obtendo assim 1.800 euros.

O MP acusou Nuno Miguel Loureiro de sete crimes de roubo e furto qualificado, Fernando Costa de três de roubo qualificado e dois de furto e Fernando Pereira de um crime de roubo.

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