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Região

Combustíveis: 29 postos de emergência nos distritos de Braga e Viana do Castelo – lista

Rede Estratégica de Postos de Abastecimento

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Foto: DR/Arquivo

O Governo divulgou na noite desta quarta-feira a lista dos 310 postos de emergência abertos ao público num cenário de crise extrema. No Minho, no total, são 22 no distrito de Braga e sete no distrito de Viana do Castelo.

O abastecimento estará limitado a 15 litros de gasolina ou de gasóleo por veículo, segundo o Ministério do Ambiente.

Lista divulgada pelo Governo

Distrito de Braga

Braga: BP RUA S. MARTINHO, S/N – POSTO BP (Dume)

Braga: REPSOL Av. Frei Bartolomeu dos Mártires (Circular/ Piscinas)

Braga: PRIO Variante do Fojo – Este (São Pedro) – Avenida General Carrilho Pinto

Guimarães: JUMBO Rua 25 de Abril, 999 Silvares

Guimarães: INTERMARCHÉ RUA DA EIRA 85 Mesão Frio

Guimarães: INTERMARCHÉ Rua Pinheiro Manso nº 443 / lote 10

Guimarães: INTERMARCHÉ Rua Comandante Carvalho Crato (EN 101)

Barcelos: REPSOLAv. João Duarte – Arcozelo

Barcelos: PRIO Rua Frei Pedro de Perelhal, 856

Famalicão: ESSO RUA DA PORTELA Nº 86

Famalicão: CEPSA Variante Braga/V.N.Famalicão- Quinta de Madredeus – Lado Poente

Famalicão: JUMBO EN 206 Av.do Brasil lote, nº2

Famalicão: GENÉRICO AV.JOÃO XXI

Famalicão: LECLERC RUA DE TALVAI S/N

Famalicão: REPSOL Av. Engº. Pinheiro Braga, 1392

Fafe: LECLERC Rua Cidade de Guimarães

Vila Verde: REPSOL Avenida da Liberdade, Nº175

Vila Verde: INTERMARCHÉ LUGAR DO SOUTO

Cabeceiras de Basto: GALP Boavista – Refojos de Basto

Esposende: GALP Lugar de Campos de Alhos-Gandra

Vizela: ILÍDIO MOTA Rua Comendador João Pereira Magalhães nº910

Distrito de Viana do Castelo

Viana do Castelo: REPSOL; Av. Capitão Gaspar Castro

Viana do Castelo: LECLERC; Lugar de Santoinho – Quinta de São Brás

Ponte de Lima: REPSOL; S.Gonçalo, Arcozelo

Arcos de Valdevez: REPSOL; EN 101 – Silzares – Vila Fonche

Caminha: INTERMARCHÉ; Poço Linho – EN13 – Vila Praia de Âncora

Monção: GALP; EN 101 – Km 19,600 – Lugar da Estrada

Melgaço: INTERMARCHÉ; Lugar de Galvão – Vila

Estes 310 postos beneficiam de prioridade de abastecimento face aos restantes postos, devendo, para o efeito, promover-se o destacamento das forças de segurança necessárias para assegurar o seu abastecimento.

Combustível será racionado e cada veículo só tem direito a 15 litros

As entidades prioritárias são as Forças Armadas, as forças de segurança e os agentes de proteção civil, os serviços de emergência médica e transporte de medicamentos, as entidades públicas ou privadas que prestam serviços públicos, designadamente transporte coletivo de passageiros, recolha de resíduos urbana e limpeza urbana, serviços de água, energia e telecomunicações, bem como entidades que asseguram o transporte de pessoas portadoras de deficiência.

A greve dos motoristas de matérias perigosas, que começou às 00:00 de segunda-feira, foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), por tempo indeterminado, para reivindicar o reconhecimento da categoria profissional específica, tendo causado rutura da oferta de combustíveis em todo o país.

 

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Famalicão

Trinta e nove finalistas vão ‘lutar’ para vencer o Festival de Vídeo Ecológico de Famalicão

Cerca de 500 projetos de 19 países concorreram ao festival

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Foto: CM Famalicão

Participantes dos quatro cantos do mundo do Burundi à Índia, do Brasil à Colômbia, da França à Irlanda, submeteram 500 trabalhos à edição deste ano do Bgreen – Festival de Vídeo Ecológico, cuja grande final decorrerá no dia 07 de junho, em Vila Nova de Famalicão.

O júri terá que apreciar os 39 finalistas para depois escolher os vencedores.

“Grande Prémio Bgreen”, “Bgreen Júnior” “Menção Honrosa”, “Melhor Making-Of”, “Prémio do Público” e “Prémio Alphonse Luisier” são as seis categorias a concurso. Os vencedores serão revelados numa gala de entrada livre que terá lugar no auditório do Parque da Devesa, pelas 21:30.

O festival, promovido pela Escola Profissional Oficina, nesta sua nona edição contou com projetos oriundos de 16 países.

“Blue Home” foi o tema escolhido para a edição deste ano do Bgreen.

Originalidade, inovação, impacto social e ambiental foram alguns dos critérios tidos em conta pelo júri do concurso na pré-seleção dos trabalhos.

Segundo nota municipal, “sensibilizar os jovens estudantes do ensino básico e secundário, com idades compreendidas entre os 13 e os 21 anos, para as questões ambientais é o principal objetivo do Bgreen, que se realiza alternadamente no concelho famalicense e no concelho de Santo Tirso”.

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Braga

Câmara de Braga contesta providência cautelar contra venda da Confiança alegando com a degradação do edifício

Providência cautelar impediu a realização da hasta pública no início do mês de maio que tinha como preço-base o de 3,87 milhões de euros

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O Município de Braga contestou a providência cautelar interposta pelo Ministério Público do Tribunal Administrativo e Fiscal contra a venda da antiga fábrica Confiança.

Segundo a argumentação do advogado do Município a que O MINHO teve acesso é referido que “se por hipótese a providência vier a ser decretada, o imóvel ficará no estado em que está, sendo inevitável a sua degradação, como tem acontecido nos últimos anos, e não obstante os esforços do Município”.

Foto: Sérgio Freitas / CM Braga (2014)

Recorde-se que uma providência cautelar impediu a realização da hasta pública no início do mês de maio que tinha como preço-base o de 3,87 milhões de euros. A contestação à alienação partiu da Plataforma Salvar a Confiança para quem o prédio deve permanecer municipal.

Paulo Viana sustenta que “esta degradação já evoluiu para patamar mais grave, pois foram detetados focos de criminalidade no espaço, devoluto e amplo, não se conseguindo acudir a este tipo de situação. Do ponto de vista do Município, a opção política que tomou para a preservação do edifício é esta”, frisando que “a Câmara nem pode  ser forçada, por decisão popular ou judicial, a investir no imóvel em  causa”.

Ora, para o jurista, a alienação do imóvel que tem garantida a sua preservação responde a dois objectivos: “preservar a “fábrica Confiança” e “executar diversos projetos com as verbas provenientes da alienação do imóvel” já que o município espera angariar quatro milhões de euros.

Sem dinheiro

A argumentação de Paulo Viana vai mais longe lembrando que a autarquia “não dispõe de verbas próprias para implementar qualquer operação urbanística no imóvel em questão, nem de fundos comunitários para o efeito”.

Por isso, a suspensão da hasta público impede a concretização destes dois objectivos remetendo o imóvel para o abandono “por via de uma ação administrativa que, considerando recursos, nunca demorará menos do que cinco anos a ser decidida”.

Foto: DR

Paulo Viana também não deixa de criticar a postura do Ministério Público neste processo ao escrever: ”este é um dos pontos mais marcantes da utopia que a presente lide representa: é que não se pode obrigar/forçar a autarquia a investir recursos no imóvel, nem esta pode gastar o que não tem”.

Decreto de lei de 1932

Há outro dado que a defesa da Câmara não deixa de sublinhar. O decreto de lei invocado pelo Ministério Público é de 1932. “A interpretação de que não pode alienar o seu  património, mesmo que em processo de classificação, viola o princípio da autonomia das autarquias locais”.

E volta a mandar umas ‘farpas’ ao Ministério Público. É que invocar a ilegalidade da venda feita com base num decreto de 1932 “faria todo o sentido se estivéssemos em data anterior a 25 de Abril de 1974, mas não  estamos”.

“O Decreto de 1932 foi criado num período em que, sob a vigência do Código Administrativo de 1896, não existiam autarquias locais, mas antes corpos administrativos dependentes do Governo, que atuavam como órgãos locais da administração geral e comum do Estado”, salienta o jurista.

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Braga

INL desenvolve “cavalo de Tróia” contra vespas asiáticas

Desenvolvimento vai entrar na última fase em junho

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Foto: DR/Arquivo

Cientistas do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga, desenvolveram uma nova armadilha contra as vespas asiáticas, em forma de cápsula, que irá entrar na última fase de desenvolvimento entre junho e setembro.

A armadilha será um “petisco” que as vespas vão confundir com o tórax de abelhas, que deverão ser levadas para os ninhos, onde será libertada um biocida para matar os animais. Por este motivo, as pequenas cápsula são descritas como um “cavalo de Tróia”.

A última fase de projeto Arma4Vespa vai decorrer numa zona aberta, mas controlada num local da Apicave em Braga. O INL começou a desenvolver a armadilha depois de ser desafiado em 2016.

“O desafio foi lançado para termos algo que pudesse ser selectivo e destruísse os ninhos da vespa-asiática de forma não convencional”, disse, ao Público, Miguel Cerqueira, engenheiro biológico do INL.

“As formas convencionais estão relacionadas com a identificação de ninhos, a sua recolha e muitas vezes com o uso de insecticidas ou pesticidas. Há ainda quem os destrua através de fogo.”

As cápsulas esféricas com cerca de quatro milímetros são compostas por polissacarídeos, bem como proteínas animais (com fígado de bovino ou carne de aves) e aromas (como óleo de camélia), que atraem a vespa asiática.

A vespa asiática gosta de apanhar abelhas, cortar-lhes as pernas, asas e cabeça e leva o tórax para o ninho. A armadilha imita justamente esta parte do corpo do inseto e tem um biocida (um insecticida, pesticida ou um microorganismo de combate biológico).

“Como normalmente as temperaturas no ninho são mais altas e os materiais acabam por se degradar, esperamos que a vespa coma uma parte da cápsula e ajude à sua degradação”, explica Miguel Cerqueira.

Estima-se que durante uma semana a cápsula liberte um biocida e mate as vespas dentro do ninho.

Recorde-se que a vespa asiática foi detectada pela primeira vez em Portugal em 2011, em Viana do Castelo, e já chegou ao Ribatejo.

O INL tem como parceiros a TecMinho, a Associação de Apicultores do Cávado e Ave (Apicave) e a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP). O Arma4Vespa foi financiado pelo Programa Apícola Nacional do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) em cerca de 150 mil euros.

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