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Braga

Milhares de peixes mortos no rio Este

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Foto: DR

Milhares de peixes apareceram mortos na manhã desta quinta-feira no rio Este, em Braga, entre o complexo das piscinas e a Avenida da Liberdade.

A GNR, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, está a investigar a origem de uma substância que terá sido lançada à água, ao que tudo indica, durante a madrugada.

Foto: DR

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Altino Bessa, vereador do Ambiente, disse ao “CM” que todos os meios serão mobilizados para tentar identificar a origem da substância.

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Braga

Turistas começam a pagar taxa para dormir em Braga a partir de domingo

Nas dormidas

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Foto: DR / Arquivo

O município de Braga inicia no domingo a cobrança de uma taxa turística no valor de 1,5 euros por dormida, com a expectativa de arrecadar meio milhão de euros em 2020.

De acordo com Altino Bessa, vereador responsável pelo pelouro do Turismo e principal impulsionador desta taxa, a medida funcionará durante a chamada “época alta”, entre 01 de março e 31 de outubro, englobando Semana Santa, festas populares e Noite Branca.

A estimativa de arrecadar cerca de 500 mil euros provém de dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística, baseados no número habitual de dormidas ao longo dos últimos anos.

A taxa será cobrada por pessoa (acima dos 16 anos) e por cada dia de dormida em estabelecimentos hoteleiros e alojamentos locais do concelho, contudo, está previsto um limite até quatro noites para aplicação da taxa.

Fonte da Associação Comercial de Braga explica que estão isentos de pagamento as crianças e jovens até aos 16 anos, hóspedes (e um acompanhante) que se desloquem a Braga por motivos de saúde, (consultas, exames e tratamentos médicos) portadores de deficiência, com incapacidade igual ou superior a 60%, e quem se encontre alojado por determinação de entidades públicas, como no caso de desalojados em incêndios urbanos.

A aplicação do valor arrecadado pela taxa serve, em termos genéricos, para “melhoria e preservação ambiental da cidade, da salvaguarda do comércio tradicional, histórico e de proximidade”, disse a ACB. Também servirá para “promover Braga no estrangeiro”, disse Altino Bessa.

Seguindo a experiência de outros municípios que já implementaram a taxa, a autarquia criou uma plataforma onde os operadores turísticos registam no final de cada mês a informação das dormidas.

Se um hóspede abandonar a unidade de alojamento sem pagar a taxa, fica a unidade obrigada a apresentar queixa às autoridades policiais de forma a não ter que pagar ao município.

As multas por incumprimento das unidades de alojamento podem ir de 80 a 2.800 euros.

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Braga

Hospital de Braga apto para receber doentes com coronavírus

Covid-19

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Foto: DR

O Hospital de Braga é uma das dez novas unidades hospitalares aptas para receber doentes infetados com Covid-19 (coronavírus), anunciou a diretora-geral de Saúde, Graça Freitas.

Em conferência de imprensa realizada na sexta-feira, a responsável da Direção-Geral de Saúde (DGS) apontou dez hospitais “de referência” já identificados para uma segunda fase, dois deles já a funcionar (Hospital de Santo António, no Porto, e Hospital Pediátrico de Coimbra).

“Temos identificados dez hospitais de referência para esta segunda fase de contenção e dois já a funcionar. No Porto, o Hospital de Santo António está activável e pode internar casos suspeitos e o Hospital Pediátrico de Coimbra, que ontem [quinta-feira] internou uma criança e cujos testes foram negativos”, revelou Graça Freitas.

Para além do Hospital de Braga, que está ainda em fase de preparação para a receção deste tipo de doentes, também a Unidade Local de Saúde (ULS) de Matosinhos e o Centro Hospitalar Tâmega e Sousa são hospitais no Norte do país que servem como reforço para esta “nova vaga” de casos suspeitos que se têm revelado em Portugal.

ULS da Guarda, Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte (Hospital de Santa Maria e Hospital Pulido Valente), Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Ocidental (Hospital de Egas Moniz e Hospital de São Francisco Xavier), ULS Litoral Alentejano e Centro Hospitalar Universitário do Algarve são os restantes hospitais em vias de ativação.

Este reforço surge depois do aumento de casos suspeitos e de contactos para a Linha de Apoio SNS 24, na sequência do foco do vírus que se tem sentido no Norte de Itália.

“A Itália passou a ser um foco muito importante de doença. Há quatro áreas de transmissão comunitária, sendo a região de Lombardia, onde está Milão, a mais afectada. Praticamente de um dia para o outro, esta situação da Itália tornou-se explosiva. Juntou-se o Carnaval e muitas feiras que estavam a decorrer”, disse ainda Graça Freitas.

Em comunicado, ao final do dia de ontem, a DGS confirmou que, após 59 casos suspeitos de infeção por coronavírus, nenhum dos mesmos viu os testes resultarem em positivo, embora estejam ainda dois casos sob avaliação.

“De acordo com a informação atual, o risco para a saúde pública em Portugal é considerado moderado a elevado”, escreve a DGS no documento enviado à imprensa.

Portugal vai ter um milhão de infetados

Graça Freitas apontou ainda para a possibilidade de haver um milhão de portugueses infetados durante a propagação epidémica mais intensa, que deverá durar 12 a 14 semanas. Só numa semana, Graça Freitas estima a infeção de 21 mil portugueses.

“Estamos a fazer cenários para uma taxa total de ataque de 10% [um milhão de portugueses] e assumindo que vai haver uma propagação epidémica mais intensa durante, pelo menos, 12 a 14 semanas”, afirmou Graça Freitas, em entrevista ao semanário Expresso, publicada este sábado.

A diretora-geral da Saúde explicou que os estudos realizados estimam que 80% do total de infetados pelo novo coronavírus “vão ter doença ligeira a moderada”, 20% terão “doença mais grave” e apenas 5% uma “evolução crítica”.

Neste cenário, a taxa de mortalidade “será à volta de 2,3% e 2,4%”.

A responsável da Direção-Geral da Saúde (DGS) acrescentou que “no cenário mais plausível” poderá haver “cerca de 21.000 casos na semana mais crítica”, dos quais 19 mil poderão ter sintomas ligeiros, “como a gripe”, e 1.700 terão “de ser internados, nem todos em cuidados intensivos”.

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Braga

Braga discute transferência de 60 milhões para os TUB

Assembleia Municipal

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

A proposta de transferência da Câmara de Braga para os TUB, até 2029, de 60,3 milhões de euros em dez anos – cerca de seis milhões anuais – é um dos principais temas em debate na Assembleia Municipal de Braga que se reúne hoje, pelas 21:00, no pequeno Auditório do Fórum Braga, na Avenida Dr. Francisco Pires Gonçalves.

Na assembleia vai ser votada uma outra proposta, aprovada em reunião de Câmara, para a atribuição de 219 mil euros ao Theatro Circo, que absorve, em julho, o espaço cultural GNRation, atualmente gerido pela Fundação Bracara Augusta.

Na ocasião, e questionada pelos vereadores do PS, Artur Feio, e da CDU, Carlos Almeida, a gestora do Theatro, Claúdia Leite, disse que, os 15 trabalhadores da área cultural transitam, sem perda de direitos, para este organismo cultural.

Os restantes, afetos às áreas da Juventude e do Social permanecem na Fundação Cultural. Salientou que a junção permite uma melhor gestão de recursos e conquista sinergias na área cultural, tendo em vista a candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura, em 2027.

A propósito, Ricardo Rio -e tendo em conta a posição do vereador Artur Feio, do PS, que apontou para o “esvaziamento” do organismo – esclareceu que os membros da Fundação, (Câmara, universidades do Minho e Católica e Cabido da Sé) vão criar um grupo de trabalho para redefinir as suas funções futuras, numa ótica de as devolver à sua ideia original.

A agenda de trabalhos para esta noite contempla, ainda, a proposta de adesão do Município de Braga à “AdaPT.Local – Rede de Municípios para a adaptação local às alterações climáticas”; a aquisição de serviços de auditoria externa das contas do Município de Braga; e Contratação de empréstimo de médio e longo prazo até ao montante de 12.000.000 euros – análise de propostas. Sobre este recurso à banca, Ricardo Rio já explicou que se trata de verba para obras em várias escolas e na rede viária concelhia.

Acordo com a Infraestruturas de Portugal

O ponto nº. 5 da Ordem de trabalhos intitula-se Acordo de mutação dominial a celebrar entra e Infraestruturas de Portugal, SA e o Município de Braga. Trata-se – e conforme O MINHO já anunciou – de um protocolo com a empresa estatal Infraestruturas de Portugal, SA que vai ceder ao Município de Braga dois troços de estrada, na Nacional 101 e na 201, o primeiro, com 2,8 quilómetros (kms) – correspondente ao troço junto ao Parque da Ponte e ao sopé do monte do Picoto – onde decorre a feira semanal – e o segundo, com 2,1 quilómetros, que atravessa a freguesia de Real.

O vereador do pelouro, João Rodrigues disse a O MINHO que, a autarquia tem interesse na posse do troço da estrada 101, que liga Braga a Guimarães, mas sublinhando que não serão feitas no local, de imediato. Já no troço da 201, que vai de Braga a Prado e a Ponte de Lima, a Câmara pretende fazer ali obras de melhoramento e conservação: “como a IP disse que não as ia fazer, resolvemos pedir a cedência, que é possível nos termos da lei”, explicou, sublinhando que o troço está “degradado”.

O Ponto nº. 6 é o da Alteração do Mapa de Pessoal do Município de Braga – 2020, seguindo-se a votação do Contrato de concessão do direito de exploração do bar das piscinas da rodovia, de Contratos interadministrativos de delegação de competências nas Juntas de Freguesia, e da Atribuição de apoios financeiros a Juntas de Freguesia;

A Assembleia termina com a informação prestada pelas Comissões Permanentes, e uma declaração do Presidente da Câmara Municipal, Ricardo Rio acerca da atividade do Município.

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