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Vila Verde

Mais de 450 artigos falsificados apreendidos na feira de Vila Verde

Pela GNR

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Foto: DR/Arquivo

A GNR apreendeu 453 artigos contrafeitos, com um valor estimado de sete mil euros, durante uma operação realizada no sábado na feira de Vila Verde, anunciou hoje o Comando Territorial de Braga daquela força policial.

O comunicado da GNR, que mobilizou para a operação 18 militares, indica que foram identificados na feira dois homens e uma mulher, com idades entre 19 e 41 anos, indiciados pela prática do crime de contrafação.

Numa violação do Código da Propriedade Industrial, os artigos expostos em diversas bancas imitavam “marcas registadas conhecidas”, segundo a GNR.

A lista do material apreendido inclui 244 ‘t-shirts’, 85 pares de sapatilhas, 52 pares de calças e calções, 45 fatos de treino e 27 camisolas.

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Vila Verde

Em Vila Verde come-se o ovo, atiram-se as cascas ao rio e adeus dores de cabeça – “Adeus, Xanax”

Domingo de Páscoa, na Ponte de Prado, à meia-noite

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Foto: Divulgação / JF Prado

Descasque o ovo; atire as cascas para o rio; coma o ovo. A lenda diz que quem comer um ovo à meia-noite no dia de Páscoa, em cima da Ponte de Prado, em Vila Verde, passa o ano sem dores de cabeça.

A tradição tem vindo, a cada ano, a ganhar mais adeptos e o Presidente da Junta, em conversa com O MINHO, espera que este ano, “mais de duas mil pessoas cumpram a tradição”.

Começam a chegar por volta das 22:30. Por norma, vêm em grupos. Uns trazem os ovos, outros as bebidas. O ambiente começa a aquecer com cantorias improvisadas. Vai-se ouvindo uma concertina. O largo enche-se e há quem se atreva a ganhar posição em cima da ponte.

Foto: Divulgação / JF Prado

Apesar de medieval, a ponte tem-se aguentado estes anos todos com uma tradição típica da Vila de Prado mas que as freguesias de Barcelos e de Braga “aderem em massa”.

“O número de pessoas tem vindo a aumentar mas sem fugir muito aquilo que são as nossas expetativas”, reconhece Albano Bastos, o autarca de Prado. No ano passado, “colocamos duas barracas, uma com ovos e outra com bebidas, para quem não quiser trazer de casa”, revela ainda.

Foto: Divulgação / JF Prado

Porque a ponte não tem iluminação própria, para esta noite específica são colocados uns arcos luminosos e uma ornamentação apropriada e no final, outra novidade recente, há fogo-de-artifício.

Um dos melhores ‘amigos’ desta iniciativa é o tempo: “se chover vem sempre menos gente mas quando está uma noite agradável temos aqui um mar de pessoas”, acrescenta, ainda, Albano Bastos.

Tradição já teve ‘má fama’

O ovo na Ponte em dia de Páscoa é uma tradição imemorial na vila de Prado. Todos dizem que na infância já se ia ao meio da ponte comer o ovo. No entanto, há três décadas atrás, a tradição era mal-afamada.

“Uns bêbados iam para cima da ponte e como o trânsito não era cortado, abanavam os carros que passavam e alguns criavam problemas”, recorda o actual Presidente da Junta. Por isso, Albano Bastos congratula os seus antecessores que decidiram tomar em mãos a tradição.

“A GNR foi informada e o trânsito é cortado no Ponte, durante cerca de duas horas”. A decisão tirou o ‘medo’ dos pradenses que começaram a sair de casa. “Isso fez com que ao longo dos anos viessem cada vez mais pessoas, até às enchentes atuais”.

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Vila Verde

Vereador engana-se em crítica à oposição em Vila Verde

Patrício Araújo acusou José Morais de ter votado algo que, na realidade, não votou

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Foto: Gentilmente cedida por Semanário V

O Vereador do Ambiente da Câmara de Vila Verde (PSD) insurgiu-se, esta terça-feira, contra as críticas da oposição em relação ao abate de árvores na Vila de Prado, naquele concelho, que, supostamente, também teria votado favoravelmente.

Na sequência da tomada do Vereador do Partido Socialista, Patrício Araújo afirmou não entender as críticas de José Morais, já que, dizia, o mesmo “votou favoravelmente o projeto para aquela zona”.

Abate de árvores gera polémica em Vila Verde: “Triste cenário”

Contudo, segundo o próprio veio a esclarecer mais tarde a O MINHO, ao contrário do que tinha dito “este projeto não tinha sido nem apreciado nem votado na reunião de câmara. O que os Vereadores do PS pediram foi, apenas, para consultar o processo”.

Portanto, “não houve nenhuma votação sobre esta matéria”, esclareceu, acrescentando que, contudo, “o projeto de requalificação da Vila de Prado já previa esta intervenção no Largo Antunes Lima e esse era do conhecimento dos senhores vereadores do PS”.

José Morais tinha, através de comunicado, denunciado o “triste cenário” do abate de “várias árvores de grande porte no Largo Antunes Lima”.

“Nenhum projeto de cimento e pedra pode justificar este abate”, acrescentou o Vereador da oposição sugerindo que “uma decisão deste tipo deveria ter sido colocada à consideração da população e discutida em reunião de Assembleia de Freguesia e em reunião de Câmara, o que não aconteceu”.

O vereador do Ambiente ressalva, ainda, que “não percebe o porquê de tanto alarmismo”, e confirma que não foi contactado “por nenhuma entidade oficial ligada à proteção do ambiente por causa do corte de árvores”.

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Vila Verde

Mulher e filho acusados da morte de empresário em Vila Verde

Cadáver foi encontrado na freguesia de Palmeira, em Braga

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Foto: DR

O Ministério Público acusou de homicídio a mulher e o filho de um empresário de Vila Verde assassinado em outubro de 2017, cujo corpo foi encontrado num furgão abandonado em Palmeira, Braga.

Os arguidos estão acusados de um crime de homicídio simples agravado pelo uso de arma de fogo, de um crime de detenção ilegal de arma e de um crime de simulação de crime.

Segundo a acusação, os arguidos, após abandonarem o cadáver, participaram o desaparecimento da vítima à GNR.

O Ministério Público considerou indiciado que em 23 de outubro de 2017 o arguido, então com 20 anos, ao regressar a casa em Moure, Vila Verde, com o trator avariado, depois de ter estado a agricultar um campo, “foi verbalmente repreendido pelo seu pai, com insultos”.

Gerou-se uma “violenta” discussão entre os dois, à qual se juntou também a arguida.

O arguido foi a casa buscar uma espingarda caçadeira municiada e dirigiu-se na direção do seu pai “com intenção de o matar, passando no trajeto pela arguida, que, ficando ciente desta intenção, nada fez para o demover”, refere a nota da procuradoria. Ainda de acordo com a acusação, o arguido chegou junto do pai, que se encontrava debruçado procurando uma peça de ferramenta, visou-o com a arma de fogo e efetuou um disparo, atingindo-o no pescoço e matando-o.

De seguida, a arguida desfez-se da arma e, conjuntamente com o filho, colocou o corpo da vítima num furgão, que acabaram por deixar abandonado num descampado em Palmeira, Braga.

O corpo só foi encontrado três dias depois do crime.

O Ministério Público considerou indiciado que os arguidos “atuaram num estado de desgaste emocional motivado pelas reiteradas agressões de que vinham sendo alvo por parte da vítima, ao longo do tempo”.

O filho da vítima está ainda acusado pela prática de dois crimes de condução sem habilitação legal.

Só foi detido em setembro de 2018, porque após o crime ausentou-se para França.

A mulher já tinha sido detida em junho desse mesmo ano.

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