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Luís Montenegro desafia Rio, quer candidatar-se à liderança do PSD e “eleições já”

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Luís Montenegro no último Congresso do PSD. Foto: Facebook

O ex-líder parlamentar do PSD Luís Montenegro está disponível para disputar a presidência do PSD e quer “eleições já”, afirmou hoje uma fonte próxima do antigo deputado.

Luís Montenegro dará uma conferência de imprensa na sexta-feira, às 16:00, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, acrescentou a mesma fonte.

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Dormidas turísticas sobem 1,7% em Portugal em 2018, abaixo da média da UE

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Foto: DR/Arquivo

O número de noites passadas em estabelecimentos turísticos subiu 1,7% em Portugal de 2017 para 2018, abaixo da média de 2,2% da União Europeia, mas a percentagem de hóspedes estrangeiros recuou ligeiramente, segundo o Eurostat.

De acordo com dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico da União Europeia (UE), o número de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE subiu 2,2% para os 3,1 mil milhões, em 2018 face ao ano anterior.

Em Portugal, o número de noite em estadas turísticas aumentou 1,7% para os 73,3 milhões, em 2018.

No ano passado, a Espanha teve o maior número de dormidas (467 milhões, um recuo de 0,9% face a 2017), seguindo-se a França (444 milhões, mais 2,4%), a Itália (429 milhões, mais 1,9%) e a Alemanha (419 milhões, mais 4,3%).

O Luxemburgo (-4,3%), a Irlanda (-1,5%) e a Espanha (-0,9%) foram os únicos países que viram o número de pernoitas turísticas descer de 2017 para 2018, tendo as maiores subidas sido registadas em Chipre (10,6%), Malta (8,6%) e Croácia (8,4%).

Quanto à percentagem de turistas que não são residentes no país, esta recuou em quatro Estados-membros: Irlanda (-7,4%), Luxemburgo (-4,2%), Espanha (-1,6%) e Portugal (-0,1%).

No extremo oposto ficaram a Letónia (10,1%), a Bélgica (8,9%) e a Lituânia (8,0%), que tiveram as maiores subidas nas dormidas de não residentes.

Em Portugal, mais de metade (67%) das estadas em alojamento turístico foram de não residentes (UE 46%), com Malta na liderança deste comportamento (96%), seguindo-se Chipre (95%), Croácia (93%) e Luxemburgo (89%).

A Roménia (19%), a Alemanha (21%), a Suécia (26%) e a Finlândia (31%) foram os países com menos pernoitas de turistas não residentes.

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Portugal é o quarto país da OCDE que mais gasta com pensões

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Foto: O MINHO / Arquivo

Portugal está entre os países da OCDE que mais gasta com prestações sociais, sendo o quarto onde a despesa com pensões é maior, representando 13,3% do PIB, segundo um estudo hoje divulgado.

De acordo com o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), os gastos sociais públicos nos países eram, em média, superiores a 20% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018. Em Portugal a percentagem situava-se acima da média, em 22,6%.

Os gastos públicos sociais foram maiores em França (31,2%), na Bélgica (28,9%) e na Dinamarca (28,7%) e menores no México (7,5%), no Chile (10,9%) e na Coreia (11,1%).

Quanto às prestações sociais, os 36 países da OCDE, registaram gastos em média de 12% do PIB, mas em países como Portugal, Itália, Polónia a despesa foi superior a 70%, com destaque para as pensões.

As pensões representam a maior fatia da despesa social nos países da OCDE, correspondendo em média a 8% do PIB, seguido da despesa com saúde, com 5,7%.

Portugal está acima da média nas duas áreas, surgindo em quarto lugar no que diz respeito aos gastos com pensões de velhice e de sobrevivência, com um peso de 13,3% do PIB. Apenas a Grécia, Itália e França apresentam uma despesa maior com aposentações, de 16,9%, 16,2% e de 13,9% respetivamente.

Já os gastos com saúde pesam em Portugal 5,9% do PIB, situando-se o país a meio da tabela. França é o país que mais gasta com a saúde (8,8%) seguida pelos Estados Unidos (8,5%).

No entanto, enquanto os gastos sociais privados em saúde representam um adicional de 1,6% em França, nos EUA chegam a 6,8% do PIB.

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Cristiano Ronaldo pode perder condecorações

Devido a condenação por fraude fiscal em Espanha

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Foto: DR

A Presidência da República aguarda a versão da decisão final das autoridades espanholas sobre a condenação por fraude fiscal de Cristiano Ronaldo, para, eventualmente, se pronunciar sobre a retirada de condecorações ao futebolista.

“Aguardamos a versão autêntica da decisão final das autoridades espanholas. Depois de apurados os factos, se tal se justificar, os competentes Chanceleres das Ordens Honoríficas pronunciar-se-ão, nos termos da lei”, disse à agência Lusa a assessoria de imprensa da Presidência da República.

Na terça-feira, Cristiano Ronaldo foi condenado pela justiça espanhola a dois anos de prisão, com pena suspensa, substituída por uma multa de 365.000 euros, e a edição de hoje do jornal Público noticia que o avançado pode perder as duas condecorações atribuídas por Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa, em 2014 e 2016, respetivamente.

O jogador da Juventus reconheceu a culpa em quatro crimes de fraude fiscal, cometidos entre 2011 e 2014, no valor total de 5,5 milhões de euros.

A lei das Ordens Honoríficas Portuguesas obriga os condecorados a “defender e prestigiar Portugal em todas as circunstâncias, regular o seu procedimento público e privado pelos ditames de virtude e honra, acatar as determinações e instruções do Conselho da respetiva Ordem, dignificar a sua Ordem por todos os meios e em todas as circunstâncias”.

Aquela lei estabelece que “sempre que haja conhecimento da violação de qualquer dos deveres enunciados (…) deve ser instaurado processo disciplinar, mediante despacho do Chanceler do respetivo Conselho”, que pode conduzir à pena de admoestação ou irradiação.

Cristiano Ronaldo foi condecorado em 2014 como Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e em 2016 com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito.

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