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Braga

Disputa entre ABB e Trofa Saúde sobre preço final parou novo hospital privado no Porto

Desacordo quanto ao custo da obra levou construtora de Braga a suspender construção

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Foto: Trofa Saúde

O novo Hospital que o grupo Trofa Saúde (TS) queria abrir no Porto, ainda em 2019, estava já meio construído, mas o empreiteiro, a Socimpacto, do grupo ABB, de Braga, parou a obra, por desacordo quanto ao preço e pôs uma ação no Tribunal Cível de Braga pedindo a resolução do contrato e uma indemnização, prevista numa das clausúlas, de 2,5 milhões de euros.

Na querela, a ABB- Alexandre Barbosa Borges, SA diz que o contrato assinado com o Trofa Saúde em 2014 previa a construção, em Campanhã, de um edifício, com 16 a 18 mil m2, mais uma área para 400 lugares de estacionamento.

A firma comprometia-se a comprar os terrenos, a edificar a unidade de saúde e a entregá-la em janeiro de 2017. A contrapartida consistiria no pagamento, a partir da entrega das chaves, pelo TS de uma renda mensal de 130 mil euros, nos primeiros 12 meses, a qual subiria para 150 mil nos anos seguintes.

Ao fim dos primeiros três anos, o TS  poderia comprar o prédio por 30 milhões, 15 por cento mais do que o custo previsto, 25 milhões. O contrato previa uma clausula penal de 2,5 milhões a pagar por quem o incumprisse.

Relações entre empresas

As duas empresas mantinham já relações comerciais, posto que o Grupo Trofa alugou à ABB o edifício Savoy, no centro de Braga, onde instalou uma extensão do hospital que possui na cidade. Foi no contexto desse aluguer que surgiu a ideia de se construir um hospital no Porto. Ao que apurou O MINHO, o hospital privado de Braga projeta uma extensão para o centro comercial Nova Arcada.

O contrato para o Porto, que teve três aditamentos, previa a construção de oito ou nove pisos, cada um com dois mil m2. Sucede que – defende a ABB – “o programa funcional” apresentado pelo grupo trofense para a obra implicava a ampliação do projeto, de 18 para 32 mil m2 de área (13 pisos com 2.100 ms), a que acresceriam 635 m2 de aparcamento.

Ou seja, argumenta a firma, as alterações à dimensão do projeto arquitetónico implicavam necessariamente uma revisão do preço da renda e do custo de compra pela empresa de saúde.Acrescenta que, em 2018, pediu a reorçamentação do projeto, tendo em atenção que iria custar 37,5 milhões, mais 12,5 do que o acordado.

E diz que a renda deveria subir até aos 173 mil. Garante que já investiu 12 milhões na obra, e que tentou a via do diálogo, mas, como tal não teve efeito, recorreu à via judicial. Pede 2,5 milhões de indemnização e a resolução do contrato. Em alternativa aceita a simples resolução ou a anulação do negócio.

O MINHO tentou mas não conseguiu contactar nem a ABB nem a empresa hospitalar. O Trofa Saúde, que tem 14 hospitais na região Norte, pode, até 9 de setembro, contestar a ação.

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Braga

Escapam da morte ao capotar em ribanceira na variante em Braga

Em Ferreiros

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Dois jovens, de 21 e 24 anos, sofreram ferimentos na sequência de um despiste seguido de capotamento, esta madrugada, em Ferreiros, cidade de Braga, apurou O MINHO no local.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O acidente deu-se na Circular Norte de Braga, sentido Norte-Sul, junto ao hipermercado E.Leclerc de Ferreiros.

Um Renault Mégane embateu no rail de proteção, percorreu cerca de 40 metros em despiste numa ribanceira e acabou por capotar num riacho.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O alerta foi dado às 03:52, segundo fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, mobilizando doze operacionais e quatro viaturas dos Bombeiros Sapadores de Braga, incluindo viatura de desencarceramento.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A VMER de Braga deu apoio médico, considerando os ferimentos como “ligeiros”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

As vítimas foram transportadas para o Hospital de Braga. PSP e GNR registaram a ocorrência.

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Braga

Autocarro larga gasóleo ao longo de vários quilómetros em Braga

Entre a Rodovia e Gualtar

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Foto: O MINHO

Os Bombeiros Sapadores de Braga foram acionados, ao final da tarde deste sábado, para a limpeza de várias artérias na cidade de Braga, depois de um autocarro ter largado óleo ao longo de vários quilómetros.

Foto: O MINHO

A situação ocorreu entre a Rotunda das Piscinas e a freguesia de Gualtar, com as operações de limpeza a decorrerem até ao princípio da noite.

AAvenida João de XXI, Avenida de João Paulo II, rotundas que dão acesso ao Campus de Gualtar da Universidade do Minho, e estrada municipal que liga Gualtar a Adaúfe, foram as vias afetadas.

Foto: O MINHO

Não há registo de acidentes.

A PSP e GNR registaram a ocorrência.

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Braga

Tribunal agenda julgamento de gangue que assaltou banco em Braga e vivendas no Minho

Santander paga 100 mil euros a cada um dos lesados de assalto a cofres

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Tribunal de Braga junta, na próxima sexta-feira, para marcar as datas de julgamento, os advogados que intervirão nas audiências do processo que envolve um gangue de Braga suspeito de ter assaltado o banco Santander, em Braga, e várias vivendas na região do Minho.

O advogado João Ferreira Araújo, de Braga, que defende um dos arguidos, disse a O MINHO que o coletivo de juízes da Vara Mista, vai agendar várias datas, de comum acordo com os juristas, de forma a que o julgamento, possa começar em março, o mais tardar.

Entretanto, e conforme O MINHO noticiou, os lesados do assalto ao Santander tiveram uma boa prenda de Natal! O banco indemnizou a maioria dos 43 donos de cofres que foram assaltados, numa dependência em Braga, em junho de 2018.

Alguns, cerca de meia dúzia, que reclamam valores superiores a 100 mil, não aceitaram e prosseguem como assistentes no processo.

Fonte oficial do gabinete de comunicação do Santander adiantou que já houve acordo com cerca de 30 clientes, 75 por cento dos lesados, para o pagamento de até 100 mil euros a cada um.

A entidade bancária aceita como boa a lista que lhe foi entregue pelos clientes que tinham bens, dinheiro, jóias, ou relógios valiosos, em cofres na dependência da Avenida Central.

Dez arguidos

No fim de junho, o Ministério Público de Guimarães acusou dez arguidos, um deles agente da PSP, membros de um gangue que fez uma dezena de assaltos a residências em Braga e no Minho e ao banco Santander, furtando dinheiro e bens que o Ministério Público avalia em 4,7 milhões de euros.

Entre os lesados estão, também, o empresário Domingos Névoa, o cantor limiano Delfim Júnior, e o médico e antigo atleta do SC Braga, Romeu Maia.

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