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Mais de 60 concelhos de 11 distritos em risco máximo de incêndio

Viana com risco “moderado”

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Foto: DR / Arquivo

Mais de 60 concelhos dos distritos de Bragança, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Faro, Beja, Santarém, Leiria, Viseu e Vila Real apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Bragança, Faro e Guarda são os distritos mais problemáticos, pois têm praticamente todo o território em risco máximo de incêndio.

O resto do país está com risco muito elevado ou elevado de incêndio, excetuando-se alguns concelhos situados maioritariamente na região do litoral norte, em particular nos distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Coimbra, onde o risco se apresenta moderado ou reduzido.

O risco de incêndio vai continuar máximo, muito elevado e elevado pelo menos até domingo em vários distritos de Portugal continental, segundo o IPMA, que prevê uma redução significativa deste risco a partir de segunda-feira.

No início da semana, a Proteção Civil já tinha emitido um “aviso à população”, no qual alertava para um agravamento das condições meteorológicas com aumento do risco de incêndio até domingo.

O comunicado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicava que a temperatura iria subir, variando entre os 30 e os 35 graus, podendo atingir valores superiores no interior, a humidade relativa do ar iria diminuir para entre 20% e 30% e o vento iria ser fraco a moderado, mas temporariamente com rajadas fortes, até 40 quilómetros por hora (km/h).

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

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País

Salgado “perplexo” com condenação por violação de prevenção de branqueamento

Banco Espírito Santo

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Foto: Twitter

O ex-presidente do BES declarou, esta quarta-feira, ao Tribunal da Concorrência, em Santarém, a sua “perplexidade” pela condenação, pelo Banco de Portugal (BdP), por violação de normas de prevenção de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.

Ricardo Salgado está, esta quarta-feira, a prestar declarações no âmbito do julgamento da impugnação que interpôs junto do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão (TCRS), juntamente com o ex-administrador do Banco Espírito Santo (BES) Amílcar Morais Pires, às coimas aplicadas pelo BdP em maio de 2017, de 350.000 e 150.000 euros, respetivamente.

Ricardo Salgado começou por fazer um depoimento ao tribunal, no qual procurou explicar as medidas adotadas pelo BES junto das unidades no estrangeiro em causa no processo – os bancos em Angola, Cabo Verde, Miami e Macau –, no sentido de implementar estruturas e normas de “compliance”, frisando que o grupo BES foi “pioneiro” nesta matéria em Portugal.

O antigo presidente do BES questionou o sentido de ter sido condenado por conduta dolosa em relação a estas quatro das 26 unidades internacionais do banco, nada sendo apontado em relação às principais sucursais, em concreto Nova Iorque, Londres e Paris.

Em relação ao Banco Espírito Santo Angola (BESA), Ricardo Salgado reafirmou que os quadros colocados nessa unidade tinham provas dadas no BES, incluindo Álvaro Sobrinho, que presidiu à Comissão Executiva do BESA até ser destituído, em 2012 (com efeitos a partir de 2013), e que, acusou, foi o responsável pelas “situações escondidas” e pelas “falhas de reporte”.

Frisando que as próprias entidades de supervisão, tanto angolana como portuguesa, e a auditora externa KPMG nunca reportaram nenhuma situação grave, Salgado afirmou que teve sempre “fundados motivos” para acreditar que as instruções sobre o cumprimento das normas de prevenção de branqueamento estavam a ser cumpridas.

Ricardo Salgado reafirmou a convicção de ter sido diretamente visado pelo BdP neste e nos restantes processos que tem em curso, voltando a dizer que não tratava de questões técnicas e que as decisões eram tomadas de forma “colegial” e a declarar a sua estranheza por outros elementos com funções executivas não serem visados pelo supervisor.

No início do depoimento, que vai prosseguir durante a tarde, o advogado de Ricardo Salgado lamentou a publicação de notícias de “forma cirúrgica” no dia em que os arguidos prestam declarações, referindo-se a uma notícia desta quarta-feira do jornal Público sobre um processo que, disse, está ainda em segredo de justiça.

“A defesa não se vai deixar condicionar por táticas plantadas sempre pela mesma fonte”, declarou Adriano Squilacce.

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EasyJet abre rota Porto-Berlim e aumenta 15% da capacidade no Porto para 2020

Ligação será feita com o aeroporto de Berlin Schoenefeld (SXF)

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Foto: DR

A easyJet vai inaugurar uma nova rota no Porto com destino a Berlim, aeroporto de Berlin Schoenefeld (SXF), e vai aumentar em 15% a capacidade da companhia aérea no aeroporto daquela portuguesa em 2020, face ao ano anterior.

O novo trajeto vai ter início na cidade alemã em 29 de março pelas 06:00 (hora local), e regresso previsto para as 09:10 com partida do Porto, realizando-se quatro vezes por semana até 24 de outubro deste ano.

O diretor da easyJet Portugal, José Lopes, sublinhou a satisfação da companhia aérea ao reforçar “o compromisso” com a cidade do Porto, estando preparada para “reforçar a sua aposta” nos aeroportos nacionais, segundo comunicado da companhia aérea.

Como parte de uma estratégia de crescimento, esta é a 19.ª nova rota a servir o Porto, juntando-se às ofertas de verão da companhia aérea com destino a Funchal, Ibiza, Bordéus, Basileia, Lyon, Toulouse e Genebra.

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PSP deteve 361 pessoas e apreendeu 16 armas de fogo na operação de Carnaval

“Carnaval em Segurança”

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A PSP deteve 361 pessoas e apreendeu 16 armas de fogo e mais de 10 mil artigos pirotécnicos durante a operação “Carnaval em Segurança” que terminou na terça-feira, indicou, esta quarta-feira, aquela força de segurança.

Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública refere que, no âmbito da operação “Carnaval em Segurança”, que se iniciou a 17 de fevereiro, foram feitas 361 detenções, 125 das quais por condução com excesso de álcool, 65 por condução sem habilitação legal para conduzir e 32 por tráfico de droga.

Nos nove dias da operação, a PSP apreendeu 715 doses de droga, 16 armas de fogo, cinco outras armas e 10.666 artigos pirotécnicos.

Na sua área de responsabilidade, os centros urbanos, a PSP registou 1.406 acidentes, que provocaram cinco mortos, 19 feridos graves e 385 feridos ligeiros.

Durante a operação, a PSP fiscalizou mais de 31 mil viaturas e realizou cerca de mil ações de fiscalização nas estradas, de segurança privada e controlo de suspeitos.

No total foram mobilizados para a operação “Carnaval em Segurança” 9.367 polícias e 4.087 meios materiais.

 

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