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Carrinhas de clube de Viana assaltadas durante a noite

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Foto: DR

Duas carrinhas da Associação Desportiva Darquense, clube da freguesia de Darque, que milita na 2.ª Divisão da AF de Viana do Castelo, foram roubadas na noite deste sábado.

ATUALIZAÇÃO

Assalto: Clube de Viana fica sem duas carrinhas e 4.500 euros em material

As carrinhas são da marca Nissan com matrícula 23 BQ 60 e Renault com a matrícula 46 EZ 51.

O clube publicou um alerta na rede social Facebook a pedir para os seus seguidores que partilhem o alerta.

O Darquense é o último lugar da 2.ª Divisão da AF de Viana do Castelo com cinco pontos em 19 jornadas.

O MINHO está a tentar entrar em contato com a direção do clube.

Recorde-se que, na última semana, as instalações do GD Porto D’Ave, da Póvoa de Lanhoso, foram assaltadas, tendo sido roubadas “praticamente todas as chuteiras” do plantel sénior, além de bolas e equipamentos de treino. O furto gerou uma onda de solidariedade de clubes como SC Braga, Vitória SC, Paços de Ferreira e de outras empresas.

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Despiste de autocarro faz vários mortos na Madeira

Autocarro de turismo saiu da estrada

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Foto: Rui Silva / Aspress / Diário de Notícias da Madeira

Um autocarro turístico capotou hoje na zona do Caniço, no concelho de Santa Cruz, na Madeira, havendo vários mortos, avança o jornal Diário de Notícias da Madeira.

Atualização

28 mortos confirmados em acidente de autocarro na Madeira

“As primeiras informações recolhidas pela reportagem do DIÁRIO revelam um cenário horrendo, com corpos espalhados pela encosta”, lê-se naquela publicação regional.

Ao final da tarde, o autocarro saiu da estrada e acabou por capotar, por razões desconhecidas.

“Várias pessoas foram retiradas para o hospital da Cruz de Carvalho [atual Hospital Central do Funchal] e algumas estão a ser assistidas no local”, afirmou o autarca, que aproveitou para “enaltecer o trabalho da Proteção Civil”.

Segundo a Proteção Civil da Madeira, o acidente ocorreu pelas 18:30 e foram deslocados para o local vários meios, incluíndo duas viaturas de emergência médica, várias âmbulancias e uma viatura de apoio ao desencarceramento, no total de 19 veículos.

 

Notícia atualizada com mais informação às 19h53.

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Metalogalva exclui violação da segurança no trabalho em acidente industrial na Trofa

Feridos “encontram-se já em casa em repouso”

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A Metalogalva excluiu hoje qualquer violação das regras de segurança no trabalho no acidente que na quinta-feira causou dois feridos graves e um ligeiro após queda de uma estrutura metálica na sua fábrica na Trofa.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a empresa, que na sua página na Internet refere desenvolver “a sua atividade no projeto e fabrico de estruturas metálicas”, informou as condições em que ocorreu, cerca das 7:40, o acidente nas suas instalações em Maganha, Santiago do Bougado.

“A administração lamenta o sucedido no referido acidente, esclarecendo que foram três os colaboradores atingidos acidentalmente por uma estrutura metálica (…). Mais refere que do acidente em questão não resultou de qualquer ação laboral ou em exercícios de funções dos envolvidos, excluindo-se qualquer violação das regras de segurança no trabalho”.

Contactada pela Lusa, a assessoria da empresa indicou “que os trabalhadores, no momento do acidente, ainda não haviam entrado ao serviço”, pois só “começavam a trabalhar às 08:00”, mas confirmou que estes “já se encontravam dentro da unidade de produção” onde ocorreu o acidente.

Assistido no local pelos Bombeiros da Trofa, os dois casos mais graves foram encaminhados para o Hospital São João, no Porto, e para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave de onde, segundo a empresa, “tiveram alta hospitalar no mesmo dia (28 de março)”.

“Os três encontram-se já em casa em repouso”, acrescenta a comunicação da Metalogalva.

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Processo ao Universo Espírito Santo conta com 41 arguidos

Anunciou a Procuradoria-Geral da República

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Foto: Twitter

O processo ao Universo Espírito Santo tem 41 arguidos, oito dos quais entidades legais, e conta com 199 audições realizadas em Portugal, nos Estados Unidos, Suíça e Espanha, anunciou esta quinta-feira a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A investigação ao Universo Espírito Santo compreende um processo principal ao qual estão juntos 252 outros processos.

“Foram constituídos como arguidos 41 pessoas, nacionais e estrangeiros, oito das quais entidades legais. O processo conta com 42 pessoas investidas na posição de assistentes”, refere a PGR em comunicado.

O documento acrescenta que foram realizadas 199 audições, 22 das quais nos Estados Unidos, Suíça e Espanha, tendo sido realizadas 111 buscas em Portugal, Espanha, Macau e Suíça.

“O produto das buscas abrange, para além de suportes documentais em papel, cerca de 100 milhões de ficheiros informáticos relativos a sistemas operativos bancários, sistemas de contabilidade, contratos, documentos contabilísticos, documentos de natureza bancária e transmissão escrita de comunicações entre, designadamente, Portugal, Suíça, Luxemburgo, Panamá, Dubai, Espanha, e redigidos em inglês, francês e espanhol”, explica.

Segundo a PGR, está a decorrer no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) o inquérito que tem por objeto a investigação das condições que determinaram a resolução do Banco Espírito Santo, a insolvência da Espírito santo Internacional, da Rioforte, da ES Control, da ESFIL e da Espírito Santo Financial Group, no Luxemburgo, bem como da liquidação do Banque Privée Espírito Santo, na Suíça, a liquidação do ES Bank of Panama, no Panamá, e o ES Bankers Dubai, nos Emiratos Árabes Unidos.

“Constitui objeto de investigação, no processo em causa, um conjunto de factos que admitem o juízo de que possam ter sido cometidos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva no setor privado, corrupção com prejuízo no comércio internacional, branqueamento de capitais, infidelidade e associação criminosa”, explica a PGR.

A investigação abrange a matéria referente ao papel comercial, bem como a eventual existência de crime em processos de concessão de crédito bancário, na subscrição de dívida por investidores institucionais, quer no BES quer noutras unidades bancárias do Grupo Espírito Santo, no estrangeiro, em que se incluem cidadãos nacionais.

A PGR frisa que em maio de 2015, na sede do Eurojust, as autoridades judiciárias portuguesas celebraram com as congéneres suíças um contrato que “instituiu uma equipa de investigação conjunta” para os processos pendentes em Portugal e nesse país.

“As investigações criminais instauradas na Suíça, em cujo contexto foram congelados valores significativos, depositados em contas bancárias, não estão findas à data de hoje. No contexto da investigação conjunta com a Suíça foi trocada informação, e foram realizadas diligências a requerimento das autoridades portuguesas, em que se incluem buscas e audições de pessoas”, acrescenta.

A PGR refere que desde maio de 2016, as autoridades portuguesas aguardam “o cumprimento de cartas rogatórias enviadas à Suíça no contexto das investigações conjuntas, incluindo o produto de buscas e audições requeridas, que se têm por determinantes para a prolação do despacho que porá termo ao processo”.

No âmbito da investigação foram, ainda, acionadas linhas de cooperação com as autoridades judiciárias do Brasil, Espanha, Estados Unidos da América, Macau, Panamá, Dubai, Holanda, Bélgica, Alemanha e Luxemburgo, para obtenção de dados bancários, audições, arresto de bens e outros atos de recolha de prova.

“No contexto dos factos em investigação, por decisão das autoridades ministeriais de ambos os países e judiciais portuguesas, é investigado, também, o processo criminal que as autoridades do Grão-Ducado do Luxemburgo delegaram na justiça portuguesa, e que envolve a indiciação de crimes de falsificação no contexto da atividade de empresas do Grupo Espírito Santo domiciliadas nesse país, concretamente a Espirito Santo International”, salienta.

A investigação é dirigida por sete magistrados, no âmbito de uma equipa especial constituída com três elementos do Banco de Portugal, um da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, dez elementos da Polícia Judiciária (quatro dos quais colocados em Fevereiro de 2019), seis da PSP, dois do Núcleo de Assessoria Técnica da PGR, um da Inspeção-Geral de Finanças e três da Autoridade Tributária, e um elemento da Unidade de Apoio do DCIAP.

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