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Póvoa de Lanhoso

Assalto deixa clube da Póvoa de Lanhoso sem chuteiras e sem bolas

Prejuízo deverá ascender a mais de 10 mil euros

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Foto: Facebook Porto D'Ave

As instalações do Grupo Desportivo Porto d’Ave, na Póvoa de Lanhoso, foram assaltadas, tendo sido roubadas “praticamente todas as chuteiras” do plantel sénior, além de bolas e equipamentos de treino, disse hoje à Lusa um diretor do clube.


Segundo Bruno Vieira, do Departamento de Futebol, só em chuteiras o prejuízo deverá ascender a mais de 10 mil euros.

“Só escaparam as chuteiras dos guarda-redes, que estavam guardadas num outro espaço”, referiu.

Em termos de bolas, foram roubadas cerca de 20, preparando-se o clube para gastar de imediato 1.200 euros para repor o ‘stock’.

“Levaram ainda equipamento de treino, como camisolas térmicas, além de um televisor que servia para visionarmos os jogos”, acrescentou Bruno Vieira.

O assalto foi registado na noite de segunda para terça-feira, tendo os larápios entrado por uma janela que dá diretamente para o balneário e a arrecadação do plantel sénior.

“Só pode ter sido alguém que conhecia muito bem os cantos à casa”, disse ainda aquele dirigente.

O Grupo Desportivo Porto d’Ave milita no principal escalão da Associação de Futebol de Braga (Pro-Nacional), ocupando atualmente o segundo lugar na classificação geral, a dois pontos do primeiro, o CCD Santa Eulália.

No próximo domingo, recebe precisamente o Santa Eulália.

“Este assalto, além de um grande rombo nas nossas finanças, significa também um forte revés na preparação do jogo de domingo”, rematou Bruno Vieira.

O caso já foi participado à GNR, que está a investigar.

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Braga

Farmacêutica da Póvoa de Lanhoso condenada a seis anos e meio de prisão

Por fraude de 1,3 milhões ao Estado

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal do Porto condenou, hoje, a seis anos e seis meses de prisão efetiva, uma farmacêutica da Póvoa de Lanhoso, Rosa Costa, e um dos cinco médicos alegadamente envolvidos numa fraude de 1,3 milhões ao Serviço Nacional de Saúde.

O acórdão obriga, ainda, a Farmácia de São José, da Póvoa de Lanhoso, a pagar 70 mil euros de multa, e inibe os dois profissionais de saúde de exercerem a profissão.

Os restantes quatro médicos foram sentenciados a penas entre dois anos e meio e dois anos, mas a sua execução ficou suspensa. Estes podem continuar a exercer a profissão.

Os seis arguidos ficam responsáveis, de forma solidária, elo pagamento ao Estado dos 1,3 milhões alegadamente desviados.

O coletivo de juízes considerou que o médico Abílio Pinto era como que um ‘braço direito’ da farmacêutica.

Em declarações a O MINHO, o advogado João Magalhães, que defendeu um dos médicos com pena suspensa, disse que vai recorrer para o Tribunal da Relação do Porto: “o acórdão diz que os cinco médicos não tiveram vantagens financeiras com os supostos crimes. Ora, se assim for, não faz sentido que sejam condenados por burla, já que este crime pressupõe que se tenha ganho algo com a sua prática”.

Ao que soubemos, pelo menos a farmacêutica e o médico, vão também recorrer da decisão.

Os dois foram condenados por burla qualificada, falsificação de documento, corrupção passiva e falsidade informática.

Segundo a acusação, os médicos emitiram receitas fraudulentas, por não corresponderem a qualquer real prescrição clínica, utilizando para isso dados dos seus próprios pacientes ou de clientes das farmácias que lhes eram indicados pelas farmacêuticas.
“Nessas receitas, prescreviam invariavelmente medicamentos com custo de aquisição dispendioso e com elevada taxa de comparticipação, maioritariamente 90 por cento, do SNS”, acrescentava.

“Não houve prejuízo”

Nas alegações finais, o Ministério Público tinha pedido a condenação dos seis arguidos, enquanto que os advogados de defesa consideraram ter ficado provado que não houve crime, pois o Estado não teve qualquer prejuízo com a emissão de receitas: “se não houve prejuízo para o Serviço Nacional de Saúde, que até terá tido lucro, – conforme ficou provado em julgamento – a correlação tem de ser imediata: não havendo prejuízo não há crime”, disse a O MINHO o jurista bracarense João Magalhães que defende um dos clínicos. Assim sendo – vincou – todos defenderam a absolvição dos seis arguidos.

A posição dos advogados prende-se com o facto de que um inspetor tributário – que integrou a investigação feita no inquérito criminal pelo GRA- Gabinete de Recuperação de Ativos da PJ – o qual disse em Tribunal que a fraude na Farmácia da Póvoa de Lanhoso não prejudicou o Estado. Assim, a alegada emissão de receitas fraudulentas pela farmácia de S. José, da Póvoa de Lanhoso, não terá causado qualquer prejuízo ao erário público, antes até o terá beneficiado.

De acordo com a versão de João Magalhães, o Inspetor disse que a maioria das receitas ditas falsas foram pedidas pela farmácia para substituir outras que estavam na contabilidade “em espera”, ou porque o cliente não as tinha trazido quando foi aviá-la, ficando o pagamento suspenso até que a obtivsse no médico de família, ou porque a ARS- Norte (Administração Regional de Saúde do Norte) tinha retido dezenas de receitas por razões burocráticas, prejudicando a tesouraria da farmácia.

“Pelo depoimento do Inspetor até se deduz que o Estado ainda ficou a ganhar”, sublinhou o jurista, mas vincando que uma coisa é o alegado prejuízo do SNS (Serviço Nacional de Saúde) e outra, a que também se discute em julgamento, a de se saber se, ao pedir receitas falsas, mesmo que por motivos justificáveis, a farmacêutica terá, ou, não cometido um crime.

Notícia atualizada às 18h00 com mais informação.

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Braga

Homem detido por posse ilegal de arma em Póvoa de Lanhoso

Investigação por ameaças

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Foto: GNR

A GNR deteve na Póvoa de Lanhoso um homem de 57 anos por posse de arma ilegal, no âmbito de uma investigação por ameaças, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a GNR refere que foram hoje realizadas três buscas, uma domiciliária, uma em estabelecimento e outra em veículo, tendo apreendido três revólveres e 29 munições.

O suspeito vai ser presente ao Tribunal Judicial da Póvoa de Lanhoso.

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Braga

Fuga de gás obriga ao corte de rua no centro da Póvoa de Lanhoso

Vedada a circulação a carros e pessoas

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Uma fuga de gás em conduta obrigou ao corte de uma rua no centro na Póvoa de Lanhoso, na manhã desta terça-feira.

A situação verifica-se na rua Comandante Luís Pinto da Silva, onde está vedada a circulação de carros e pessoas.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

No local estão os Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, a GNR e o piquete de gás.

O alerta foi dado às 10:41 e foram mobilizados um total de 11 operacionais apoiados por cinco viaturas.

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