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Alunos e professores ingleses visitam empresas têxteis de Guimarães e Famalicão

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Foto: Divulgação

Um grupo de alunos e professores da University of Arts London (UAL) esteve uma semana no norte de Portugal para visitar diversas empresas da indústria têxtil local e centros de investigação e conhecimento, O roteiro passou por concelhos como Guimarães e Famalicão.

A visita decorreu no âmbito do relacionamento que universidade mantém com a empresa SIT- Seamless Industrial Technologies SA – a antiga Sonicarla Europa, SA -, em Mogege, Famalicão.

“Foi uma oportunidade de visitar empresas parceiras da SIT num conceito de ‘best of’ que representam algumas das áreas de excelência do têxtil”, informa a empresa em comunicado.

Em Famalicãom, os estudantes e professores visitaram Inovafil, TMG, CITEVE e CeNTI. Em Guimarães, os ingleses estiveram na JFA e na Facol, além da Petratex, em Paços de Ferreira.

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Guimarães

Construtora de Guimarães faturou mais de 84 milhões em 2019

Empresas

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Foto: Divulgação / Garcia e Garcia

A Garcia Garcia, construtora nacional especializada no ‘design and build’ de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, fechou 2019 a faturar acima dos 84 milhões de euros, um crescimento de 16,1% face ao ano anterior, aunciou hoje a empresa.

Em comunicado, a empresa sediada em Guimarães indica que regista um crescimento acumulado de 58,8% nos últimos dois anos, com um investimento “na capacitação dos quadros da empresa, na agilidade organizacional e no desenvolvimento de uma estrutura flexível e polivalente”.

Cerca de metade dos clientes da Garcia e Garcia são empresas multinacionais, representando 70% do volume de negócios de 2019, que conta atualmente com 175 trabalhadores no grupo.

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Guimarães

Lar em Guimarães acusado de exigir ‘joia’ de até 30 mil euros para admitir idosos

Crime

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público acusou dois responsáveis de uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) de Guimarães de recebimento indevido de vantagem, por alegadamente exigirem entre mil e 30 mil euros pela admissão de idosos no lar.

Segundo nota hoje publicada na página da Procuradoria-Geral Distrital do Porto, um dos arguidos está ainda acusado de um crime de abuso de poderes, por alegadamente ter passado a viver, com a mulher, num dos lares da IPSS, sem pagar o que quer que fosse.

A IPSS também é arguida pelo crime de recebimento indevido de vantagem.

O Ministério Público considerou indiciado que o arguido desempenhava funções de direção na IPSS, com sede na cidade de Guimarães, cujo objeto passava, além do mais, pelo acolhimento de idosos em estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI).

A arguida desempenhava na mesma IPSS funções de diretora técnica.

Segundo a acusação, os dois arguidos singulares, agindo em representação da IPSS e no interesse desta, “decidiram solicitar, aquando da outorga dos sucessivos contratos com os utentes ou familiares, o pagamento de montantes variáveis, entre mil e 30 mil euros, como contrapartida necessária e obrigatória à admissão dos utentes, bem sabendo que tal ato não estava da mesma dependente, atendendo ao protocolo que tinham contratualizado com a Segurança Social”.

Ainda de acordo com a acusação, dando execução àquela deliberação, nos anos de 2016 e 2017 foi exigido aos utentes/familiares, e por eles entregue, como condição para a admissão na IPSS, o montante global de 283.500 euros, que reverteu para a instituição “mascarado sob a capa de donativos”.

O Ministério Público pediu ainda que os arguidos sejam condenados a pagar ao Estado aquele montante, por alegadamente constituir vantagem patrimonial da atividade criminosa que desenvolveram.

O arguido está ainda acusado de, aproveitando-se das funções de direção que desempenhava, ter, a partir de 01 de janeiro de 2017, por decisão exclusivamente sua, passado a residir numa das ERPI da IPSS com a sua mulher, “usufruindo de todos os serviços e estrutura do lar, sem pagar o que quer que fosse em troca”.

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Empresa de Famalicão cria máquina que produz 100 máscaras por minuto

Covid-19

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Foto: ROQ / Facebook

A empresa S. Roque, de Famalicão, desenvolveu uma máquina capaz de fabricar até 120 máscaras por minuto.

A máquina, chamada ROQMASK, foi criada em resposta a um desafio lançado pelo Centro Tecnológico das Indústrias do Têxtil e do Vestuário (CITEVE).

A nova máquina está em fase final de testes e já acumula encomendas por parte das empresas que se lançaram na produção de máscaras.

Foi concebida e desenvolvida em menos de dois pela metalomecânica famalicense, que é líder mundial na produção de máquinas para estamparia têxtil.

“A ROQ vai lançar no mercado, em parceria com o CITEVE, uma máquina que produz cerca de 100 máscaras cirúrgicas por minuto”, adiantou ao jornal T a empresa, de Oliveira S. Mateus, que fabrica sob a marca ROQ.

A entrega das primeiras unidades está prevista para o mês de julho.

Com capacidade para produzir duas máscaras a cada segundo, a máquina facilmente alcançará uma produção superior às 100 máscaras por minuto, o que em caso de laboração contínua permitirá fabricos diários na ordem das 150 mil unidades, refere o jornal T.

“O CITEVE lançou-nos um desafio que aceitámos de imediato e desde então a empresa está focada neste projeto que irá capacitar Portugal para a produção destes equipamentos de proteção individual”, declarou Manuel Sá, CEO da S. Roque, à mesma publicação.

“Concebida para fabricar máscaras cirúrgicas Tipo I e Tipo II – modelo A, a ROQMASK é um equipamento completamente automático que produz, através de soldadura por ultrassom, máscaras até 4 layers, com inserção do clip nasal e aplicação do elástico”, informou ainda a empresa.

A S. Roque faturou no último ano cerca de 53 milhões e emprega mais de 500 trabalhadores.

Em 2017 foi distinguida como a empresa mais rentável do país no sector da produção de bens, segundo o ranking elaborado pelo Dinheiro Vivo para a revista Star Company.

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