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Braga

Vítimas de assalto ao Santander de Braga lamentam perda de jóias de valor sentimental

Crime

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O Tribunal de Braga ouviu, hoje, vários dos assistentes no processo, concretamente pessoas que tinham dinheiro e joias nos cofres alegadamente assaltados, em 2018, por um gangue no banco Santander, em Braga.


O Ministério Público calcula que, só do banco três dos dez arguidos levaram 2,6 milhões em dinheiro e 400 peças de 52 cofres. Ao todo, quatro milhões.

Os lesados pormenorizaram ao coletivo de juízes quais os valores em causa e a sua proveniência, e o sentimento de perda que sentiram aquando do furto e que ainda sentem hoje, já que, em vários casos, havia recordações de família com dezenas de anos, de “inestimável valor sentimental”. “Algo insubstituível e que ainda hoje lhes causa “mágoa”.

Os dez arguidos estão acusados de terem assaltado o banco Santander, na dependência da Avenida Central, em Braga, e várias vivendas na região minhota.

Na semana passada, o Tribunal concluiu a audição das vítimas de assaltos, os militares do NIC (Núcleo de Investigação Criminal) da GNR, que coordenaram o inquérito policial.

As audiências, que decorrem no pavilhão desportivo de Maximinos, foram, agora, abertas ao público, o que não sucedeu nas últimas três sessões.

Em julgamento, estão nove homens – quatro em prisão preventiva e um em domiciliária – e uma mulher, por assaltos ao Santander e a dez vivendas.

Eles estão acusados de associação criminosa e furto qualificado, e a mulher, companheira de um deles, apenas por furto. O grupo está acusado pelo MP de furtar 4,7 milhões, em dinheiro e bens, (sem contabilizar a moeda estrangeira), em dez assaltos a casas e ao Santander, em Braga, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez e Viana do Castelo.

Entre os lesados, com casas assaltadas e carros furtados, estão o empresário Domingos Névoa, o cantor limiano Delfim Júnior, e o médico e antigo atleta do SC Braga, Romeu Maia. A investigação foi da GNR e da PJ/Porto.

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Braga

Incêndio em Vila Verde está extinto. Consumiu 40 hectares

Incêndio florestal

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O incêndio que deflagrou ao início da noite no lugar de Boivivo, em S. Pedro (Vade), concelho de Ponte de Barca, mas que depressa ‘virou’ para o concelho de Vila Verde ficou extinto por volta das 05:00 horas desta madrugada, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Segundo Luís Morais, 2.º comandante dos Bombeiros de Vila Verde, as chamas consumiram cerca de 40 hectares de mato numa das encostas da freguesia de Aboim da Nóbrega, nos lugares da Chão e de Cabo.

“Decidimos agarrar o incêndio num caminho, evitando que alastrasse mais, conseguindo assim dar o fogo como extinto já perto do início da dia”, disse o responsável pelas operações no terreno.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O elevado desnível do terreno, a mais de 500 metros de altura, aliado com um forte vento que se fez sentir na zona serrana, durante a noite, dificultou os trabalhos no terreno, com o fogo a chegar a ter uma frente de considerável dimensão.

Um abrigo de animais acabou por ser evacuado, após ordem do comandante, por existir risco do incêndio destruir aquela instalação que possuía sobretudo galinhas.

“Foi um trabalho muito duro mas os bombeiros estão de parabéns, pois conseguimos dominar o fogo e não chegou a ameaçar habitações nem houve necessidade de evacuar ninguém”, disse Luís Morais.

Segundo informações recolhidas pelo CDOS de Braga, no terreno estiveram mais de 60 operacionais e 20 viaturas de várias corporações dos distritos de Braga e Viana, como foi o caso de Famalicenses, Fão, Barcelinhos e Taipas.

A GNR de Vila Verde também esteve no local.

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Braga

Incêndio em Vila Verde lavra com grande intensidade

Incêndio florestal

em

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O incêndio florestal que deflagrou ao início da noite deste domingo no lugar de Boivivo, entre os concelhos de Vila Verde e Ponte da Barca, avança com grande intensidade para a aldeia de Aboim da Nóbrega, no concelho vila-verdense.

Pelas 01:08, as chamas descem pela serra junto ao lugar da Chão, onde existem dezenas de habitações, apurou O MINHO no local.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Há ordens de evacuação de abrigos de animais localizados na encosta que arde.

Segundo informações recolhidas junto do CDOS de Braga, existe apenas uma frente ativa, virada a Vila Verde.

No local estão cerca de 60 operacionais apoiados por 20 viaturas de corporações dos distritos de Braga e Viana do Castelo.

Também os Bombeiros de Beato e Penha de França (Lisboa) estão no combate, uma vez que integram uma equipa especial sediada durante o verão em Viana do Castelo.

A GNR de Vila Verde está no terreno.

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Braga

Cisterna da Câmara de Braga afundou no rio Este

Acidente

em

Fotos cedidas a O MINHO por Mário Queirós

Uma cisterna agrícola foi encontrada esta manhã de domingo afundada no rio Este, junto ao complexo desportivo da Rodovia, na cidade de Braga.

Desconhecem-se os motivos da ocorrência, sabendo-se apenas que, pelas 07:00 horas desta manhã, a cisterna encontrava-se no local sem sinal da viatura que a atrelava.

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Ao longo desta manhã, O MINHO contactou diversas entidades, como PSP, Polícia Municipal, Bombeiros Sapadores e Voluntários, mas nenhum organismo tem conhecimento da situação ou recebeu qualquer pedido de auxílio para rebocar a cisterna.

Ao que apurámos, cerca das 08:00 horas, uma viatura da Câmara de Braga esteve no local e os funcionários cobriram a cisterna com uma lona.

Entretanto, o vereador do Ambiente, Altino Bessa, confirmou que a cisterna pertence à Câmara de Braga e que se tratou de uma “operação” que “não correu bem”.

“Houve alguma falha, ou mecânica ou do manobrador”, explica o vereador, assegurando que a mesma será “retirada durante esta tarde”.

“Todos os dias, nesta época de verão, abastece água no Lago da Rodovia para regar jardins e floreiras da cidade onde não há sistema de rega”, clarifica Altino Bessa, negando que seja de transporte de águas residuais.

(notícia atualizada às 14h03 com declarações de Altino Bessa)

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