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UMinho angaria brinquedos para crianças carenciadas ou com necessidades especiais

Campanha solidária

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Foto: Divulgação / UMinho

A Universidade do Minho (UMinho) lançou, como habitualmente, a Campanha de Recolha de Brinquedos “OFERECE e faz uma criança feliz!”. Os brinquedos angariados serão entregues a crianças carenciadas e a crianças com necessidades especiais.


A Campanha prolonga-se até dezembro e tem já uma longa tradição. Iniciada em 2008, este será o quinto ano consecutivo em que irá contribuir com brinquedos eletrónicos que serão adaptados para crianças com necessidades especiais.

Esta 12.ª edição da campanha, que terá vários locais para a entrega de brinquedos, é levada a cabo pelos Serviços de Acção Social da UMinho (SASUM) em cooperação com a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), com o apoio do Núcleo de Robótica do Departamento de Eletrónica Industrial da UMinho e o SalusLive – Centro Terapêutico.

Tem como objetivo sensibilizar para a doação de um brinquedo que já não precise ou para a oferta de brinquedos novos, para que todos possam participar e ajudar a levar a magia do Natal, não só a crianças carenciadas, mas também a crianças com necessidades especiais, que de outra forma não terão a alegria de receber um brinquedo nesta quadra tão especial.

Os Brinquedos Eletrónicos serão adaptados para oferta a crianças com necessidades especiais

O Laboratório de Robótica do Departamento de Eletrónica Industrial da UMinho vai dedicar uma semana à adaptação de brinquedos eletrónicos, de forma a que possam ser usados por crianças com necessidades especiais. Entre os dias 10 e 15 de dezembro, alunos e docentes vão pôr “mãos à obra” para conseguir adaptar o máximo de brinquedos, que serão posteriormente entregues a instituições que trabalham com crianças com necessidades especiais.

Os restantes brinquedos recolhidos (não eletrónicos) serão entregues a instituições minhotas que trabalham com crianças carenciadas.

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Barcelos

Onda solidária por bebé de Barcelos que precisa de tratamentos caros

Solidariedade

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Foto: DR

A família de uma bebé de 14 meses, da freguesia de Viatodos, em Barcelos, lançou uma campanha de recolha de plásticos para ajudar a pagar os tratamentos da pequena Leonor, que sofreu uma anoxia neonatal que lhe provocou lesões graves.

O caso foi dado a conhecer numa reportagem da Rádio Barcelos, na qual a mãe de Leonor, Ana Fernandes, explica que a bebé precisa de tratamentos dispendiosos e, para fazer face às despesas, a família apela à recolha de plásticos para serem entregues na Resulima.

A empresa de valorização e tratamento de resíduos sólidos paga pelas quantidades de plástico entregues.

Garrafões, garrafas, copos e garrafinhas de iogurtes, embalagens de produtos de higiene, cápsulas de café vazias podem ser entregues em vários pontos de recolha em Barcelos, Famalicão, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Braga e Viana do Castelo.

Os Bombeiros de Viatodos e a Junta de Macieira de Rates, no concelho de Barcelos, são alguns dos pontos de recolha.

Além da campanha de recolha, podem ser feitas contribuições através do NIB: 0045 1282 40314640462 74 e IBAN: PT 50 0045 1282 4031 4640 4627 4.

Há latinhas em vários estabelecimentos comerciais em que as pessoas podem deixar o seu contributo, bem como através da Associação Remelhe Saudável.

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Cávado

Conta solidária para ajudar menino de Esposende já está ativa

Solidariedade

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Foto: DR

A partir de hoje, está ativa a conta solidária de angariação de fundos para ajudar Serginho, o menino de 12 anos, de Esposende, que ficou com incapacidade de 95% após ter sido atropelado.

Quem quiser contribuir para a causa pode fazê-lo através do IBAN: PT 0050 0007 0000 0050 0021 2272 3.

O nome de beneficiário é Sérgio Filipe Cavalheiro Fernandes.

Como O MINHO noticiou, Serginho, de 12 anos, foi atropelado no dia 06 de junho de 2019, em Palmeira de Faro, à porta de casa dos avós, ficando na altura em estado crítico

Onda solidária por menino que ficou 95% incapacitado ao ser atropelado em Esposende

A criança atravessava a EN 103-1 quando foi colhido por uma viatura que seguia no sentido Barcelos – Esposende. Foi transportado para o Hospital de São João, no Porto, com vários ferimentos críticos. Ao fim de uma luta intensa, conseguiu sobreviver.

Ao assinalar-se um ano do brutal acidente, o pequeno Sérgio está agora com uma incapacidade física de 95%, dependendo dos cuidados da mãe que deixou de trabalhar desde essa altura. Apenas o pai tem sustentado a família.

Apesar de nunca terem pedido apoio público, Sara e Paulo, progenitores, aceitaram agora fazer parte de um grupo de apoio organizado por amigos e familiares, com a intenção de os ajudar, de forma urgente.

Grupo Folclórico participa com cheque na onda solidária pelo Serginho, em Esposende

Antes do acidente, Serginho era um talentoso tocador de acordeão. Os pais, sempre se envolveram na comunidade esposendense, participando como voluntários num grupo que ajudou nas consequências dos incêndios da Beira Alta, em 2017.

De acordo com fonte do grupo, embora a muito custo, os pais decidiram agora aceitar esta ajuda organizada pelos mais próximos, que vão realizar uma série de eventos ainda não divulgados e criar uma conta solidária durante os próximos dias.

O grupo, patente na rede social Facebook, pode ser acedido através deste link.

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Cávado

Onda solidária por menino que ficou 95% incapacitado ao ser atropelado em Esposende

Solidariedade

em

Fotos: Redes Sociais

Nasceu hoje uma nova corrente solidária no concelho de Esposende. Serginho, de 12 anos, foi atropelado no dia 06 de junho de 2019, em Palmeira de Faro, à porta de casa dos avós, ficando na altura em estado crítico.

A criança atravessava a EN 103-1 quando foi colhido por uma viatura que seguia no sentido Barcelos – Esposende. Foi transportado para o Hospital de São João, no Porto, com vários ferimentos críticos. Ao fim de uma luta intensa, conseguiu sobreviver.

Ao assinalar-se um ano do brutal acidente, o pequeno Sérgio está agora com uma incapacidade física de 95%, dependendo dos cuidados da mãe que deixou de trabalhar desde essa altura. Apenas o pai tem sustentado a família.

Apesar de nunca terem pedido apoio público, Sara e Paulo, progenitores, aceitaram agora fazer parte de um grupo de apoio organizado por amigos e familiares, com a intenção de os ajudar, de forma urgente.

Antes do acidente, Serginho era um talentoso tocador de acordeão. Os pais, sempre se envolveram na comunidade esposendense, participando como voluntários num grupo que ajudou nas consequências dos incêndios da Beira Alta, em 2017.

De acordo com fonte do grupo, embora a muito custo, os pais decidiram agora aceitar esta ajuda organizada pelos mais próximos, que vão realizar uma série de eventos ainda não divulgados e criar uma conta solidária durante os próximos dias.

O grupo, patente na rede social Facebook, pode ser acedido através deste link.

 

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