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Guimarães

Tribunal de Guimarães condenou homem que violou rapariga a internamento psiquiátrico

Colectivo de juízes considerou que sofre de esquizofrenia paranóide com deterioração cognitiva e da personalidade

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Foto: DR

Um homem de 36 anos, de Guimarães foi acusado de perseguir, violar, ameaçar e tentar matar uma rapariga por quem se apaixonou. Na sentença, segundo o Correio do Manhã, o tribunal de Guimarães não tem dúvidas: considerou-o inimputável e perigoso e capaz de voltar a cometer outros crimes da mesma espécie.

No ano passado, o homem violou a vítima, ameaçou-a com mensagens de telemóvel, perseguiu-a e tentou matá-la, de carro, quando servia numa esplanada de um café na cidade vimaranense e quase que atropelava dois clientes e um homem que passava na rua.

O homem foi condenado a cumprir um período prolongado de tratamento psiquiátrico supervisionado, nunca inferior a três anos e num máximo de dez anos e oito meses, ainda segundo o jornal diário.

A pena já está a ser cumprida na ala psiquiátrica da cadeia de Santa Cruz do Bispo. O colectivo de juízes provou que todos os crimes haviam sido cometidos mas considerou que sofre de esquizofrenia paranóide com deterioração cognitiva e da personalidade. O acusado regressou de França há, sensivelmente, cinco anos atrás.

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Guimarães

Árvore cai em cima de três habitações e causa danos elevados em Guimarães

Azurém

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Imagem via Gurpo Santiago

Uma árvore de grande porte tombou por cima de três habitações ao final da manhã desta terça-feira, em Guimarães, provocando elevados danos materiais.

A árvore já estaria sinalizada pelos serviços municipais como estando em risco, mas não foi removida a tempo, tombando esta manhã, na Rua Pedro Nunes, em Azurém, como dá conta o Guimarães Digital, do Grupo Santiago.

Segundo relatam moradores àquele jornal, a Câmara de Guimarães tinha conhecimento da situação há algum tempo, mas a árvore manteve-se no local.

Ao que apurou O MINHO, pelas 13:00 horas, os bombeiros ainda não tinham sido alertados para remover a árvore.

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Ave

Feira de Guimarães reabre com área de isolamento para casos suspeitos

Covid-19

em

Espaço da feira de Guimarães. Foto: Divulgação / CM Guimarães

A feira de Guimarães reabre na sexta-feira, com um plano de contingência que preconiza, designadamente, a criação de uma área de isolamento para acolher casos suspeitos de infeção por covid-19, anunciou hoje a Câmara.

Em comunicado, a Câmara acrescenta que a lotação máxima do espaço será de 320 clientes e que, face ao eventual aparecimento de casos com fundadas suspeitas de infeção, o plano estipula a entrega de um ‘kit’ de proteção individual e o encaminhamento para a área de isolamento, assim como o contacto para a linha SNS 24.

A feira disporá apenas de uma entrada e duas saídas, para permitir uma “gestão cuidada” dos acessos e evitar uma concentração excessiva de pessoas, e os consumidores serão sensibilizados para a permanência no recinto apenas durante o tempo “estritamente necessário”.

O plano de contingência refere que só podem ser atendidas duas pessoas de cada vez por banca, para manter as medidas de distanciamento de pelo menos dois metros, sendo obrigatório o uso de máscara ou viseira por feirantes e clientes.

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Guimarães

UMinho na rota do futuro do ensino superior “pós-Covid”

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Na próxima terça-feira, dia 26 de maio, na Universidade do Minho (UMinho), em Guimarães, vai ter lugar uma sessão da iniciativa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o Futuro”, promovida pela Direção Geral do Ensino Superior (DGES), com apoio da UMinho. A iniciativa pretende mobilizar as instituições de ensino superior, mas também outras entidades públicas e privadas, para uma resposta conjunta aos desafios suscitados pela Covid-19.

A sessão, com início agendado para as 11h, decorrerá no Auditório Nobre, no campus de Azurém, em Guimarães, contará com intervenções do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, do Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do Pró-Reitor da UMinho, Manuel João Costa, de Mário Jorge Machado, CEO da Estamparia Adalberto, de António Carlos Rodrigues, CEO da Casais, e ainda de representantes da OCDE. Participarão na sessão professores e investigadores, empregadores, autarcas e estudantes.

O debate pretende “estimular uma rápida adaptação em práticas e abordagens de ensino, aprendizagem, trabalho e investigação, para melhor preparar a transição para o período pós-COVID-19″, refere o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES). A iniciativa, que visa identificar os principais constrangimentos, desafios e oportunidades trazidos pela pandemia, procura ao mesmo tempo antecipar o papel que as instituições de ensino superior terão no período pós Covid-19, fomentar novas abordagens no funcionamento e organização das mesmas e reforçar a resposta conjunta que os sistemas de ciência e ensino superior podem dar aos desafios criados.

Entre as iniciativas em debate destacam-se aquelas que visam empregar melhor, respondendo às necessidades específicas de diferentes segmentos de população alvo, desde os jovens recém-licenciados (23-35 anos de idade), aos profissionais à procura de formação complementar (35-55 anos de idade); fomentar a diversificação e especialização da oferta de ensino, conciliando a oferta de cursos e a introdução de práticas inovadoras de ensino e aprendizagem com as competências requeridas pelo mercado de trabalho; e alargar a base social do ensino superior, reforçando o desígnio de aumentar a qualificação formal da população portuguesa e, em particular, a participação de jovens de 20 anos no ensino superior dos atuais cerca de 50% para 60% até 2030.

De forma a garantir as normas de segurança recomendadas, nomeadamente o distanciamento físico entre os participantes na sessão, a capacidade do Auditório Nobre foi limitada.

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