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Guimarães

Tribunal de Guimarães condenou homem que violou rapariga a internamento psiquiátrico

Colectivo de juízes considerou que sofre de esquizofrenia paranóide com deterioração cognitiva e da personalidade

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Foto: DR

Um homem de 36 anos, de Guimarães foi acusado de perseguir, violar, ameaçar e tentar matar uma rapariga por quem se apaixonou. Na sentença, segundo o Correio do Manhã, o tribunal de Guimarães não tem dúvidas: considerou-o inimputável e perigoso e capaz de voltar a cometer outros crimes da mesma espécie.

No ano passado, o homem violou a vítima, ameaçou-a com mensagens de telemóvel, perseguiu-a e tentou matá-la, de carro, quando servia numa esplanada de um café na cidade vimaranense e quase que atropelava dois clientes e um homem que passava na rua.

O homem foi condenado a cumprir um período prolongado de tratamento psiquiátrico supervisionado, nunca inferior a três anos e num máximo de dez anos e oito meses, ainda segundo o jornal diário.

A pena já está a ser cumprida na ala psiquiátrica da cadeia de Santa Cruz do Bispo. O colectivo de juízes provou que todos os crimes haviam sido cometidos mas considerou que sofre de esquizofrenia paranóide com deterioração cognitiva e da personalidade. O acusado regressou de França há, sensivelmente, cinco anos atrás.

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Guimarães

Tribunal de Guimarães condena sargento do Exército por tráfico de armas

Sargento-chefe Alcino Costa

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Tribunal de Guimarães / DR

O Tribunal Judicial de Guimarães condenou a cinco anos de prisão, com pena suspensa, um sargento-chefe do Exército por um crime de tráfico de armas agravado, anunciou esta quarta-feira a Procuradoria-Geral Distrital do Porto (PGDP).

Em nota publicada na sua página, a PGDP refere que aquela pena consta de um acórdão datado de 26 de setembro e é igual à que tinha sido aplicada em dezembro de 2017.

Na altura, o arguido recorreu e a Relação mandou repetir o julgamento.

Segundo a nota, o tribunal deu como provado que o arguido, militar do quadro permanente das Forças Armadas, “adquiriu fora das condições legais três armas de fogo, uma das quais veio a ser utilizada por outrem num assalto a uma carrinha de valores”.

“Mais considerou provado que em duas outras ocasiões distintas, e com vista à ulterior revenda, o arguido adquiriu um total de 5.000 munições sem que fossem efetuados os registos dessas aquisições”, acrescenta.

Em duas habitações do arguido foram apreendidas armas registadas a favor de terceiros, bem como diversas peças de armas de fogo.

Segundo a acusação, o sargento-chefe do Exército Alcino Costa, a cumprir serviço no Regimento de Paraquedistas de Tancos, desviava armas de quartéis e comercializava-as no mercado negro.

Acabou por ser condenado por um crime de tráfico e mediação de armas por alegadamente ter entregado uma pistola a um homem que a usou num assalto a uma carrinha de valores.

No entanto, o tribunal deu como provado que essa pistola fora adquirida pelo arguido a uma família amiga.

Durante o julgamento, Alcino Costa refutou os factos da acusação e negou que as funções que desempenha no Exército lhe tenham dado acesso privilegiado a armas.

“Querem fazer crer que roubava armas nos quartéis e as punha no exterior. São afirmações muito infelizes. Nunca trabalhei na parte logística ligada ao armamento e o armamento é controlado à peça, à grama, é impossível qualquer arma sair do quartel”, apontou.

O processo tem mais 12 arguidos, um dos quais foi condenado a oito anos de prisão, por um crime de tráfico e mediação de armas agravado, tendo os restantes sido condenados ou a penas de prisão suspensas na sua execução ou a multas.

Os 13 arguidos foram detidos em abril de 2016, numa operação que incluiu 20 buscas domiciliárias por vários concelhos da zona Norte do país, tendo a Polícia Judiciária apreendido 5.058 munições de diversos calibres, 22 armas curtas, nove armas longas, seis armas elétricas, nove aerossóis, 12 armas brancas, oito granadas, três sabres baioneta, cerca de mil artigos considerados material de guerra e fardamento militar e ainda centenas de peças de armas de fogo.

Entre as armas, encontram-se duas metralhadoras de uso exclusivo militar.

O inspetor chefe da PJ de Vila Real, António Torgano, explicou à data das detenções que a investigação que levou às detenções dos arguidos já decorria “há vários meses” e na sua origem esteve a apreensão de armas no âmbito de outros crimes.

Entre esses crimes está a morte de um inspetor da PJ, Júlio Melo, assassinado na sequência de um assalto à mão armada a uma carrinha de valores.

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Guimarães

Guimarães investe cerca de 150 mil euros para iluminar o Natal

Investimento similar ao de Braga

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

Não foi só Braga que decidiu abrir cordões à bolsa para melhor iluminar as ruas citadinas durante o período natalício.

A Câmara de Guimarães já disponibilizou publicamente o investimento deste ano na iluminação de Natal, e, à semelhança da cidade vizinha, irá investir um valor aproximado dos 150 mil euros.

O contrato já foi publicado no portal de contratos públicos Basegov e é cerca de 5 mil euros mais caro que o celebrado no ano anterior.

A empresa contratada será responsável pelas iluminações natalícias, ambientação cenográfica, animação, mercado de Natal e iluminação do Jardim da Alameda de São Dâmaso.

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Guimarães

José Neves nomeado pela terceira vez para prémios da moda britânicos

Empresário de Guimarães, fundador da Farfetch

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Foto: Divulgação

O fundador e presidente executivo da empresa tecnológica portuguesa Farfetch, José Neves, está nomeado pelo terceiro ano consecutivo para os prémios de moda britânicos, anunciou hoje a organização.

José Neves, empresário fundador da plataforma online de moda de luxo global Farfetch, concorre na categoria de Business Leader (líder de negócio, em português) dos prémios atribuídos anualmente pelo Conselho Britânico de Moda (BFC, na sigla em inglês).

Na mesma categoria estão nomeados também Alexandre Arnault, da Rimowa, Marco Bizzarri, da Gucci, Marco Gobbetti, da Burberry, e Remo Ruffini, da Moncler.

O anúncio dos nomeados da edição deste ano dos prémios foi feito por Stephanie Phair e Caroline Rush, respetivamente presidente e diretora executiva do BFC, entidade que descreve o “líder de negócios” como alguém “com uma aptidão natural para cultivar tanto o talento criativo como o crescimento comercial”.

O “líder de negócios” é também alguém que “possibilita a liberdade criativa juntamente com a estabilidade financeira, o que, por sua vez, gera inovação e entusiasmo dentro e fora da indústria”, descreve o BFC.

Os vencedores dos prémios britânicos de moda vão ser anunciados no dia 02 de dezembro, no Royal Albert Hall, em Londres.

Os prémios de moda britânicos visam reconhecer a criatividade e a inovação na moda, distinguindo “indivíduos excecionais cuja imaginação e criatividade abriram novos caminhos na moda global nos últimos 12 meses, bem como marcas e empresas que transformaram as possibilidades da moda”.

As outras categorias a concurso são “Designer de Acessórios do Ano”, “Marca do Ano”, “Designer Britânico de Roupa Masculina do Ano”, “Designer Britânico de Roupa Feminina do Ano”, “Talento Emergente Britânico de Roupa Masculina”, “Talento Emergente Britânico de Roupa Feminina”, “Designer do Ano”, “Modelo do Ano” e “Urban Luxe”.

Estas nomeações resultaram de uma votação feita por 2.500 profissionais da indústria da moda em 32 países.

No início do ano, Giorgio Armani foi anunciado como vencedor do ‘Outstanding Achievement Award’ e Naomi Campbell venceu o ‘Fashion Icon Award’, sendo esperados anúncios de mais prémios especiais de reconhecimento antes da noite da cerimónia de entrega dos prémios.

Fundada em 2007 e lançada em 2008, a Farfetch é uma plataforma digital de comércio para a moda de luxo que serve de ponto de contacto entre mais de 3.200 marcas e 935.000 utilizadores ativos em 190 países.

Em setembro de 2018, a empresa sediada em Londres tornou-se na primeira empresa tecnológica portuguesa a ser cotada na Bolsa de Valores de Nova Iorque.

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