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Desporto

Tamila Holub 16.ª e Diana Durães 18.ª nos 1.500 metros livres dos Mundiais

Na Coreia do Sul

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Foto: DR / Arquivo

As portuguesas Tamila Holub e Diana Durães terminaram hoje nos 16.º e 18.º lugares da prova de 1.500 metros livres, na segunda jornada de natação pura dos Mundiais, que estão a ser disputados em Gwangju, na Coreia do Sul.

Na segunda série da distância em que ambas já têm mínimos para Tóquio2020, Tamila Holub (Sporting de Braga) foi sétima, com o tempo de 16.29,57 minutos, e Diana Durães (Benfica) foi nona, em 16.30,67, deixando-as nas 16.ª e 18.ª posições da classificação, respetivamente, a cerca de meio minuto da marca que garantiu a presença na final (16.02,75).

Nos 100 metros costas, Gabriel Lopes (ALN-Louzan) gastou 55,33 segundos na quarta-série, que terminou no segundo posto, finalizando a competição no 30.º posto, entre 63 participantes. O último apurado para as meias-finais registou o tempo de 54,04.

Miguel Nascimento (Benfica) terminou a competição de 200 metros livres com o 37.º tempo, entre 65 inscritos, em 1.49,71 minutos, menos de dois segundos acima do tempo de qualificação para a meia-final (1.47,06)

Holub vai ainda disputar os 800 metros livres, tal como Diana Durães, que ainda vai alinhar nos 400 livres. Gabriel Lopes vai voltar a competir nos 200 metros costas e nos 200 estilos – distância em que tem mínimos para Tóquio2020 – e Miguel Nascimento nos 50 e 100 livres e na estafeta 4×200 livres.

Na terça-feira, a seleção portuguesa vai estar representada por Victoria Kaminskaya (Benfica), nas eliminatórias dos 200 estilos.

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SC Braga

Europeus crosse: A hora dos mais novos, com Mariana Machado

Prova que se disputa no domingo, no Parque da Bela Vista, em Lisboa

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Foto: DR/Arquivo

Mariana Machado, uma jovem bracarense de 19 anos, é o grande destaque a nível de portugueses para os Europeus de corta-mato, que se disputam no domingo, no Parque da Bela Vista, em Lisboa.

Portugal, que apresenta equipas em seniores, sub-23 e juniores, tanto em masculinos como em femininos, e ainda uma estafeta mista, tem maiores expectativas nas corridas dos mais novos, já que Etson Barros também é candidato às medalhas, mesmo com a presença do norueguês Jakob Ingerbritsen.

Filha da fundista olímpica Albertina Machado e treinada pela experiente Sameiro Araújo, Mariana ‘explodiu’ como atleta este ano, num percurso em que se destaca a ‘prata’ nos 3.000 metros dos Europeus de juniores, no mesmo dia em que foi quarta nos 1.500.

Já no outono, surpreendeu ao aparecer num patamar ainda mais elevado, correndo entre a elite e lutando com as africanas nos exigentes crosses disputados em Espanha, vencendo mesmo em uma dessas provas.

Há dois anos, com 17 anos, foi 24.ª e no ano passado melhorou para 15.ª. Agora, com um apuro de forma notável e confiança ao máximo, é favorita.

Já Etson Barros, ainda com 18 anos – tem mais um ano como júnior -, chega ao nível dos melhores no primeiro ano em que corre pelo Benfica. Antes, competia pelo algarvio Pechão, de Ana Cabecinha, tendo-se iniciado como marchador.

O pupilo de Paulo Murta também evoluiu muito na última época e não parou de mostrar grande potencial na época de crosse, também em Espanha.

Dificilmente será aposta para vencer, dada a presença de Jakob Ingerbritsen, mas poderá chegar ao pódio.

Na Bela Vista, Portugal vai ter 37 em 40 atletas possíveis e só não faz o pleno, como estava delineado, porque o selecionador nacional, António Sousa, decidiu não preencher todas as vagas das selecionadas e pré-selecionadas que declinaram o convite, por lesão ou opção de época.

Uma decisão com alguma polémica e contestação, por parte de atletas que até apareceram numa prova de observação, há duas semanas, de que apenas saiu Susana Francisco, que assim se junta às muito experientes Salomé Rocha e Dulce Félix.

Para pontuar coletivamente não há margem de erro, numa seleção que seria candidata ao pódio, com Jessica Augusto, Inês Monteiro, Sara Moreira e Catarina Ribeiro.

Dulce Félix, medalhada quatro vezes entre 2010 e 2013 (duas pratas e dois bronzes), e Salomé Rocha, a melhor portuguesa em quatro das cinco últimas edições, são nomes incontornáveis do meio-fundo português.

Salomé Rocha vai para a 12.ª presença e Dulce para a nona e mesmo que os seus melhores momentos como especialistas de corta-mato já tenham passado (agora são essencialmente maratonistas), é com alguma expectativa que se aguardam os resultados das suas provas.

A equipa masculina de seniores, também sem vários dos melhores e com o campeão nacional, Rui Teixeira, vindo de uma maratona, tem aspirações naturalmente limitadas.

Há um ano, foi 12.ª entre 16 equipas classificadas, pelo que fazer melhor do que isso é a primeira meta.

Coletivamente, Portugal esteve ‘apagado’ há um ano, com classificações na segunda metade da tabela, em todas as corridas, pelo que se espera um pouco melhor agora, atendendo ao ‘fator casa’.

Por clubes, o Sporting domina, com 14 atletas, à frente do Benfica (nove), do SC Braga (cinco) e nove de outros sete clubes.

As corridas realizam-se todas na manhã de domingo, a partir das 10:00 horas, com entregas de medalhas às 14:00.

– Programa:

09:45 – cerimónia de abertura

10:00 – sub20 (M), 6.225 metros

10:30 – sub20 (F), 4.225

10:55 – sub23 (M), 8.225

11:30 – sub23 (F), 6.225

12:05 – estafeta mista, 4×1.500

12:35 – seniores (M), 10.225

13:20 – seniores (F), 8.225

14:00 – cerimónias protocolares.

— Seleções portuguesas:

– Masculinos:

Seniores:

André Pereira, Benfica

Miguel Marques, Sporting

Hugo Almeida, Sporting Braga

Rui Teixeira, Sporting

Paulo Barbosa, Maia

Luís Saraiva, Sporting Braga

Sub-23:

Isaac Nader, Benfica

Alexandre Figueiredo, Benfica

Ricardo Ferreira, Sporting

Cristiano Borges, Sporting

Jorge Moreira Sporting Braga

Filipe Vitorino, CN Rio Maior

Juniores:

Etson Barros, Benfica

Ruben Amararal, Sporting

Miguel Ribeiro, Benfica

Miguel Moreira, Sporting

Duarte Gomes, Benfica

Nuno Pereira, Sporting

– Femininos:

Seniores:

Dulce Félix, Benfica

Salomé Rocha, Sporting

Susana Francisco, Sporting Braga

Sub-23:

Joana Ferreira, Juventude Vidigalense

Beatriz Rodrigues, Sporting

Manuela Martins, Maratona

Sara Duarte, Jardim da Serra

Lília Martins, Juventude Vidigalense

Sara Monteiro, NucleoOeiras

Juniores:

Mariana Machado, SC Braga

Lia Lemos, Maia

Bárbara Neiva, Sporting

Mónica Silva, Vitória SC

Cátia Pereira, Sporting

Camila Gomes, Benfica

– Estafeta mista:

Salomé Afonso, Sporting

Patrícia Silva, Benfica

Paulo Rosário, Sporting

Luís Monteiro, Sporting

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Futebol

FC Porto a um ponto das meias, Benfica e Sporting em ‘mãos’ alheias

Taça da Liga

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Foto: FC Porto / Twitter

O FC Porto é o único ‘grande’ que só depende de si próprio para marcar presença na ‘final four’ da Taça da Liga em futebol, depois de concluída a segunda jornada da terceira fase.

A formação ‘azul e branca’, que nunca venceu a competição, em 12 edições, colocou-se hoje a um ponto das meias-finais, ao vencer por 3-0 no reduto do ‘secundário’ Casa Pia, após o triunfo caseiro por 1-0 face ao Santa Clara.

Os comandados de Sérgio Conceição assumiram o primeiro lugar do Grupo D e é com outra equipa da II Liga que vão disputar o acesso à fase final da prova, que se realiza em Braga, com meias-finais em 21 e 22 de janeiro de 2020 e final no dia 25.

O encontro que tudo decidirá está marcado 22 de dezembro, em Chaves, onde o conjunto local, também com dois triunfos (1-0 no reduto do Casa Pia e na receção ao Santa Clara), precisa de ganhar, pois perde para os portistas nos golos (2-0 contra 4-0).

Finalistas vencidos em 2009/10 (0-3 com o Benfica), 2012/13 (0-1 com o Sporting de Braga) e na época passada (1-3 nos penáltis, após 1-1 nos 90 minutos, com o Sporting), os ‘dragões’ estão em situação similar ao Sporting de Braga, no Grupo A.

Os ‘arsenalistas’, que já foram anfitriões da prova na época passada, venceram em Penafiel (3-1) e com o Marítimo (2-1), em outubro, e lideram o agrupamento, com seis pontos, contra quatro do Paços de Ferreira (1-1 com os insulares e 2-1 em Penafiel).

A formação de Sá Pinto só precisa, assim, de um empate, mas, como o Desportivo de Chaves, o conjunto da Capital do Móvel terá em 22 de dezembro, pelas 17:00, o ‘fator casa’ do seu lado e sabe que estará na ‘final four’ em caso de triunfo.

Os bracarenses somam uma vitória na prova, em 2012/13, e foram ainda finalistas em 2016/17 (0-1 com o Moreirense), enquanto o Paços de Ferreira perdeu por 2-1 com o Benfica na final de 2010/11.

Se FC Porto e Sporting de Braga têm, mesmo jogando fora, o destino nas suas mãos, para voltarem, um ano depois, à ‘final four’, o Benfica, no Grupo B, e o Sporting, no C, dependem de outros para conquistar o mesmo objetivo.

Os dois ‘grandes’ de Lisboa jogam o seu destino em 21 de dezembro, sabendo de antemão que triunfos do Vitória de Guimarães, na receção ao secundário Sporting da Covilhã, e do Rio Ave, também em casa, perante o Gil Vicente, os afastam da prova.

Os ‘encarnados’, recordistas de títulos na prova, com sete troféus (2008/09 a 2011/12 e 2013/14 a 2015/16), precisam que os minhotos não ganhem e ainda de triunfar em Setúbal.

Mesmo neste cenário, o Benfica, que empatou a zero na Luz com o Vitória de Guimarães e a um na Covilhã, na terça-feira, pode ‘cair’ se o conjunto da II Liga ganhar e mantiver vantagem sobre os ‘encarnados’ nos golos (2-2 contra 1-1).

Após duas jornadas, o Vitória de Guimarães lidera, com quatro pontos, contra dois de Sporting da Covilhã e Benfica e um do já arredado Vitória de Setúbal.

A situação dos ‘leões’, vencedores das últimas duas edições, ambas conquistas em Braga nos penáltis, é semelhante, pois estão obrigados a ganhar em Portimão e ainda que o Rio Ave não vença em casa o já afastado Gil Vicente.

Os problemas do conjunto de Silas, que na quarta-feira venceu por 2-0 em Barcelos, são ainda maiores porque, ao contrário do Vitória de Setúbal, o Portimonense deverá jogar com os melhores, uma vez que está na corrida à ‘final four’.

O conjunto algarvio lidera o Grupo C a par do Rio Ave, ambos com quatro pontos e 3-2 em golos – neste caso prevalece a equipa com menor média de idades -, enquanto o Sporting, que perdeu por 2-1 em casa com os vila-condenses, é terceiro, com três.

O primeiro de cada um dos quatro grupos da terceira fase segue para as meias-finais: em 21 de janeiro de 2020, jogam os vencedores dos grupos A e C e, em 22, os que conquistarem os agrupamentos B e D. A final é no dia 25.

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Futebol

Tomás Esteves é o defesa mais jovem a estrear-se no FC Porto em 94 anos

O segundo defesa mais jovem de sempre

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Foto: Twitter / FC Porto

O apontamento é lançado pelos aficionados da estatística, playmakerstats, através do Twitter. Tomás Esteves, futebolista natural de Arcos de Valdevez, que se estreou esta quinta-feira pela equipa principal do Futebol Clube (FC) do Porto, é o defesa caloiro mais novo, em 94 anos, dos dragões.

Torna-se, também, o segundo defesa mais jovem, de sempre, a alinhar pelos bicampões europeus, depois de Temudo, defesa que, em 1925, se estreou com 17 anos e sete meses, menos um que o defesa direito minhoto (17 anos e oito meses).

 

O lateral direito, de 17 anos, entrou aos 75 minutos para o lugar de Manafá, quando o marcador ditava um triunfo confortável (3-0) dos portistas no marcador, frente ao Casa Pia, para a fase de grupos da Taça da Liga.

Em declarações no pós-jogo, o atleta refere ter cumprido um sonho, ao jogar pelo clube do coração. Agradeceu à mãe pelo “sacrifício” de o ter que levar aos treinos.

Em entrevista ao jornal O JOGO, durante a pré-época, o pai do atleta revelou que as viagens totalizavam mais de 150 quilómetros entre a freguesia de Aboim da Choças, de onde é natural, e o centro de treinos do Olival, em Gaia.

Depois do debut desta noite, o nome do jovem parece estar a subir, em termos de tendência, no Twitter, depois de alguns adeptos portistas influentes divulgarem o agradecimento à mãe.

O próprio clube portista destacou as declarações.

 

Na atual temporada, o arcuense soma oito jogos pela equipa B.

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