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Torre da catedral de Notre-Dame ruiu

Incêndio

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Foto: Twitter

A torre de Notre-Dame desmoronou-se devido ao incêndio que está a consumir a catedral no fim da tarde de hoje.

O incêndio começou cerca das 18:50 locais (17:50 em Portugal) e segundo o porta-voz da catedral, André Finot, toda a estrutura da Notre-Dame de Paris está a arder.

O incêndio, segundo os bombeiros, terá começado no sótão da catedral, o monumento histórico mais visitado da Europa.

A torre “desmoronou sobre ela mesma”, anunciou Emmanuel Grégoire, adjunto da presidente da Câmara de Paris, Anne Hidalgo, que lamentou os “danos colossais”.

“A partir de agora está em marcha uma missão especial para tentar salvar todas as obras de arte que seja possível”, disse Grégoire.

Falando para um canal de notícias, Grégoire afirmou que a primeira prioridade foi dada à segurança da área circundante, para proteger os turistas e residentes face ao risco de colapso.

UNESCO ao lado de França para salvaguardar património histórico de Notre-Dame

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) manifestou solidariedade com França na salvaguarda e restauro do património histórico, na sequência do incêndio.

Numa mensagem publicada na rede social Twitter, Audrey Azoulay diz que a agência das Nações Unidas está “ao lado de França para salvaguardar e reabilitar esse património inestimável”.

Classificada como Património Mundial da Humanidade desde 1991, a catedral gótica em pleno coração de Paris foi hoje ao final da tarde atingida por um forte incêndio que derrubou já uma das torres do monumento.

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Observatório exige derivados da canábis nas farmácias a bem da saúde pública

“Há aqui claramente um problema”

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Foto: DR

O Observatório Português de Canábis Medicinal (OPCM) lamentou hoje, em Vila Nova de Poiares, que os produtos derivados desta planta não estejam disponíveis nas farmácias, o que comporta riscos para a saúde pública.

“Há aqui claramente um problema”, disse aos jornalistas a presidente da nova associação, Carla Dias, após ter sido celebrada a escritura de constituição da OPCM, num cartório notarial daquele município do distrito de Coimbra.

A lei 33/2018, publicada em 18 de julho no Diário da República, que regula a utilização de medicamentos, preparações e substâncias à base da canábis para fins medicinais, “supostamente, devia vir facilitar tudo”, garantindo a segurança dos doentes no acesso àqueles produtos, “o que não aconteceu”, afirmou.

Entretanto, o decreto-lei 8/2019, que regulamenta a utilização daqueles medicamentos, preparações e substâncias, entrou em vigor em 15 de janeiro e, nas farmácias, “ainda não estão dispensados os produtos de que os pacientes necessitam”, criticou.

“Não existe nenhuma autorização de colocação no mercado”, acrescentou a presidente do Observatório Português de Canábis Medicinal, responsabilizando pela situação o Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

O Infarmed “está a bloquear este procedimento” e o OPCM, que passa a ter sede na Lousã, “vem questionar esta regulamentação” e a suposta omissão daquele organismo do Estado.

“O Observatório está aqui para dialogar”, para que o Infarmed “arranje uma solução que ajude os pacientes, cuja segurança está em causa”, alertou Carla Dias, mãe de uma menina de três anos, Isa, à qual é ministrada uma substância à base da planta “Cannabis sativa l.”.

O tratamento “melhorou a qualidade de vida” e diminuiu o número de crises de encefalopatia epitética de que a criança padece, referiu.

Professora do ensino secundário, Carla Dias acompanha diariamente as terapias da filha numa instituição de Braga, tendo publicado, em 2018, o livro “Uma mãe de FIRES”, alusão ao diagnóstico da pequena Isa: Febrile Infection-Related Epilepsy Syndrome (FIRE, Síndrome de Epilepsia Relacionada à Infeção Febril).

A advogada Liliana Santos, que tem dado apoio jurídico no processo de criação do OPCM, disse aos jornalistas que o Infarmed “não está a cumprir” o artigo 11º da lei 33/2018.

A norma consagra uma disposição transitória segundo a qual este instituto público, “após a publicação da presente lei, determina quais os medicamentos preparações e substâncias à base da planta da canábis, atualmente existentes, que estão em condições de ser utilizados para fins terapêuticos e medicinais”.

Contactado pela Lusa, o Infarmed, na sexta-feira, remeteu para a informação publicada no seu ‘site’, segundo a qual a colocação no mercado de preparações ou substâncias à base da planta de canábis para fins medicinais está sujeita a uma autorização de colocação no mercado, que lhe deve ser submetida.

“O pedido deve ser acompanhado das propostas da rotulagem e das instruções de utilização (…) e da documentação que demonstre a qualidade da preparação”, segundo o organismo.

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Seis mortos registados pela GNR desde início da Operação Páscoa

Mais de 760 acidentes no país

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Foto: DR/Arquivo

Seis pessoas morreram nos mais de 760 acidentes rodoviários registados pela GNR na Operação Páscoa, que termina no final do dia e durante a qual já foram detidos mais de 120 condutores por excesso de álcool do sangue.

Segundo os dados revelados hoje pela GNR, foram registados desde o início da Operação Páscoa 764 acidentes rodoviários, dos quais resultaram 27 feridos graves e seis vítimas mortais.

Até ao final do dia de domingo foram fiscalizados 17 mil condutores, dos quais 303 conduziam com excesso de álcool e, destes, 123 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2g/l.

Foram ainda detidas 40 pessoas por conduzirem sem habilitação legal.

De acordo com os dados da GNR, desde o início da Operação Páscoa (meia-noite de quinta-feira)foram registadas 4.908 contraordenações, das quais 2.462 por excesso de velocidade, 228 por falta de inspeção periódica obrigatória, 187 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 144 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinhas para crianças e 142 por uso do telemóvel durante a condução.

A GNR detetou ainda 85 contraordenações por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

A Operação Páscoa termina às 24:00 de hoje e a GNR avisa que continuará a ter “especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros”.

Os militares da GNR estão particularmente atentos a manobras perigosas, à correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, mudança de direção e cedência de passagem, à utilização indevida do telemóvel, à condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas, ao excesso de velocidade, à incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou de cadeirinhas para crianças e às condições de segurança dos veículos.

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Queixas contra o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras disparam 139%

Desde o início do ano já foram registadas 133 queixas

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Foto: DR

O Portal da Queixa registou “um aumento significativo” das reclamações dirigidas ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Entre 14 de abril de 2018 e 14 de abril de 2019, as queixas dispararam 139%, comparativamente com o período homólogo. A dificuldade em conseguir agendamento é a principal queixa apresentada nos períodos em análise.

“O Portal da Queixa tem acompanhado a crescente insatisfação dos cidadãos estrangeiros perante os serviços prestados pelo SEF. Desde o início do ano e até ao dia 14 de abril, já foram registadas na sua plataforma online 133 reclamações”, diz em comunicado.

A equipa do Portal da Queixa decidiu analisar dois períodos mais longos e verificou que, “de 14 de abril de 2017 a 14 de abril de 2018, foram recebidas 198 reclamações, tendo constatado que o número das queixas disparou para 474, entre 14 de abril de 2018 e 14 de abril de 2019, refletindo uma significativa subida de 139%”, acrescentam os resposnáveis pela plataforma.

São vários os motivos das reclamações que os cidadãos dirigem ao SEF. No entanto, a maioria reporta “a dificuldade em conseguir agendamento, a demora na entrega dos documentos, o mau atendimento e a falta de resposta”.

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