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Vitória SC

Morreu Quinzinho, antigo avançado do FC Porto, aos 45 anos

Pai de Xande Silva, ex-jogador do Vitória SC, internacional sub-21

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O antigo futebolista Joaquim Alberto Silva, conhecido por Quinzinho e que passou por clubes como o FC Porto, o Rio Ave, o Estoril Praia e o Rayo Vallecano, morreu aos 45 anos, anunciou hoje a União Desportiva Vifafranquense.

O jogador, que trabalhou recentemente para o Vilafranquense como preparador físico, sentiu-se mal subitamente depois de realizar uma corrida em Alverca

O ex-avançado representou o FC Porto nas épocas de 1995/96 e de 1998/99, tendo na sua carreira em Portugal jogado também na União de Leiria, Rio Ave, Farense, Desportivo das Aves, Alverca e Estoril-Praia.

O Vilafranquense, equipa na qual Quinzinho trabalhou recentemente como preparador físico, já emitiu uma nota de pesar pelo desaparecimento súbito do antigo jogador.

Entre 2003 e 2009, o avançado jogou em clubes chineses e acabou por terminar a carreira no ASA, de Luanda.

Foto: vitoriasc.pt / Arquivo

Quinzinho era pai de Xande Silva, ex-jogador do Vitória SC, internacional sub-21, que atualmente representa o West Ham, de Inglaterra.

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Vitória SC

Wakaso renova com o Vitória e aumenta a cláusula de rescisão

Até 2021

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Foto: DR/Arquivo

O Vitória SC anunciou esta segunda-feira que renovou o contrato do médio Wakaso, que chegou ao clube na época 2017/2018 e agora tem um vínculo até 2021.

O internacional ganês renovou o seu contrato com uma cláusula de rescisão de 10 milhões de euros. Wakaso, de 27 anos, tem sido um dos destaques da temporada vitoriana, cumprindo 32 encontros e contabilizando 2 golos.

Recorde-se que o jogador foi pretendido pelo Besiktas em janeiro, mas não houve negócio. O clube espera também que o médio seja convocado para a Copa Africana de Nações, que se realiza entre os dias 21 de junho e 19 de julho, no Egito, e que pode valorizar o atleta.

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Vitória SC

Vitória B sofre golo nos descontos e está quase condenado

30.ª jornada da II Liga

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Foto: DR/Arquivo

O Arouca empatou hoje no terreno do Vitória SC B (2-2), com um tento de Malele aos 90+2 minutos, num jogo da 30.ª jornada da II Liga portuguesa de futebol em que as equipas alternaram o domínio.

Numa partida quase sempre mal jogada, os vimaranenses estiveram sempre na frente do marcador, com golos de Aziz (33 minutos) e João Correia (60), mas a turma arouquense, melhor na segunda parte, reagiu através de Bukia (53) e do avançado suíço, nos instantes finais.

A turma minhota venceu apenas um dos últimos 14 jogos e continua no 18.º lugar, com 28 pontos, a seis da primeira equipa acima da zona de despromoção – o Académico de Viseu, 15.º classificado -, enquanto o Arouca é 13.º, com 36, mais dois do que o Varzim, 16.º.

Numa primeira metade pouco intensa, o Vitória B teve mais bola, ameaçou o golo num lance em que o guarda-redes Stefanovic se opôs a Aziz e a Rincón, aos 19 minutos, e inaugurou o marcador quando Aziz emendou, de cabeça, um primeiro cabeceamento de Hélder Ferreira.

O Arouca ainda falhou uma ocasião na primeira parte, quando Deyvison cabeceou ao lado, aos 26 minutos, mas só melhorou após o intervalo, com o recém-entrado Bukia a empatar com um remate de fora da área ao ângulo superior esquerdo.

Os vitorianos ripostaram e chegaram de novo à vantagem, com João Correia, isolado por Mimito, a colocar a bola entre as pernas de Stefanovic, mas a equipa treinada por Quim Machado continuou a insistir no ataque e empatou num cabeceamento de Malele, após antecipação ao guarda-redes André Costa.

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Futebol

“Temos de compreender a contestação. Foi o nosso pior jogo da época em casa”

Luís Castro falou aos jornalistas

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Declarações no final do encontro Vitória SC-Desportivo das Aves (0-2), da 30.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Luís Castro (treinador do Vitória SC): “A vitória do Aves é uma vitória justa. Defensivamente, foi o nosso pior jogo. Há demérito nosso e mérito do Aves. O Aves fez um jogo de qualidade. Conseguiu sair muito bem para o ataque.

Tudo começa quando o Aves faz o golo num momento muito precoce do jogo e a equipa ficou instável. Nunca estivemos bem. Desestabilizámos claramente no momento sem bola. Permitimos sempre que o Derley recebesse a bola, que os laterais do Aves subissem. Quisemos ter bola no meio-campo do adversário, mas tivemo-la sempre a um ritmo muito baixo. Tivemos algumas situações para marcar no final e podíamos, talvez, voltar ao jogo.

(Sobre as mudanças no ‘onze’) Sentimos nos últimos jogos o Rafa com algum cansaço acumulado e o Florent com energia positiva. Quando se tem dois laterais assim, há a confiança para trocar. O Joseph queima linhas em condução e alimenta bem o último terço. O Mattheus [Oliveira] também o faz, mas não de forma tão rápida. Mas não conseguimos estar em campo de forma estável. Mudámos a forma de construção, mas não funcionou.

Temos de compreender a contestação. O futebol é assim. Quando não estamos bem, temos de o assumir. Temos de assumir que aqueles que nos acompanham estejam insatisfeitos. A semana de trabalho decorreu de forma normal. O que nos afetou foi o primeiro golo sofrido. Foi o nosso pior jogo da época em casa. Já tínhamos perdido em casa, mas este jogo teve um mau resultado associado a uma má exibição.

Faltam quatro jogos e ainda temos uma oportunidade retificar aquilo que não estamos a fazer bem. Não há muito caminho a percorrer. São momentos difíceis, que acontecem. Temos de demonstrar capacidade para os ultrapassar e acredito que o vamos conseguir”.

Foto: Facebook

– Augusto Inácio (treinador do Desportivo das Aves): “A equipa hoje, como tem demonstrado, mesmo perdendo alguns jogos em casa, teve uma postura fantástica, num campo muito complicado, contra uma excelente equipa, com um excelente treinador [Luís Castro]. Depois de saber os resultados das equipas adversárias diretas, mais pressão tínhamos.

Conseguimos um resultado fantástico. Além do resultado, conseguimos três pontos muito importantes para a nossa ambição, que é ficar na I Liga. Não nos sentimos seguros, mas já fizemos 21 pontos na segunda volta, a maioria deles fora de casa. Os resultados dão-nos cada vez mais moral e mais força, mas, como já tenho muitos anos disto, só fico seguro quando conseguirmos os 36 pontos.

Dois jogos seguidos a perder colocam-nos em grande dificuldade, sabendo que fizemos uma grande exibição aqui e que merecemos a vitória. Temos de trabalhar bem para o próximo jogo, para conquistarmos mais três pontos. [Encaramos] o próximo jogo como o jogo das nossas vidas. Um jogo são três pontos para ‘viver’ ou três pontos para ‘morrer’.

Hoje, poderíamos ter aproveitado melhor o contra-ataque. São coisas que temos de melhorar. Temos de olhar para os momentos bons e para os momentos menos bons que tivemos. Os avenses estão todos contentes, mas vou passar a Páscoa a pensar já no próximo jogo. Há que ter calma, trabalhar bem. Sabemos o que custou chegar até aqui e não vamos relaxar só porque ganhámos em Guimarães.

O sistema [tático] depende de como os meus jogadores estão mentalmente para conseguir resultados. Não me interessa ter 80% de posse de bola, quando estou numa equipa que luta pela manutenção. Quando podemos sair a jogar, saímos, quando não podemos, mandamos a bola para o Derley. Também aproveitamos a velocidade do Luquinhas e do Mama Baldé. Temos conseguido resultados. Fora de casa, raramente o adversário tem mais oportunidades do que nós.

Pelo que tenho visto ultimamente do videoárbitro, pelas decisões que estão a ser tomadas, deixei de ser apoiante do videoárbitro. Prefiro o erro natural do árbitro. Custa-me a entender porque se tomam umas decisões e não se tomam outras”.

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