Seguir o O MINHO

País

PS vence Eleições Europeias – projeções

PAN pode ultrapassar o CDS

em

Foto: Divulgação / Arquivo

O PS venceu as eleições para o Parlamento Europeu com 30 a 34% dos votos, obtendo oito a nove mandatos, indicam as sondagens avançadas pelas televisões às 20:00.

RTP/Universidade Católica

PS – 30 a 34% (8 a 9 deputados)
PSD – 20 a 24% (5 a 6 deputados)
Bloco – 9 a 12% (2 a 3 deputadas)
CDU – 5 a 7% (1 a 2 deputados)
CDS – 5 a 7% (1 a 2 deputados)
PAN – 4 a 6% (1 deputado)

SIC/JFK-ISCTE

PS — 30,9 a 34,9% (8 a 9 deputados)
PSD – 21,8 a 25, 8% (6 a 7 deputados)
Bloco – 8,5 a 11,5% (2 a 3 deputados)
CDU – 5,3 a 8,3% (1 a 2 deputados)
CDS – 4,7 a 7,3% (1 a 2 deputados)
PAN – 4,7 a 7,3% (1 a 2 deputados)

De acordo com a sondagem da RTP/Universidade Católica, o PAN será a novidade no Parlamento Europeu ao eleger pela primeira vez um deputado, com 4 a 6% dos votos.

O segundo partido mais votado foi o PSD, com 20 a 24% dos votos e a eleição de cinco a seis deputados. A mesma sondagem indica que o BE é o terceiro partido, com 9 a 12% dos votos e a eleição de dois a três deputados.

A CDU ficará em quarto lugar, de acordo com esta projeção, perdendo um dos três atuais mandatos, e o CDS-PP obterá entre 5 a 7% dos votos, elegendo apenas um deputado.

As projeções avançadas pela SIC, realizadas pela ICS/ISCTE/GFK/Metris, confirmam o PS a vencer as eleições europeias, com percentagens entre 30,9% a 34,9% e a eleição de entre oito a nove eurodeputados.

O PSD surge com 21,8% a 25,8%, podendo eleger entre seis e sete deputados e o BE foi a terceira força política mais votada, com 8,5% a 11,5%, elegendo entre dois a três deputados.

A CDU obteve entre 5,3% e 8,3% e PAN e CDS-PP tiveram ambos entre 4,7% e 7,3% dos votos. Estas três forças políticas poderão eleger entre um a dois eurodeputados.

Segundo uma sondagem da Aximage divulgada pela CMTV, o PS venceu as eleições com um resultado entre 31,4 e 33,4% dos votos, elegendo oito ou nove eurodeputados, seguindo-se o PSD, com entre 23,1 e 27,1% e entre seis e sete eurodeputados.

Esta sondagem indica que o BE obterá um resultado entre 10,1 e 12,1% e dois ou três eurodeputados, enquanto a CDU terá entre 7,8 e 8,8% dos votos, elegendo dois eurodeputados, o CDS-PP entre 6,6 e 7,6%, com um ou dois mandatos, e o recém-criado Aliança entre 2 e 2,5% dos votos, insuficientes para eleger um eurodeputado.

Nas eleições de 2014, o PS obteve 31,4% dos votos e elegeu oito deputados, a coligação PSD/CDS-PP, obtive 27,7% e elegeu sete deputados, a CDU elegeu três deputados com 12,6% dos votos, o MPT elegeu um deputado, com 7,1% dos votos e o BE obteve também um mandato, com 4,5% da votação.

 

Notícia atualizada às 21h03.

Anúncio

País

Bancos garantem que nunca quiseram cobrar juros aos depositantes e às PME

Associação Portuguesa de Bancos

em

Foto: DR / Arquivo

O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), Fernando Faria de Oliveira, disse hoje no parlamento que a banca não colocou “minimamente em questão” cobrar juros negativos aos depositantes e a Pequenas e Médias Empresas (PME).

“Neste momento na Alemanha e na Espanha, em particular, começa a admitir-se a hipótese de depósitos acima de 100 mil euros poderem vir a ser taxados. Nós não pomos isso minimamente em questão”, garantiu hoje o presidente da APB, Faria de Oliveira, numa audição parlamentar da Comissão de Orçamento e Finanças.

O antigo presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) afirmou também que “o mesmo se passa em relação aos depósitos das PME, porque são os clientes mais vulneráveis”.

No entanto, relativamente à cobrança de taxas de juros negativas a grandes empresas, a posição da APB difere, uma vez que era vontade dos bancos iniciar a sua cobrança, ao contrário do que acabou por ser definido pelo Banco de Portugal (BdP).

“Em relação às grandes empresas e a institucionais, como não obtivemos do Banco de Portugal a respetiva autorização, o comportamento da banca portuguesa tem sido sempre de acatar aquilo que são as disposições da lei e do regulador”, disse Fernando Faria de Oliveira aos deputados.

Na semana passada, o BdP já tinha dito à Lusa que os bancos não podem cobrar comissões em função dos montantes dos depósitos a clientes que não sejam financeiros, à luz da mesma Carta Circular 24/2014/DSC.

“O Banco de Portugal reafirmou o entendimento de que a carta circular n.º 24/2014/DSC não se aplica às contas tituladas por clientes institucionais de natureza financeira. As instituições de crédito podem fazer variar o montante da comissão de manutenção de contas tituladas por clientes institucionais de natureza financeira em função dos respetivos saldos médios”, disse a entidade liderada por Carlos Costa em resposta à Lusa.

Hoje, no parlamento, o presidente da APB disse que o setor não está “a antever nenhuma alteração neste momento em relação a esta matéria” embora continue “a considerar que tem razão”.

“Instituições que são profundamente profissionalizadas, em muitas circunstâncias com um poder financeiro enorme, serem tratadas de maneira diferente que o sistema bancário, não faz nenhum sentido”, acrescentou.

Fernando Faria de Oliveira referiu ainda que a banca em Portugal está condicionada por quatro fatores que não se aplicam noutros países europeus, que são “a imposição de taxas de juro máximas no crédito ao consumo”, a “proibição de taxas de juro negativas nos depósitos”, a “obrigação de aplicação de taxas negativas no crédito à habitação”, a “proibição de cobrança de comissões nas operações de Multibanco” e “as contribuições para o Fundo de Resolução nacional, em acréscimo às contribuições para o fundo único de resolução”.

Continuar a ler

País

OE2020: Frente Comum abandona negociações indignada com aumentos propostos pelo executivo

Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública

em

Foto: Divulgação

A Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública abandonou esta sexta-feira as negociações com o Governo sobre as medidas a incluir no próximo Orçamento do Estado (OE), indignada com os aumentos salariais de 0,3% propostos pelo executivo.

De acordo com o que relatou aos jornalistas a coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, a comitiva sindical aguardou a chegada do secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, entregou um documento a exigir 90 euros de aumento salarial e abandonou a sala.

“É um insulto não vale a pena qualquer discussão”, disse a dirigente, prometendo “uma resposta forte” por parte dos trabalhadores do Estado.

Continuar a ler

País

DGS recomenda ao Governo sistema simples e único de rotulagem dos alimentos

Direção-Geral da Saúde

em

Foto: O MINHO

Um estudo da Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda ao Governo que adote um sistema de rotulagem dos alimentos simples e único, que ajude os consumidores a fazerem escolhas alimentares mais saudáveis.

De acordo com o trabalho desenvolvido pelo Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) da DGS, em conjunto com a Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (ISAMB-FMUL), e cujos resultados serão hoje apresentados, a escolha de produtos saudáveis aumenta três a cinco vezes com este tipo de sistemas.

Os autores dizem ainda que tal sistema de rotulagem deve ser “único e consensual para os cidadãos, peritos e stakeholders” e adaptável aos produtos comercializados em Portugal.

Sublinham também que a adoção de um sistema de rotulagem nutricional único deve ser acompanhada de “um programa de educação alimentar” que promova o conhecimento acerca desse sistema e o seu correto uso.

O estudo reconhece igualmente a necessidade de “prever e implementar uma estratégia de monitorização” do impacto desta medida.

“Em Portugal, não existe ainda qualquer recomendação por parte do Estado no sentido de adotar um modelo específico de rotulagem nutricional simplificada”, mas vários operadores económicos no mercado nacional “têm vindo a adotar e utilizar diferentes sistemas de rotulagem simplificada”, refere o documento, a que a Lusa teve acesso.

Esta proliferação de sistemas num mesmo espaço geográfico, acrescentam os autores deste trabalho, “pode dificultar ou até confundir os consumidores no momento da sua escolha”.

“A evidência científica mostra que os consumidores têm dificuldade em interpretar a informação nutricional obrigatória que está presente nos rótulos dos produtos alimentares”, refere a DGS, sublinhando que “foram observadas dificuldades na interpretação desta informação em cerca de 40% dos inquiridos”.

A utilização de modelos de rotulagem nutricional simplificativos, nomeadamente usando cores ou símbolos, “é considerada uma das melhores opções para promover escolhas alimentares saudáveis e, consequentemente, para a prevenção e controlo das doenças crónicas na população”, recorda a DGS.

O estudo, conduzido com o apoio técnico da Organização Mundial da Saúde, avaliou diferentes sistemas de rotulagem nutricional interpretativos, nomeadamente quanto à sua capacidade de contribuírem para escolhas alimentares mais informadas e saudáveis.

“Apesar do sistema do semáforo nutricional, que é já utilizado parcialmente em Portugal, ter sido aquele onde se verificou uma maior percentagem de participantes a selecionar a opção correta, não se verificaram diferenças com significado estatístico entre os diferentes sistemas de rotulagem nutricional simplificada”, acrescenta.

Consideram ainda os autores deste trabalho, na sua tomada de decisão, o Governo português deve considerar os sistemas de rotulagem nutricional simplificativos já adotados em Portugal, “mas também os sistemas que estão a ser adotados por outros países, nomeadamente naqueles que apresentam relações comerciais relevantes com Portugal”.

Ao longo deste estudo, os representantes do setor da indústria alimentar “mostraram preocupação face aos custos e à logística” inerentes à implementação de um sistema de rotulagem nutricional simplificativo, considerando “relevante o envolvimento do setor nos processos de reflexão e decisão sobre qualquer política” a este respeito.

Continuar a ler

Populares