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Assembleias de voto encerraram e abstenção pode ter sido a maior de sempre em Portugal

Nível de abstencionismo poderá ter ultrapassado os 66,09 registados há cinco anos

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Foto: O MINHO

As assembleias de voto para eleger os deputados ao Parlamento Europeu encerraram hoje, às 19:00, em Portugal continental e na Madeira. O nível de abstencionismo poderá ter ultrapassado os 66,2 registados há cinco anos.


Nos Açores, a votação também se realiza desde as 08:00 e até às 19:00 locais (09:00 e 20:00 de Lisboa, devido à diferença horária de 60 minutos).

Fonte da Comissão Nacional de Eleições (CNE) disse à Lusa que as eleições decorreram de forma “pacífica”, pelo que “o balanço é positivo”, registando-se apenas um boicote inicial em Montalegre, “que foi logo resolvido”.

“Não houve mais nenhum boicote”, adiantou a fonte da CNE.

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As eleições registaram em território nacional uma taxa de abstenção entre 65% e 70,5%, de acordo com as projeções televisivas.

A sondagem da RTP/Universidade Católica aponta para uma taxa de abstenção entre 65% e 70%. A projeção da SIC situa a taxa de abstenção entre 66,5% e 70,5%.

Segundo a Eurosondagem, a taxa de abstenção ficará entre os 66% e os 69,8. Estas percentagens não incluem os votos dos recenseados fora do território nacional.

Nas últimas eleições europeias, em 25 de maio 2014, a abstenção foi de 66,2%, a mais elevada de sempre em atos eleitorais.

Estão recenseados cerca de 10,7 milhões de eleitores para a votação que hoje elege os 21 eurodeputados portugueses, mais de um milhão do que na anterior eleição, em maio de 2014.

Cerca de 400 milhões de eleitores dos 28 países da União Europeia elegem 751 lugares do Parlamento Europeu.

Em Portugal concorrem 17 forças políticas, mais uma do que em 2014.

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País

Hospitais privados reiteram disponibilidade para responder à pandemia

Covid-19

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Foto: DR

O presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), Óscar Gaspar, reiterou hoje a disponibilidade dos hospitais privados em dar resposta à pandemia da covid-19 e a outras doenças, realçando a “relação inexistente” com o Governo.

Óscar Gaspar falava aos jornalistas, no Palácio Belém, em Lisboa, após uma audiência com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que está a auscultar o setor da saúde face ao agravamento da pandemia no país.

O dirigente da APHP disse “reiterar a disponibilidade” dos hospitais privados na “resposta aos problemas da covid-19” e às restantes “necessidades de saúde”, defendendo que “os portugueses precisam de uma resposta mais ampla”, envolvendo os setores público e privado, e que essa “colaboração era eficaz”.

Segundo Óscar Gaspar, o plano apresentado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) para o outono-inverno apresenta “falhas”, uma vez que dá “ênfase ao setor público”.

O presidente da APHP assinalou que, em agosto e setembro, os hospitais privados, aos quais as pessoas “estão a recorrer mais”, conseguiram “dar resposta” aos doentes não-covid-19 e “aliviar o Serviço Nacional de Saúde” (SNS).

Óscar Gaspar lamentou a “relação institucional inexistente” entre a tutela e o setor privado e que só no final da semana passada tenha havido “alguns contactos” das administrações regionais de saúde de Lisboa e Vale do Tejo e do Norte para aferir a capacidade de resposta dos hospitais privados para a nova fase da pandemia de covid-19, que, a seu ver, exigia “planeamento e organização” atempados.

O líder da APHP lastimou também que, depois de abril, os hospitais privados tenham deixado de estar envolvidos na resposta à pandemia, com as autoridades de saúde a considerarem que o SNS “era autossuficiente”.

Na segunda-feira, a ministra da Saúde, Marta Temido, afirmou que os doentes não-covid-19 que vejam consultas, exames ou cirurgias no SNS serem desmarcados face ao agravamento da pandemia serão encaminhados para os setores privado e social.

A pandemia da covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 43,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência noticiosa francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.371 pessoas dos 124.432 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da DGS.

A covid-19 é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e que se disseminou rapidamente pelo mundo.

A doença foi confirmada em Portugal em 02 de março.

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País

Parlamento confirma dois deputados infetados, um inconclusivo e quatro isolados

Covid-19

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Foto: Twitter / António Costa

O parlamento informou hoje ter sido notificado da existência de dois deputados com teste positivo ao novo coronavírus, um com teste inconclusivo, que será repetido, e ainda outros quatro em isolamento profilático por determinação das autoridades de saúde.

A Lusa questionou hoje a secretaria-geral da Assembleia da República, depois de, na segunda-feira, o jornal online Observador ter noticiado a existência de uma deputada com covid-19, naquele que terá sido o primeiro caso confirmado de um eleito no parlamento.

“Até ao momento, apenas foram reportados a este gabinete dois deputados que testaram positivo para a covid-19. Encontram-se bem, nas respetivas habitações, com sintomas de constipação”, refere hoje o gabinete do secretário-geral do parlamento.

Na resposta à Lusa, acrescenta-se que “para além dos referidos deputados, existe um deputado que está assintomático e teve um teste inconclusivo, pelo que terá de ser repetido” e ainda “quatro deputados em isolamento profilático, por determinação das autoridades de saúde, todos sem sintomas”.

“Todas as situações comunicadas estão a ser acompanhadas pelo Gabinete Médico e de Enfermagem da Assembleia da República”, refere a mesma resposta.

Questionado se a existência destes casos irá determinar precauções adicionais nos plenários – na quarta-feira será votado na generalidade o Orçamento do Estado -, a secretaria-geral respondeu que “não estão previstas medidas adicionais”.

Também o processo de votação do Orçamento do Estado não sofrerá alterações, com a votação a ser feita, como habitualmente, por bancada, e não nominalmente.

Por essa razão, as faltas destes deputados não condicionarão a previsível aprovação do Orçamento do Estado para 2021, com votos a favor do PS, abstenções de PCP, PAN, Verdes e das duas deputadas não inscritas. Votarão contra PSD, BE, CDS-PP, Chega e IL.

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2.º prémio do Euromilhões, de 152 mil euros, saiu em Portugal

Jogos Santa Casa

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Foto: DR

O segundo prémio do Euromilhões, no valor de 152.128,98 euros, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros quatro apostadores no estrangeiro ganharam o mesmo valor.

O primeiro prémio, de 87 milhões, saiu a um apostador no estrangeiro.

Os números do Euromilhões

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 27 de outubro: 13, 15, 28, 32 e 44 (números) e 3 e 12 (estrelas).

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