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País

CDS analisa resultados das europeias hoje e na quinta-feira, em conselho nacional

Eleições Europeias

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Foto: Facebook de CDS (Arquivo)

O CDS-PP vai fazer uma análise dos resultados das europeias em dois momentos, um, já hoje, na comissão diretiva, reunida desde as 17:30, e na quinta-feira, numa reunião extraordinária do conselho nacional do partido.

A comissão diretiva do CDS-PP está reunida, desde cerca das 17:30, na sede nacional dos centristas para acompanhar a noite eleitoras das europeias.

Para a noite de quinta-feira, 30 de maio, está já convocada uma reunião extraordinária do conselho nacional do partido, o principal órgão entre congressos, para fazer a análise dos resultados de hoje, de acordo com a convocatória publicada no ‘site’ do partido.

As primeiras projeções de resultados das europeias de hoje, da RTP e SIC, dão a vitória ao PS, com 30% a 34% dos votos, obtendo oito a nove mandatos.

A sondagem da RTP/Universidade Católica, dá ao CDS-PP entre 5% a 7% dos votos, elegendo um a dois deputados.

As projeções avançadas pela SIC, realizadas pela ICS/ISCTE/GFK/Metris, confirmam a vitória do PS e o PAN e CDS-PP podem ter, ambos, entre 4,7% e 7,3% dos votos, elegendo entre um a dois eurodeputados.

A sondagem da Aximage, divulgada pela CMTV, prevê, para o CDS-PP, entre 6,6% e 7,6%, com um ou dois mandatos.

A líder do CDS, Assunção Cristas, definiu como objetivo duplicar a representação do partido no Parlamento Europeu e Nuno Melo chegou a colocar uma segunda meta – ficar à frente do BE e do PCP.

Nas eleições europeias de 2014, o CDS concorreu em coligação com o PSD e elegeu um eurodeputado, Nuno Melo.

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País

Ministra da Coesão Territorial anuncia 55 milhões para a ciência e reconversão de empresas

Covid-19

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Ana Abrunhosa. Foto: valedecoa.pt / DR

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, anunciou hoje apoios de 55 milhões de euros a fundo perdido para a ciência e empresas encerradas que queiram reconverter a produção para material necessário ao combate à covid-19.

Os apoios dividem-se em duas linhas, como explicou a ministra à Lusa, uma de 20 milhões de euros destinada a instituições científicas para o desenvolvimento de tratamentos, vacinas ou tecnologia, e a outra de 35 milhões de euros para as empresas reconverterem a produção.

Ana Abrunhosa considera que esta é uma oportunidade para empresas que tenham encerrado devido à pandemia ou reduzido a atividade e salienta que o país precisa que “as empresas portuguesas façam máscaras, zaragatoas, batas, equipamento de proteção individual, que estão a ser fundamentais para os profissionais de saúde e para todos os profissionais que têm contactos de maior risco”.

“Isto vai ser importante para estas empresas, porque, de facto, diversificam a atividade económica. Em vez de estarem totalmente fechadas, podem reabrir parcialmente e estes apoios, no valor de cerca de 50 milhões de euros são a fundo perdido”, considerou.

Ana Abrunhosa ressalvou que “são apoios para um período transitório”, mas acredita que “quer o conhecimento que se vai gerar quer este redirecionamento das empresas para outras atividades vai perdurar no tempo, porque se vão tornar mais resilientes, até no período da retoma”.

A ministra lembrou que o material que agora é necessário para a prevenção e combate, muito do qual está a ser importado, vai ser também fundamental quando a população começar a sair desta fase de confinamento.

“Enquanto não houver vacina ou um tratamento muito eficaz, naturalmente que vamos continuar a ter cuidados com os nosso comportamentos e com a forma como nos relacionados socialmente”, sustentou.

A governante insistiu na oportunidade que estes apoios são para que as empresas, “que até estão paradas, possam retomar parte da sua atividade” e deu o exemplo do setor do calçado – mas também das gaspeadeiras, que “podem trabalhar algumas até a partir de casa” – dos têxteis e outros setores.

Estas medidas são articuladas com outros ministérios, nomeadamente o da Ciência e Ensino Superior, que está a mobilizar universidades e politécnicos do país no apoio à realização de testes e produção de equipamento.

A ministra falava à margem de uma visita a Bragança junto com os ministros da Ciência e Ensino Superior, Manuel Heitor, e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

Nesta cidade visitaram o Instituto Politécnico de Bragança que passa a fazer os testes à covid-19 em lares de idosos e à população em geral, assim como a Factoryplay, empresa responsável pelo fabrico de tendas insufláveis e de alumínio cedidas solidariamente ao Centro de Testes COVID e a Comandos Distritais da Proteção Civil por todo o país.

Os ministros visitaram depois, em Vila Nova de Famalicão, outra empresa, a Hidrofer, que adaptou a sua atividade de produção de cotonetes às necessidades atuais, e está agora a desenvolver a produção de zaragatoas, instrumento com que é feita a recolha no nariz do material biológico para a realização de testes de diagnóstico covid-19.

A produção passa a ser feita numa parceria que envolve o Algarve Biomedical Center, o Instituto Superior Técnico e a HIDROFER S.A., em Braga, formando-se uma parceria entre estas instituições.

A HIDROFER produz as zaragatoas, o Instituto Superior Técnico irá realizar a esterilização das mesmas e o Algarve Biomedical Center produzirá e disponibilizará o líquido de transporte necessário para colocar a zaragatoa após a sua colheita.

Desta forma, segundo o Governo, “Portugal passa a dispor de uma capacidade de produção de zaragatoas superior a 50.000 unidades por dia, suficiente para as atuais necessidades”.

De acordo ainda com o Governo, “o consumo diário atualmente ronda as 12 mil unidades”.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 380 mortes por covid-19, mais 35 do que na véspera (+10,1%), e 13.141 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 699 em relação a terça-feira (+5,6%).

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País

Insolvências aumentam 11,5% no primeiro trimestre de 2020

Economia

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Foto: DR

As insolvências aumentaram no primeiro trimestre 11,5%, apesar do decréscimo de 15,7% observado em março, segundo dados hoje divulgados pela Iberinform.

As constituições de empresas, por sua vez, diminuíram em 48% “no que começa a ser já um sinal do impacto da atual situação de pandemia”, refere.

Durante o mês de março, segundo a Iberinform, registou-se uma diminuição das insolvências em Portugal, com 391 empresas insolventes, menos 73 do que no período homólogo de 2019 (um decréscimo de 15,7%).

“Apesar do agravamento dos negócios em março, a queda registada é explicada, em parte, pela suspensão dos prazos estabelecida no âmbito da situação de emergência em Portugal”, refere.

Considerando o acumulado de janeiro a março, sinaliza, houve um incremento de 11,5% face ao ano passado, com mais 149 ações de insolvências.

Até final de março, as declarações de insolvências requeridas aumentaram 5,1% face a 2019, enquanto as apresentações à insolvência pelas próprias empresas evoluíram de 274 para um total de 359, o que traduz um acréscimo de 31%.

Os encerramentos com plano de insolvência aumentaram 54,5% face ao ano passado, evoluindo de 11 para 17.

De acordo com os dados, os distritos de Lisboa e Porto são os que apresentam o valor de insolvências mais elevado, com 294 e 357, respetivamente, verificando-se um aumento de 7,7% em Lisboa e de 7,9% no Porto face a 2019.

Até março, os decréscimos mais acentuados nas insolvências registaram-se na Horta (50%), Coimbra (33,3%), Setúbal (14,9%), Beja (11,1%), Guarda (11,1%), Vila Real (11,1%), Ponta Delgada (10%) e Madeira (2,8%).

Os maiores aumentos face ao ano passado verificaram-se em Angra do Heroísmo (150%), Portalegre (100%), Castelo Branco (80%), Bragança (66,7%), Faro (38,8%), Évora (30%), Viana do Castelo (25%), Aveiro (24,3%), Santarém (22,4%), Braga (22%), Leiria (15,4%) e Viseu (13,8%).

No primeiro trimestre de 2020, os setores com os maiores aumentos nas insolvências foram a eletricidade, gás, água (200%), indústria extrativa (100%), agricultura, caça e pesca (63,2%), hotelaria e restauração (23,2%), outros serviços (23,2%), comércio a retalho (20,1%), comércio por grosso (14%), indústria transformadora (9,7%) e transportes (1,5%).

Apenas três setores apresentam decréscimos neste período: as telecomunicações (50%), construções e obras públicas (11%) e comércio de veículos (4,4%).

As constituições de empresas no mês de março passaram de 4.457 em 2019 para 2.319 em 2020, menos 2.138 empresas em termos homólogos (decréscimo de 48%).

Em termos acumulados, no primeiro trimestre deste ano foram constituídas 11.898 empresas, menos 4.118 do que em 2019.

O número mais significativo de novas constituições regista-se em Lisboa, com 3.925 empresas (decréscimo de 22,3%), e no Porto, com 2.154 empresas (-25,9%), com todos os distritos a apresentarem diminuições.

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País

Covid-19: 380 mortos, 13.141 infetados e 196 recuperados no país

Covid-19

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Foto: DGS

Portugal regista hoje 380 mortos associados à covid-19, mais 35 do que na segunda-feira, e 13.141 infetados (mais 699), segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Existem mais 12 recuperados em relação a ontem.

(em atualização)

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