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País

Portugal acolhe especialistas mundiais em cirurgia ambulatória

Mais de 20 países participantes

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Foto: APCA

A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) vai promover o 13º Congresso Internacional de Cirurgia Ambulatória, entre os dias 27 a 29 de maio, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto. Portugal acolhe esta iniciativa pela primeira vez.

“Este congresso será uma excelente oportunidade para mostrar todo o bom trabalho que estamos a fazer na especialidade de cirurgia de ambulatório, em Portugal. Será, também, um momento privilegiado para avaliarmos o impacto e crescimento da cirurgia ambulatória no mundo.” explica Carlos Magalhães, presidente da APCA.

O congresso abordará diversas temáticas que moldam a atualidade da cirurgia ambulatória em Portugal e no mundo, incluindo tópicos como as novas tendências cirúrgicas, anestésicas e tecnológicas.

As candidaturas para submissão de apresentações orais e/ou poster encontram-se abertas até ao dia 1 de março de 2019, através do link https://bit.ly/2SSuLak.

Até ao momento, a iniciativa conta com representantes de mais de 20 países: Alemanha, Austrália, Bélgica, China, Croácia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Índia, Inglaterra, Itália, Japão, Letónia, Nova Zelândia, Portugal, República Checa, Singapura, Suécia e Suíça.

Nos últimos anos, a cirurgia portuguesa em regime de ambulatório tem tido um desenvolvimento positivo. O principal fator de sucesso tem sido a sua multidisciplinaridade, envolvendo diferentes grupos profissionais, assim como a garantia de segurança e qualidade no tratamento dos doentes.

A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA), que comemora este ano o seu 20º aniversário, tem como principal objetivo defender, promover e protagonizar o processo de evolução da cirurgia de ambulatório em Portugal.

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País

Governo prevê descontos para residentes e visitantes nas portagens no interior

Orçamento do Estado 2020

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Foto: valedecoa.pt / DR

A ministra da Coesão Territorial disse, esta sexta-feira, que o novo modelo de desconto das portagens para o interior do país prevê descontos para quem vive, para quem trabalha e para quem visita no fim de semana estes territórios.

“Estamos a trabalhar num modelo de desconto de portagens para o interior baseado em descontos de quantidades e descontos no fim de semana, que beneficiem os utilizadores frequentes, bem como aqueles que desejam visitar o interior”, afirmou a ministra Ana Abrunhosa, numa audição parlamentar no âmbito da apreciação, na especialidade, da proposta do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).

Sem avançar com a percentagem de desconto ou com prazos, a ministra explicou que a proposta de redução das portagens nos territórios do interior se encontra em estudo, através de um grupo de trabalho constituído por membros dos Ministérios da Coesão Territorial, das Infraestruturas e da Habitação, e das Finanças, que está a trabalhar em “vários cenários para a redução gradual das portagens”.

“Vamos garantir, e estamos a trabalhar nesse sentido, num regime mais simples e claro para os cidadãos, com menores custos para os que habitam no interior e para os que o visitam, garantindo uma maior utilização de infraestruturas já construídas e uma redução da sinistralidade rodoviária”, explicou.

Ana Abrunhosa esclareceu ainda que esta medida não depende do OE2020, defendendo que a mesma deve ser implementada “o mais rápido possível”.

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PAN pede demissão de presidente da Agência Portuguesa do Ambiente

Aeroporto do Montijo

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Foto: comunidadeculturaearte.com / DR

O PAN pediu, esta quinta-feira, a demissão do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, considerando que não tem condições para continuar após o parecer positivo à construção do aeroporto no Montijo, e acusou a agência de ser “debulhadora dos ecossistemas”.

“No seguimento do anúncio de parecer favorável condicionado pela APA [Agência Portuguesa do Ambiente] ao aeroporto complementar do Montijo, o PAN considera que o atual conselho diretivo da APA não tem condições para continuar no exercício de funções, razão pela qual [o partido] pede a demissão do presidente e da direção”, afirma em comunicado o porta-voz do Pessoas-Animais-Natureza, André Silva.

Na terça-feira, a APA anunciou que o projeto do novo aeroporto no Montijo, na margem sul do Tejo, recebeu uma decisão favorável condicionada em sede de Declaração de Impacte Ambiental (DIA) mantendo cerca de 160 medidas de minimização e compensação a que a ANA – Aeroportos de Portugal “terá de dar cumprimento”, as quais ascendem a cerca de 48 milhões de euros.

De acordo com a nota do PAN, a decisão da APA confirma que “não existe em Portugal uma entidade verdadeiramente independente capaz de assegurar a salvaguarda dos valores ambientais”, acrescentando que esta agência é uma “lavandaria da imagem dos sucessivos governos” e “uma “debulhadora dos ecossistemas”.

O comunicado refere também que o partido vai contrariar “qualquer norma inscrita na proposta de Orçamento do Estado de 2020” destinada à viabilização do projeto de construção do novo aeroporto.

Por discordar da decisão da APA, o PAN vai apresentar uma iniciativa legislativa para alterar o “diploma que estabelece o regime jurídico de Avaliação de Impacto Ambiental”, uma vez que o partido considera que “não faz sentido que sejam os proponentes dos projetos a desenvolver” os estudos de impacte ambiental.

O Pessoas-Animais-Natureza vai ainda apresentar uma outra proposta para rever os “critérios de nomeação e de exercício de mandatos de altos cargos públicos”, de modo a garantir “o exercício transparente e independente dos mandatos e a sua não perpetuação no tempo”.

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Espingardas e uniformes roubados ao exército suíço enterrados em Vila Nova de Paiva

Várias bicicletas e motociclos roubados foram também apreendidos

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Foto: DR

Um homem foi identificado pelo núcleo de investigação de Moimenta da Beira da GNR por posse de armas que tinham sido roubadas ao exército suíço e que estavam enterradas próximo da residência de dois arguidos detidos na Suíça.

Em comunicado, a GNR esclarece que, além das armas – seis espingardas -, apreendeu material de fardamento do exército suíço, 14 bicicletas de várias marcas, que tinham igualmente sido roubadas na Suíça e estavam espalhadas por diversas garagens e armazéns, e apreendeu ainda dois motociclos.

As diligências processuais levadas a cabo pelo Comando Territorial de Viseu tinham sido solicitadas pelas autoridades judiciais suíças.

“O suspeito foi constituído arguido e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Sátão”, acrescenta a GNR.

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