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Braga

População de Braga terá crescido 5% com chegada de 10 mil brasileiros

A cidade continua de “braços abertos”.

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Foto: DR

A população de Braga terá crescido 5% , nos últimos tempos, com a chegada de brasileiros. O dado é revelado por Ricardo Rio, no seu artigo de opinião semanal no jornal “Correio da Manhã”.  Segundo os Censos de 2011, Braga tem uma população de 192.494 habitantes, pelo que, a verificar-se tal estimativa, terão chegado à capital do Minho cerca de 10 mil brasileiros.


Num texto intitulado “Bem-vindos a Braguil”, publicado a quatro dias da segunda volta das eleições no Brasil, que no domingo irão eleger um novo presidente para os próximos cinco anos, o autarca manifesta que a cidade continuará “de braços abertos” à chegada de novos cidadãos brasileiros.

“Depois de domingo, Braga continuará acolhedora”.

A crise económica, social e política vivida do outro lado do Atlântico, tem levado a que, nos últimos anos, muitos brasileiros tenham procurado “qualidade de vida, segurança e melhores oportunidades” em Portugal, aproveitando a facilidade de ambos os países partilharem a mesma língua.

O “anjo da guarda” dos brasileiros em Braga

No domingo, o polémico Jair Bolsonaro, do Partido Social Liberal, que lidera as sondagens com larga vantagem (59%),  ou Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhistas (PT), de Lula da Silva, será eleito presidente do Brasil, mantendo-se, contudo, a incerteza quanto ao futuro do país.

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Braga

Bando de quatro deu sova valente a jovem na zona dos bares da UMinho

Um agarrou a vítima pelas costas e os outros encheram-na de pancada

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Eram quatro. Deram uma sova valente a um jovem na zona dos bares da Universidade do Minho (UMinho), em Gualtar, Braga.

Um agarrou a vítima, o Bruno, pelas costas, imobilizando-o e os outros três encheram-no de socos e pontapés. E um dos agressores deu-lhe, ainda, uma pancada com uma garrafa de uísque na cabeça. Vão agora ser julgados no Tribunal Judicial de Braga pelo crime de ofensa à integridade física qualificada.

O caso ocorreu a 01 de novembro de 2016 naquela zona: um dos agressores, Carlos Pedro Esteves, hoje com 22 anos, abeirou-se do Bruno, que estava com um grupo de amigos, um deles de nome Eduardo, e acusou-o de lhe ter furtado a carteira.

Bruno negou a acusação e Carlos Esteves acalmou-se devido aos apelos dos presentes, acabando por abandonar o local.

Passados 20 minutos, Carlos Esteves regressou, acompanhado dos outros três arguidos, Miguel Augusto Ribeiro, conhecido como Buakan, hoje com 21 anos, Renan Ustilin, um imigrante brasileiro, de 24 anos, e Gabriel Prado, de alcunha o Biel, de 20 anos, também nascido no Brasil.

Vieram, ainda, três outros indivíduos que a polícia não conseguiu identificar. Aí, e de imediato, começaram a espancar o Bruno, a murro e pontapé, atingindo-o em todo o corpo.

O Renan – diz a acusação do Ministério Público – agarrou-o por trás e, assim, os outros continuarem a fazer dele um saco de pancada.

O amigo do Bruno, o Eduardo tentou socorrê-lo, mas levou na mesma moeda, murros na cara e pontapés no corpo.

Os agressores – acentua o magistrado – só terminaram de lhe dar porrada quando viram que o Bruno jorrava sangue pela cabeça. Aí fugiram.

Como consequência das agressões, Bruno ficou com dores, devido a traumatismos na face, tronco e mão direita.

Teve de ser suturado, com quatro pontos na cabeça, e também nos braços e na cara. Por isso, esteve dez dias de cama.

O julgamento conta com sete testemunhas.

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Braga

TUB abre concurso para comprar 25 autocarros movidos a gás natural

Mobilidade

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foto: DR / Arquivo

Foi hoje aberto o concurso público internacional para aquisição de 25 autocarros urbanos movidos a gás natural por parte dos Transportes Urbanos de Braga, anunciou a empresa municipal.

Numa nota publicada através das redes sociais, a administração dos TUB explica que o concurso está aberto a empresas de todo o mundo e decorre na plataforma ACINGOV.

Estes autocarros urbanos, movidos a gás natural comprimido, são de tipologia Low-Floor integral, com comprimento entre 11.500mm e os 12.500mm.

Em princípio, os novos autocarros não chegam antes de 2021.

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Braga

“Central Park” de Braga a caminho. 200 árvores e 600 arbustos vão ser plantadas

Ambiente e obras públicas

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Maqueta do projeto para o Parque das Camélias. Foto: Greenarq

Ricardo Rio, presidente da Câmara, chamou-lhe Parque Central de Braga, mas Altino Bessa, vereador com o pelouro do Ambiente, prefere apelidar a nova ligação entre parques que vai surgir em Braga como Parque da Cidade.

Em declarações a O MINHO, Bessa dá conta da plantação, a breve prazo, de 200 árvores e 600 arbustos num terreno devoluto situado no atual Parque das Camélias, entre o Parque de Campismo e a Escola Profissional.

Braga prepara um ‘Central Park’ ao unir diversos pontos verdes na cidade

Após uma reunião de câmara mais exaltada, onde o vereador da CDU questionou o executivo sobre o suposto “abate de várias árvores” na zona das Camélias, o vereador negou e contrapôs, perguntando a Carlos Almeida “onde é que viu o abate de várias árvores” naquele espaço.

“Há dois ou três pinheiros-mansos que estão secos e precisam de ser abatidos, mas não são várias árvores, trata-se de uma necessidade”, explicou o responsável, lamentando que se levem “insinuações disfarçadas de perguntas” para a reunião municipal.

“Só porque alguém se lembra de dizer barbaridades com insinuações que não são corretas porque quer criar a ideia peregrina de que a Câmara só abate árvores, não significa que se torne verdade, apesar de repetirem isso inúmeras vezes”, queixou-se Altino Bessa.

O vereador argumenta que, em sete anos de executivo da coligação “Juntos por Braga”, foram abatidas “cerca de 50 árvores” e plantadas “milhares”.

“É certo que temos mais algumas árvores para abater, que foram sinalizadas pela UTAD uma vez que estamos a falar de um parque arbóreo com mais de 30 mil árvores e onde algumas já estão envelhecidas”, explica, assegurando que “as árvores abatidas serão sempre substituídas, no local ou na envolvente”.

Parque das Camélias

O projeto de requalificação do Parque das Camélias, onde serão plantadas as tais 800 espécies arbóreas, é um projeto antigo que só agora ganha nova forma por ser “o momento certo”.

“Sempre achei que poderíamos esperar para a requalificação porque, mais dia menos dia, iria aparecer a possibilidade de uma candidatura a fundos europeus que nos permitiria requalificar aquele parque”, diz.

Maqueta do projeto para o Parque das Camélias. Foto: Greenarq

Maqueta do projeto para o Parque das Camélias. Foto: Greenarq

Maqueta do projeto para o Parque das Camélias. Foto: Greenarq

Maqueta do projeto para o Parque das Camélias. Foto: Greenarq

O projeto para o parque faz parte da estratégia de adaptação às alterações climáticas por parte da Câmara de Braga. Houve uma candidatura ao POUSER, que foi aceite, e vão ser financiadas 140 mil euros em árvores para o novo parque da cidade.

“O objetivo será, depois de requalificado, ligar aquele parque ao Parque da Ponte, criando 30 mil metros quadrados”, explica. No entanto, Altino Bessa (e Ricardo Rio) não quer ficar por aí.

“Consideramos que será o primeiro grande parque da cidade, abrangendo ainda o parque de campismo, o estádio 1.º de Maio, campo das Camélias, Altice Forum e a área do antigo clube de caçadores, que também vai ser requalificado num projeto de 400 mil euros, que servirá também para alojar os feirantes e criar novas condições para estacionamento e até para concertos e outras atividades, por ser um local amplo”, revela.

Uma vez interligados, Parque das Camélias e Parque da Ponte vão unir-se ao Monte Picoto, onde existem mais 24 hectares. “Estamos a falar num parque da cidade que vai ter uma área de mais de 60 hectares, 600 mil metros quadrados”, destaca.

Evitar ondas de calor

Altino Bessa não quer falar de um “central Park”, mas admite que, após os 600 mil hectares de zona verde, é intenção do município interligar o parque da cidade com a rede de ciclovias e ecovias do rio Este, e ainda com a zona da Rodovia, até ao Meliã.

“Estamos a falar de grandes espaços públicos municipais de usufruto aberto para quem quiser utilizar”, explica, revelando que o objetivo passa também, em contexto ambiental, para melhorar a qualidade do ar, o valor da água, fauna e flora e ainda deminuir as zonas de calor intenso na cidade.

“Foi nessa lógica que o projeto foi aprovado: combater ondas de calor, aumentar qualidade do ar e proteger fauna e flora e os próprios cidadãos a nível da qualidade mas também para obter espaços frescos na cidade”.

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