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Barcelos

Polícia atropelado em Barcelos foi arrastado ao longo de 20 metros

Atropelamento em Barcelos

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Foto: DR / Arquivo

O agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) que foi atropelado por um automobilista no centro de Barcelos terá sido arrastado numa distância de 20 metros, depois de ter sido colhido pelo automóvel, anunciou hoje aquela polícia.

Em comunicado enviado a O MINHO, o comando distrital da PSP de Braga explica que o agente deu ordem de paragem a um condutor quando se encontrava a regularizar o trânsito, a propósito de um desfile de carnaval no centro da cidade.

“O elemento policial informou o cidadão, que não podia prosseguir a marcha, tendo-o tentado esclarecer sobre o motivo de tal impedimento, esclarecimento esse, que não foi possível ser prestado, uma vez que o suspeito, um cidadão com 59 anos de idade, se mostrava agitado e agressivo”, contextualiza a PSP.

“De seguida, o agente ordenou-lhe que desligasse a viatura e que saísse da mesma, ordem essa que não acatou”, acrescenta.

“Repentinamente, o suspeito acelerou bruscamente iniciando a marcha, tendo tentado atropelar o agente, acabando por o arrastar em cerca de vinte metros e colocou-se em fuga”, diz ainda a PSP.

O agente foi transportado para o Hospital de Barcelos com varias escoriações.

Como já havia noticiado O MINHO, em primeira mão, PSP e GNR deslocaram-se a casa do automobilista, tendo sido ameaçados e insultados, inclusive com recurso a pedras.

O mesmo acabou detido, ao final do dia de ontem, por militares da GNR, sendo presente esta quarta-feira ao Tribunal de Barcelos para aplicação das medidas de coação.

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Barcelos

Pároco de Barcelos percorreu a cidade a pé para levar o “Pão do Céu” a todas as casas

Covid-19

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Foto: Paróquia de Barcelos / Facebook

A proibição de ‘compassos motorizados’ decretada pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, levou o Prior de Barcelos, Abílio Cardoso, ontem à noite, a percorrer as ruas da cidade a pé para levar o “Pão do Céu” a todos os paroquianos.

A Paróquia de Barcelos tinha programado levar a custódia com o Santíssimo Sacramento, exposta num carro dos bombeiros, pelas ruas da cidade, de forma a cumprir a tradição de quinta-feira Santa, mas as pessoas mantendo-se em casa, respeitando as regras de contenção da propagação da covid-19. E, à semelhança de outras paróquias, contava levar a cruz da mesma forma, no domingo.

Após a referida proibição, o pároco de Barcelos decidiu manter o percurso previsto, mas a pé. “Em dia solene da Eucaristia, Quinta-feira Santa, tendo em conta as condicionantes e as recomendações oficiais do COVID 19, o Pão do Céu visitou e abençoou os lares de Barcelos pelas mãos do seu pároco”, refere a Paróquia de Barcelos na sua página de Facebook.

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Barcelos

Barcelos perde nova batalha judicial para travar linha de muito alta tensão

Covid-19

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Foto: DR

O Tribunal Central Administrativo do Norte (TCAN) confirmou o indeferimento da providência cautelar interposta pela Câmara de Barcelos para travar a construção de uma linha de muito alta tensão no concelho.

Por acórdão datado de 13 de março, hoje consultado pela Lusa, o TCAN refere que a câmara não concretiza os riscos decorrentes da instalação da linha, tanto para o ambiente como para a saúde pública, fazendo apenas uma “alegação genérica”.

Assim, o TCAN considera que a câmara não alegou e provou, “como lhe competia, factos concretos que permitissem ao tribunal concluir que da instalação e funcionamento da linha elétrica resultará a produção de prejuízos de difícil reparação para os interesses da população da autarquia, traduzidos designadamente na lesão da sua saúde”.

Interposta em setembro de 2019, a providência cautelar pede o embargo de obra e a abstenção de qualquer conduta ou operação material que se relacione com a construção da linha, bem como a suspensão da eficácia da declaração de impacte ambiental e a suspensão da eficácia do despacho que concedeu a licença de construção.

A providência cautelar visa a Redes Energéticas Nacionais (REN), promotora da linha, mas também a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

Em novembro de 2019, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga julgou improcedente a providência cautelar, mas a Câmara interpôs recurso para o TCAN, que também não lhe deu razão.

A Câmara alega que o traçado da linha vai penalizar nove freguesias do concelho, com particular incidência em Perelhal, Vila Seca e Macieira de Rates, onde passará por “zonas populacionais importantes”.

No recurso, a Câmara dizia ainda que não se lhe pode pedir que concretize os potenciais riscos decorrentes da instalação da linha, considerando que faltam estudos e regulamentação.

Acrescenta que, neste momento, o grande perigo da instalação da linha é colocar “toda uma população sob efeitos que se desconhecem da exposição aos campos elétricos e magnéticos derivados de linhas de muito alta tensão, pois inexistem estudos e normas sobre os níveis da exposição humana máxima admitidos a campos eletromagnéticos”.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da Câmara de Barcelos disse que já foi interposto recurso para o Supremo Tribunal Administrativo.

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Barcelos

Pavilhão Municipal de Barcelos passa a hospital de campanha com capacidade para 80 camas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Pavilhão Municipal de Barcelos passará a funcionar como hospital de campanha, com capacidade para 80 camas, para fazer face à pandemia covid-19.

“Está já previsto [o hospital de campanha], embora não tenha ainda sido iniciada a instalação da estrutura física”, disse a O MINHO o presidente do Conselho de Administração do Hospital de Barcelos, Joaquim Barbosa.

A capacidade máxima do hospital de campanha, “de acordo com o projeto existente”, é de 80 camas, mas a sua instalação será “progressiva à medida das necessidades”, começando, “eventualmente, com 20 a 30 camas”, adianta o presidente do Conselho de Administração do Hospital de Barcelos.

“Trata-se de um projeto que visa alargar a capacidade de internamento do hospital, destinado a doentes na fase pré alta, já com um estado de evolução que não exige cuidados hospitalares mais diferenciados ou então para doentes que, podendo ter alta, aguardam uma resposta social ou a colocação nabrede nacional de cuidados continuidados”, concluiu Joaquim Barbosa.

A Câmara de Barcelos tinha cedido ao Hospital de Barcelos o Pavilhão Municipal que, desde então, tem funcionado como estrutura de apoio àquela unidade de saúde.

Barcelos tem 107 doentes infetados, segundo o balanço feito ontem pela Direção-Geral da Saúde.

No país, registaram-se 380 mortes e 13.141 casos de infeções confirmadas.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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