Seguir o O MINHO

Guimarães

Guimarães apoia munícipes carenciados no acesso a medicamentos

em

Foto: Divulgação

Garantir o acesso ao medicamento, em ambulatório, por parte de qualquer cidadão que, em Portugal, se encontre numa situação de carência económica que o impossibilite de adquirir os medicamentos comparticipados que lhe sejam prescritos por receita médica, é o objetivo do “Programa Abem: Rede Solidária do Medicamento” e a sua operacionalização está essencialmente alicerçada na capacidade e logística da rede das Farmácias Portuguesas.

A Câmara Municipal de Guimarães já entregou, até o momento, 63 cartões a munícipes vimaranenses, devidamente referenciados pela Divisão da Ação Social e regista a entrada de várias candidaturas que estão em fase de avaliação para referenciação.

Este é o resultado do protocolo que foi celebrado no passado mês de março entre a Autarquia e a Associação Dignitude, responsável pelo programa. Esta Instituição Particular de Solidariedade Social, fundada em novembro de 2015, por entidades do setor social e do setor da saúde, tem por missão o desenvolvimento de programas solidários de grande impacto social, que promovam a qualidade de vida e o bem-estar dos portugueses, pretendendo assumir-se como uma Plataforma de Responsabilidade Social.

Em Guimarães, as farmácias que integram a rede solidária do medicamento são as seguintes: Farmácia Horus (Toural), Farmácia Vitória (GuimarãesShopping), Farmácia Santo António (Urgeses), Farmácia Barbosa (Toural), Farmácia São Torcato (Avª São Torcato Mártir), Farmácia Dias Machado (Rua 25 de abril), Farmácia Castilho (Pevidém), Farmácia Nunes de Sá (Fermentões), Farmácia São João de Ponte (Campelos), Farmácia Vieira de Castro (Cruz D’Argola) e Farmácia Avenida (Avª D. João IV).

Anúncio

Guimarães

Racismo é um “problema de estupidez”

Presidente do FC Porto comentou caso Marega

em

Foto: Imagens SportTV

O presidente do FC Porto considerou hoje que o racismo é um “problema de estupidez” e que o que sucedeu com o futebolista maliano Marega foi “uma atitude infeliz” de um grupo de adeptos, que “têm de ser castigados”.

Pinto da Costa, que falou à chegada ao Tribunal de Justiça, no Porto, para testemunhar no âmbito do julgamento do ataque à academia do Sporting, em Alcochete, comentou o caso de racismo de que foi vítima Marega no jogo entre o Vitória SC e o FC Porto.

“Como reajo? Como a maioria, quase 100% dos portugueses, descontando o Rui Santos e o André Ventura… Toda a gente reagiu da mesma maneira. O Marega foi tomado pelo mundo como um herói, mas não é por ter esta atitude digna que passou para nós a ser importante. No final do ano, antes de sonharmos que isto ia acontecer, recebeu o Dragão de Ouro do FC Porto. Não é por isto que passou a ser para nós um grande atleta e um grande homem”, disse Pinto da Costa.

O líder do clube ‘azul e branco’ salientou que o racismo “nem deveria ser colocado como um problema”, por ser “estúpido e imbecil”, e falou nos ídolos de infância que “eram de cor”.

“Para mim sempre houve igualdade, sempre vivi assim na infância, quando os meus ídolos no FC Porto eram de cor. Para mim, eram indiferentes a raça e a cor. Aquilo foi uma atitude infeliz, que nem sequer posso dizer que as pessoas sejam racistas, foi uma maneira de atingir o Marega porque o Vitória SC também tem jogadores de outras raças e que nunca foram atingidos. Têm de ser castigados, mas mais do que racismo foi um problema de estupidez”, acrescentou.

Pinto da Costa considerou ainda que esta situação deve ser tratada como um caso de polícia e demonstrou ainda mais a sua indignação.

“No primeiro jogo de futebol que vi, o FC Porto tinha o Gastão, era negro e era um dos que mais gostava. Não compreendo como isso pode ser um problema para alguém. Isto é sobretudo um caso de polícia. Se roubarem as carteiras às pessoas no estádio, a responsabilidade não é dos clubes”, concluiu.

O presidente comentou ainda o facto de o FC Porto, em pouco mais de uma semana, ter reduzido de sete para um ponto o atraso em relação ao Benfica na luta pela liderança da I Liga.

“A leitura que faço é que recuperamos seis pontos. Estávamos a sete e ficámos a um”, disse Pinto da Costa, que não revelou as expectativas para o resto da prova: “Não espero nada. No futebol tudo pode acontecer, no campo é que se fazem os resultados”.

Continuar a ler

Guimarães

Detidas por furto de mais de 1.200 euros em loja de Guimarães

Mulheres com 27 e 43 anos

em

Foto: Ilustrativa / DR

Duas mulheres foram hoje detidas por furto de 1.246 euros em artigos de uma loja, num centro comercial em Silvares, Guimarães, anunciou a GNR.

Em comunicado enviado a O MINHO, aquela força de segurança conta que as suspeitas, intercetadas após denúncia, queimaram os alarmes das peças e colocaram-nas dentro de “dois sacos adaptados, forrados com alumínio, para impedir a deteção”.

O material recuperado foi entregue ao proprietário do estabelecimento comercial.

As suspeitas vão ser presentes ao Tribunal Judicial de Guimarães, na quinta-feira.

Continuar a ler

Ave

Gabinete de psicologia quer devolver o “sol” a doentes com cancro em Guimarães

Apoio gratuito aos doentes e familiares

em

Foto: Divulgação / CM Guimarães

O concelho de Guimarães dispõe, a partir de hoje, de um gabinete de psico-oncologia para dar apoio gratuito aos doentes com cancro e familiares e aportar esperança, força e “sol” às suas vidas.

“Este é, sobretudo, um espaço afetivo. Queremos que os doentes com cancro e as suas famílias se sintam aqui completamente apoiados, numa altura em que travam aquela que, porventura, será a mais dura cruzada das suas vidas”, disse o presidente da câmara, Domingos Bragança, na inauguração do gabinete.

Situado na freguesia de Mesão Frio, o gabinete de psico-oncologia de Guimarães resulta de um protocolo entre a câmara municipal e a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPC) – Núcleo Regional do Norte.

A câmara disponibilizou e equipou o espaço, num investimento de cerca de 100 mil euros, e assegura toda a logística, cabendo à LPC disponibilizar os psicólogos que farão o atendimento.

No gabinete, serão realizadas sessões de psicoterapia, tanto individuais como em grupo.

“Este gabinete pretende restituir o sol que o cancro rouba ao doente e à família”, disse ainda Domingos Bragança.

O presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Vítor Veloso, sublinhou que o doente oncológico “é muito especial, muito carente e não pode ser tratado como outro qualquer”.

“Há um distanciamento cada vez maior entre os profissionais de saúde e o doente oncológico e há que contrariar essa tendência. Tem de haver uma empatia muito grande com o doente, porque isso dá força, cria imunidade”, referiu.

Lembrou que a incidência oncológica “vai aumentar”, mas vincou que a mortalidade é hoje bem menor do que antes.

“Atualmente, temos 400 mil sobreviventes”, adiantou, para destacar o papel dos gabinetes de psico-oncologia na recuperação dos doentes com cancro.

O gabinete está também pronto para dar apoio psicológico aos profissionais de saúde, que muitas vezes acabam igualmente por “claudicar” com os casos que têm entre mãos.

Continuar a ler

Populares