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Braga

Feira do Livro de Braga arranca sexta-feira com programação 100% virtual

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Os escritores José Luís Peixoto, Ildefonso Falcones ou Richard Zimler são alguns dos convidados das conversas em ‘streaming’ na Feira do Livro de Braga, que arranca sexta-feira em formato digital devido à covid-19.


Em videoconferência de apresentação do programa digital da 29.ª Feira do Livro de Braga, a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga, Lídia Dias, destacou a iniciativa “Conversas em ‘streaming’” com 13 autores nacionais e internacionais, designadamente Ildefonso Falcones (04 de julho), Richard Zimler (11 de julho), Isabel Stilwell (18 de julho), Afonso Reis Cabral (12 de julho), José Luís Peixoto (21 de julho), Karina Sainz Borgo (25 de julho) ou Adriana Lisboa (26 de julho).

“Creio que a feira do livro terá um conjunto de conversas muito interessantes que podem ser acompanhadas em ‘streaming’ em qualquer ponto do país ou do mundo e creio que isso é uma das circunstâncias mais interessantes que poderemos ver nesta feira do livro, ou seja, não está circunscrita ao espaço físico onde decorria normalmente. Essas 13 conversas de um leque alargado de escritores e autores creio que serão motivos interessantes para poder acompanhar”, declarou Lídia Dias.

PCP contra Feira do Livro de Braga em formato digital

A Feira do Livro de Braga, que se vai realizar integralmente em ambiente digital até 03 de setembro, arranca virtualmente na próxima sexta-feira e vai ter 20 expositores virtuais de livrarias espalhadas pelas avenidas virtuais da cidade, onde os cibernautas podem “navegar” na plataforma digital e comprar livros ‘online’, que depois chegam a casa do cliente com o apoio dos CTT, explicou Carlos Silva, administrador da Agência para a Dinamização Económica InvestBraga, o braço económico do município de braga.

O evento tem um orçamento de 25 mil euros, um valor idêntico ao da feira do livro presencial de anos anteriores, mas este ano a organização suporta “todos os custos” na inscrição dos livreiros e alfarrabistas na plataforma, bem como todos os custos no “processo para a transição para o digital” e na “manutenção”, referiu Carlos Silva, observando que o processo é “complicado” e que há mesmo livrarias que quiseram desistir de participar, mas que a organização apoiou.

Ao longo dos 60 dias do evento cultural, o canal de comunicação primordial de toda a comunicação sobre a feira digital, com acesso gratuito, será feita pela rede social do Facebook – https://www.facebook.com/FeiraDoLivroDeBraga -, morada onde os visitantes podem participar em passatempos para ganhar livros ou participar nas iniciativas “Agora Pergunto Eu!”, “Livros com RUM”, “Vídeo de Artista” ou “Ciclo de Filmes”.

No primeiro dia da feira, 03 de julho, pelas 21:30 está agendada a iniciativa “Livros com RUM (Rádio Universidade do Minho)”, com José Teixeira, e está também prevista a conversa por ‘streaming’ com a comissária do Plano Nacional de Leitura 2027, Teresa Calçada, e moderação de Tito Couto.

“Livros com RUM” vai ainda falar com Adolfo Luxúria Canibal (07 de julho), Pedro Mexia (14 de julho), Sérgio Godinho (28 de julho) e Afonso Cruz (30 de julho), entre outros.

“Braga que afirmar-se como uma cidade da leitura”, declarou a vereadora da Cultura, considerando que a Feira do Livro de Braga vai ajudar a uma “maior qualificação dos púbicos” e ao plano local de leitura de Braga.

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Braga

Prédio devoluto arde no centro de Braga

Incêndio

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Foto: Facebook / Ricardo Amorim no grupo "Forum Bracarense"

Um prédio devoluto está a ser consumido por um incêndio no centro histórico de Braga. O alerta foi dado às 16:19 deste sábado. No local estiveram 17 operacionais bombeiros e cinco viaturas de combate a incêndios dos Bombeiros Sapadores e dos Voluntários de Braga. O incêndio foi dado como dominado cerca das 17:10.

Segundo Pedro Ribeiro, comandante dos Bombeiros Voluntários de Braga, o interior da habitação abandonada foi totalmente consumido pelas chamas, pelo que a infraestrutura deverá ceder após mais estes danos.

Casa antes do incêndio. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Trata-se de um prédio na Praça Conde Agrolongo (vulgo Campo da Vinha), um antigo talho com rés-do-chão e primeiro andar, que está ocupado por alguns sem-abrigo.

Conforme noticiou O MINHO a 20 de junho deste ano, a Câmara de Braga ia avançar com uma intimação à proprietária deste edifício para ‘entaipar’ as entradas de forma a evitar que pessoas sem-abrigo ali pernoitassem.

Câmara quer entradas de prédio entaipadas no centro de Braga. Proprietária recusa

Na altura, e conforme noticiou O MINHO, os comerciantes daquela praça (Conde Agrolongo), temiam que se declarasse um incêndio, algo que hoje veio efetivamente a acontecer.

A porta fronteira, de vidro, está aberta, pelo que é fácil ver o muito lixo que ali existe, bem como o intenso cheiro a urina, indiciando que o antigo talho é usado como casa de banho. E a nossa reportagem registou na altura duas pessoas a entrar.

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Braga

Braga já tem nova ‘Praça’ após investimento de 6,5 milhões

Mercado Municipal de Braga

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Fotos: CM Braga

Braga ganhou uma nova centralidade. Uma nova ‘Praça’ que resulta da requalificação integral do Mercado Municipal de Braga e que abriu as portas este sábado. Com um investimento de 6 milhões de euros, aos quais se juntam 500 mil em equipamentos, o Município cumpre assim um dos projetos que considerou prioritários para a cidade.

“Mais seguro e confortável, com melhores infra-estruturas técnicas e logísticas para os comerciantes que desenvolvem a sua atividade no Mercado e adequadas às novas exigências, tornando-o mais funcional, atrativo e com novas valências”. É desta forma que a autarquia descreve o novo espaço.

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

“Desde a primeira hora que assumimos o compromisso de melhorar Braga. A intervenção a que o Mercado foi sujeito teve o condão de valorizar um espaço utilizado por milhares de bracarenses, trazendo melhores condições para os comerciantes numa perspectiva de modernidade, higiene e segurança, compatíveis com as exigências atuais de uma cidade como Braga”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmaral de Braga, durante a inauguração do equipamento.

Segundo o autarca, este foi, também, um investimento estratégico para a regeneração urbana da cidade de Braga e que resultou num projeto único e transformador de toda a zona envolvente.

“Restabelecemos a relação intrínseca entre a cidade e o mercado, melhoramos as condições de funcionalidade, reestruturamos a circulação automóvel e a rede viária em torno do equipamento, de forma a beneficiar a logística e a mobilidade dos utilizadores. Em suma, transformamos uma estrutura insuficiente e pouco adaptada ao nosso quotidiano, para dar lugar a uma Praça adequada à vida moderna, reaproveitando todas as suas potencialidades como espaço indispensável na vida da cidade”, acrescentou Ricardo Rio.

Espaço totalmente remodelado e com novas valências

A nova ‘Praça’ continua a servir o propósito do Mercado Municipal, mas modernizada de forma a responder às exigências de segurança, higiene e saúde em vigor, e às atuais dinâmicas de negócio.

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

O equipamento conta com quatro padarias, 15 talhos (dois deles duplos), quatro espaços dedicados à charcutaria, bancadas para a peixaria, 215 metros quadrados reservados a produtores, 12 lojas interiores e duas exteriores de venda de produtos diferenciados, quiosques para refeições, um restaurante com cozinha autónoma, zona técnica para os talhos e lojas equipada com arcas frigoríficas, vestiários e casas de banho, bem como quatro salas polivalentes para a realização de formações, workshops, ‘showcookings’ e apresentação de produtos e um armazém para deixar as compras e as recolher posteriormente.

“Quisemos trazer novas valências para o Mercado, de forma a valorizar o equipamento e atrair novos públicos. Tivemos em consideração as alterações dos hábitos de compra dos consumidores, o que nos obrigou a adaptar o funcionamento do mercado tradicional às novas necessidades de procura, não apenas para fidelizar clientes, mas também para captar novos segmentos de população”, sublinhou Olga Pereira, vereadora com a responsabilidade de gerir os equipamentos municipais.

A vereadora lembrou ainda que o Executivo Municipal não investiu apenas na requalificação do edifício da Praça, “mas também na manutenção de toda a actividade comercial através do mercado provisório, que permitiu que não se extinguissem os operadores e os hábitos de comprar no Mercado Municipal”.

A nível de organização do espaço e distribuição de usos, a ‘Praça’ é totalmente coberta e compreende toda a área comercial acessível ao público. A ala Nascente dedica-se ao novo uso de restauração e comércio de produtos gourmet, enquanto a ala Sul continua a ter o seu piso 0 dedicado aos talhos, passando o piso inferior a usar-se para fins logísticos de cargas e descargas e foi criado um piso superior com quatro salas polivalentes.

A ala Poente mantém o seu uso de talho no piso 0 e peixaria no piso inferior, reorganizando-se com o mínimo de alterações possível o restante piso inferior e criando-se um túnel de acesso à praça para cargas e descargas.

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Braga

Mercado Municipal de Braga reabriu hoje com longas filas à porta

em

Amigos de S. Vicente

O novo Mercado Municipal de Braga foi inaugurado este sábado, pelas 11:00, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Câmara, Ricardo Rio.

A nova ‘Praça’ resulta da requalificação integral do Mercado Municipal, num investimento de 6 milhões de euros, aos quais se juntam 500 mil em equipamentos.

Trata-se de um dos projetos considerados “prioritários para a cidade” pelo executivo.

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