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Charutos dos Arcos, Roscas de Monção e Bolinhol de Vizela vencem nas 7 Maravilhas Doces de Portugal

Pleno minhoto entre os sete primeiros

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Foto: Divulgação

Charutos dos Arcos, Roscas de Monção e Bolinhol de Vizela foram três dos sete doces mais votados do concurso televisivo 7 Maravilhas Doces de Portugal, cuja final decorreu na noite deste sábado, em Montemor-o-Velho.

Roscas de Monção

Dos três concelhos do Minho houve grande mobilização popular para apoiar as candidaturas nesta final. De Arcos de Valdevez foi, aliás, um autocarro carregado de adeptos deste doce que fizeram a festa no palco montado pela RTP, que transmitiu a final do concurso em direto.

Charutos dos Arcos

Bolinhol de Vizela

Bolinhol de Vizela. Foto: Divulgação

O Minho a fazer o pleno na final do concurso com os três doces representantes. Os restantes quatro eleitos foram a Crista de Galo de Vila Real, Amêndoa Coberta de Moncorvo IGP, Barrigas de Freira de Arouca e Mel Biológico do Parque Natural de Montesinho.

Até 7 de março de 2019 foram recebidas pela organização cerca de 900 candidaturas de doçaria tradicional de todo o país.

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Alto Minho

Covid-19: Confirmada primeira morte de utente em lar da misericórdia de Viana

Coronavírus

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Foto: DR / Arquivo

A comissão municipal da Proteção Civil de Viana do Castelo confirmou a morte, hoje, de um dos dois utentes do lar de Santiago pertencente à Misericórdia local infetados pelo novo coronavírus.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a comissão municipal, que hoje se reuniu para analisar a situação para analisar os últimos dados dos registos covid-19 no concelho, adiantou que “a Autoridade de Saúde, em articulação com a direção do lar e a Segurança Social, já efetuou o rastreio de todos os utentes da instituição e dos respetivos funcionários e colaboradores, tendo também sido tomadas internamente as medidas de confinamento e de prevenção adequadas”.

“Face à dificuldade de recursos humanos no âmbito dos serviços de apoio da instituição, foi ativado o protocolo da bolsa de recursos humanos, estando em fase de admissão voluntários para suprir as necessidades atuais”, acrescenta.

Na nota, aquela entidade especifica que a Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo “está também a realocar recursos de outras valências para a unidade do Lar de Santiago”.

“O município de Viana do Castelo, a partir de hoje, vai fornecer as refeições a esta Instituição durante o período em que existirem dificuldades dos recursos humanos do Lar de Santiago. A direção da Segurança Social de Viana do Castelo vai também fornecer equipamentos de proteção individual ao Lar de Santiago, medida que vai ser ampliada a outras instituições de acolhimento residencial de idosos”, refere o comunicado.

Além da situação no lar de Santiago, um dos dois pertencentes à Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo, que acolhe 53 idosos, “foram analisadas as situações do centro social de promoção cultural de Darque”, o primeiro do concelho a confirmar casos de infeção por covid-19.

A nota não especifica o número atual de utentes infetados de caso detetados.

Na reunião da comissão municipal da Proteção Civil de Viana do Castelo, marcaram presença o presidente da Câmara, a vereadora da Coesão Social, o Comandante Operacional Distrital da Proteção Civil, a Autoridade de Saúde de Viana do Castelo, a diretora distrital da Segurança Social, o Presidente da Unidade Local Saúde Alto Minho (ULSAM), estando também presente a Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 89 mil.

Dos casos de infeção, mais de 312 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 409 mortes, mais 29 do que na véspera (+7,6%), e 13.956 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 815 em relação a quarta-feira (+6,2%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado no dia 02 de abril na Assembleia da República.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Alto Minho

Segunda revisão ao PDM de Cerveira dificultada por condicionalismos causados por pandemia

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira admitiu que a segunda revisão ao Plano Diretor Municipal (PDM), hoje iniciada, vai ser afetada pelos “condicionalismos” decorrentes da pandemia de covid-19 e garantiu “criatividade” para “ultrapassar as limitações”.

“Com esta situação de pandemia de covid-19 vai ser mais difícil, na fase de auscultação da população, realizar esses contactos. Vamos tentar fazer alguma auscultação pelas vias que temos disponíveis, pela Internet, por email ou telefonicamente. É um condicionalismo imediato que obriga a que sejamos criativos para ultrapassar essas limitações”, afirmou hoje, Fernando Nogueira.

Contactado pela agência Lusa a propósito da publicação, hoje, em Diário da República(DR), do aviso da segunda revisão ao PDM, Fernando Nogueira disse esperar que a situação pandémica que o país atravessa seja “rapidamente” ultrapassada para que o trabalho “no terreno” possa avançar.

“Temos mesmo de ir para o terreno para auscultar a população, as Juntas de freguesia, num périplo necessário para explicar o que está em causa e para pedir sugestões”, sustentou o autarca.

De acordo com o aviso hoje publicado em DR a participação publica decorre no prazo de 15 dias, a contar da sua publicação.

O PDM de Vila Nova de Cerveira, entrou em vigor em 1995 e sofreu a primeira revisão em 2012.

De acordo com Fernando Nogueira a segunda revisão, decorrente da legislação, pretende “adaptar” aquele instrumento “ao futuro, às novas realidades, à economia circular, à valorização ambiental e do território”.

Entre as “maiores condicionalismos e dificuldades” que irá criar destacou as “limitações à construção nas aldeias”.

“O lado positivo desta revisão prende-se com a valorização ambiental. A parte menos agradável para o cidadão comum está relacionada com as limitações à construção nas zonas rurais”, referiu.

A segunda revisão do PDM de Vila Nova de Cerveira “assenta numa estratégia de desenvolvimento local, que identifica como principais objetivos a estratégia de promoção das atividades económicas, de acolhimento empresarial, o reforço das políticas de habitação municipal, privilegiando a reabilitação do edificado devoluto.

Prevê ainda “a valorização dos espaços naturais através da criação da Paisagem Protegida Regional, a promoção da resiliência económica e social, capacitando o território para as adaptações necessárias num contexto de alteração do paradigma económico-social, a integração de medidas de adaptação às alterações climáticas, ao nível dos conteúdos e do normativo dos planos territoriais e uma gestão inteligente do território através da transformação digital”.

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Após demissão polémica, Paulo Rodrigues é o novo comandante dos Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo

Bombeiros

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Foto: DR / Arquivo

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo informou hoje que Paulo Rodrigues assumiu as funções de comandante interino da corporação, após a demissão, na segunda-feira, de Cândido Carvalho, que alegou ser “maltratado” pela direção.

Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, a Associação Humanitária adiantou que Paulo Rodrigues desempenhou até agora as funções de segundo comandante e que no cargo de comandante interino que agora assumiu vai ser coadjuvado pelo adjunto Manuel Cadilha.

A Associação Humanitária, presidida por José Salgado, acrescentou que o pedido de demissão de Cândido Carvalho, “recebido com pesar”, foi aceite na terça-feira.

“O comandante Cândido Carvalho partilhou connosco, e defendeu no total da palavra o lema de Vida por Vida, em diversas ocasiões com elevado sacrifício pessoal e familiar. Pautou os últimos 25 anos em que comandou este corpo de bombeiros, com dedicação e engrandecimento do mesmo, sendo para muitos, exemplo de referência, assim como o seu contributo com diversas direções anteriores”, destaca a nota assinada pela direção da corporação que também é presidida por José Salgado.

A corporação refere “ser momento de mostrar a gratidão e reconhecimento, apesar de divergências pontuais de opinião”.

“Nunca no nosso trabalho sentimos qualquer necessidade de maltratar ninguém, são esses momentos que nos levam à elevação e a qualidade do nosso servir”, frisa a corporação com 139 anos.

Na segunda-feira, à Lusa, Cândido Carvalho disse “nunca se ter sido tão maltratado por uma direção”, como pela atual.

“Estou nos bombeiros há 45 anos. Como comandante há 25 anos e nunca eu como os meus colegas do comando fomos tão maltratados por uma direção”, referiu.

Em resposta escrita a um pedido de esclarecimento enviado pela Lusa, Cândido de Carvalho adiantou que “desde o primeiro dia após a tomada de posse” a direção, “reuniu-se com funcionários, bombeiros e até com pessoas que não estavam no ativo por tinham sido postos fora da corporação por incumprimento, e fez suposições e acusações contra o comando, mal conhecia o nosso trabalho”.

“A partir daí, logo nos apercebemos quais eram os seus propósitos, afastar o comando”, referiu.

Fundados em 1881, os Bombeiros Voluntários de Viana são das mais antigas corporações do país. Contam com uma estrutura constituída por mais de 20 profissionais e cerca de 95 bombeiros.

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