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Guimarães

Colisão com atropelamento faz um ferido grave em Guimarães

Em Azurém

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Foto: João Silva

Um homem de 66 anos ficou com ferimentos considerados graves na sequência de uma colisão entre duas viaturas, esta madrugada de domingo, na variante que liga Guimarães a Fafe. Do sinistro resultou ainda outro ferido, uma criança de doze anos.

Ao que foi possível apurar, o ferido grave estaria fora da viatura quando a mesma foi abalroada, tendo sido atropelado pela própria carrinha na sequência da colisão.

O alerta foi dado às 02:39, de acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Para o local foram mobilizados os Bombeiros de Guimarães com duas viaturas, para além do INEM, VMER de Guimarães e PSP.

As vítimas foram transportadas para o Hospital de Guimarães.

A PSP registou a ocorrência.

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Guimarães

Soprano de Guimarães assume direção artística do Teatro São Carlos a 01 de outubro

Elisabete Matos

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Foto: DR / Arquivo

A soprano portuguesa Elisabete Matos assume a direção artística do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) a partir de dia 01 de outubro, segundo um despacho esta terça-feira publicado em Diário da República.

A nomeação de Elisabete Matos para a direção artística teatro lírico português foi anunciada pelo Ministério da Cultura, no passado dia 02, recordando a carreira internacional de mais de 25 anos da soprano, que passou pelos mais destacados palcos mundiais.

No diploma hoje publicado, os membros do governo das áreas das Finanças e da Cultura, responsáveis pela nomeação da diretora artística do TNSC, justificam esta escolha com o currículo de Maria Elisabete da Silva Duarte Matos, que consideram evidenciar o “perfil adequado e demonstrativo da aptidão e da experiência profissional necessárias ao exercício das funções”, enquanto “ativo essencial responsável pela preparação e execução da programação”.

Com início a 01 de outubro, o mandato da nova diretora artística do São Carlos vigora até dia 30 de setembro de 2022.

Segundo o diploma, Elisabete Matos passa a auferir um vencimento mensal de 5.000 euros, como diretora artística do teatro, o mesmo estabelecido para o seu antecessor, Patrick Dickie, em 2016, à semelhança das despesas de representação (um máximo de 300 euros por mês).

O despacho relativo à nomeação de Elisabete Matos determina ainda um limite máximo de participações que a soprano pode ter nas produções por si programadas, bem como a forma de cálculo da remuneração dessas participações.

Assim, de acordo com o despacho, “não podem ser programadas mais de duas produções em cada temporada, uma na Temporada Lírica e uma na Temporada Sinfónica, com a participação artística de Maria Elisabete da Silva Duarte Matos”.

O montante da remuneração de tais participações é fixado pelo Conselho de Administração do Organismo de Produção Artística (Opart), que tutela o teatro, não podendo exceder o valor da remuneração auferido pela artista na última produção ou coprodução do Opart, equivalente, em que haja participado.

Ao longo da sua carreira a soprano Elisabete Matos atuou em palcos como os da Metropolitan Opera House, de Nova Iorque, nos Estados Unidos, a Deutsche Oper de Berlim, na Alemanha, e o Teatro alla Scala, em Milão, Itália.

Foi dirigida por grandes maestros, entre os quais Lorin Maazel, James Conlon, Riccardo Muti, Zubin Metha, Valery Gergiev, Daniel Oren, Daniel Baremboin, Bruno Bartoletti, e acompanhada por solistas como Plácido Domingo, José Carreras, Mariella Devia, Leo Nucci, Renato Bruson, Eva Marton, entre outros.

Elisabete Matos nasceu em Caldas das Taipas, Guimarães, e estudou canto e violino no Conservatório de Música de Braga, foi depois bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, em Espanha, onde completou a sua formação.

Em 2000, foi galardoada com um Latino Grammy pela gravação do papel titular de “La Dolores”, de Tomás Bretón, com Plácido Domingo, para a Decca.

É professora-adjunta convidada na Escola Superior de Artes Aplicadas desde 2014 e, desde 2017, diretora artística do Festival Internacional de Música Religiosa de Guimarães.

Elisabete Matos recebeu as condecorações de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, e de Grã-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, concedidas pela Presidência da República, foi galardoada com a Medalha de Ouro de Mérito Artístico da Cidade de Guimarães pela Câmara Municipal de Guimarães, e distinguida com a Medalha de Mérito Cultural concedida pela Secretaria de Estado da Cultura, em 2015.

Venceu vários prémios em concursos nacionais e internacionais, como o Concurso de Canto Luísa Todi, em Setúbal, o Belvedere de Viena, na Áustria, e o prémio Femina 2012, entre outros.

Interpretou papéis wagnerianos como Isolda (em “Tristan und Isolde”), Elisabeth (“Tanhäuser”), Elsa e Ortrud (“Lohengrin”), Freia (“Das Rheingold”), entre outros, e de outros compositores, Katia Kabanova (de Janaácek), Condessa de Capriccio e Elektra (de Strauss), Santuzza de Cavalleria Rusticana (Mascagni), Norma (de Bellini), e Cassandre de Les Troyens (de Berlioz), entre outros.

Atuou ainda, entre outros palcos, na Wiener Staatsoper, em Viena, Áustria, na Washington Opera, nos Estados Unidos, no Teatro Real de Madrid, em Espanha, The Israeli Opera, em Israel, Teatro La Fenice, em Veneza, Itália, Festival da Madeira e Festival de Sintra.

Elisabete Matos sucede no cargo a Patrick Dickie, que em junho anunciou não ter condições para “equacionar a continuidade naquelas funções”, tendo, na altura, o teatro nacional explicado que o responsável tinha informado a ministra da Cultura, Graça Fonseca, da sua decisão, tomada por “razões pessoais”.

O mandato do produtor criativo, encenador e dramaturgo Patrick Dickie terminou em 31 de agosto, dia em que efetivamente cessou funções como diretor artístico do São Carlos.

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Guimarães

Guimarães evoca “garra vimaranense” para atrair mais turistas

Autarquia prepara 12 projetos e 48 subprojetos envolvendo a comunidade

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Centro Histórico de Guimarães. Foto: Divulgação / CM Guimarães

A Câmara de Guimarães vai desenvolver uma estratégia de promoção e turismo centrada no tema “Garra Vimaranense” para “reforçar o papel da atividade turística”, levando a cabo 12 projetos, 48 subprojetos e envolvendo a comunidade.

Apresentada nesta terça-feira, a estratégia para promoção e captação de turismo, que quer envolver os 158.124 vimaranenses e surge depois de uma estudo sobre o posicionamento da marca Guimarães, assenta em três eixos: Programa Identitário, Valorização Territorial e Conhecer Guimarães.

O estudo serviu ainda para identificar obstáculos ao desenvolvimento da cidade como ponto de turismo, apresentando também soluções, sendo que os obstáculos mais apontados foram “a curta estadia no território vimaranense, a concentração no centro da cidade, alguma perda de notoriedade junto dos mais jovens, bem como algum desconhecimento fora de Portugal”, lê-se no documento.

“São estes obstáculos que nos propomos derrubar com esta estratégia, atraindo mais pessoas para o território municipal de Guimarães e contagiando-as com esta ‘Garra Vimaranense'”, afirmou na sessão o presidente da autarquia, Domingos Bragança.

O autarca salientou o “orgulho” dos vimaranenses na sua história, a “forma única como se recebe quem visita” a cidade.

“Mas também o espírito de união que nos leva a defender o que é nosso, que é o território que desde pequenos nos ensinaram a amar e do qual nos orgulhamos”, apontou.

Segundo a promotora do estudo, “a estratégia apresentada conta com o envolvimento da população que foi auscultada durante os últimos meses e que, desta forma, pode também contribuir, desde o primeiro minuto, para a missão de posicionar Guimarães no mapa enquanto destino turístico, não só a nível nacional, mas também internacional”.

Quanto aos eixos orientadores, o primeiro é o Programa Identitário: “Programa responsável por desenvolver, ampliar e disseminar a ‘Garra Vimaranense’. Alberga todos os projetos que asseguram o futuro desta Ideia Central, nomeadamente os que se relacionam com as Bases, a Representação e a Projeção desta Identidade única”.

Este programa “envolve os mais jovens, mas também todos os agentes que contactam com o turismo e até mesmo quem chega agora ao território. Este ativo imaterial que representa a identidade de Guimarães é parte indissociável da visão do município e da projeção do mesmo”.

Com o eixo de Valorização Territorial, o objetivo é “tornar todo o território vimaranense num reflexo da visão do município de Guimarães”, assentando o programa “no princípio de continuar a aperfeiçoar Guimarães, sem dissociar a identidade do território”.

Para isso, estão a ser desenvolvidos projetos no âmbito do Território Unificado, Guimarães Verde e Garra no Território: “Esta linha orientadora mostra o seu máximo expoente na defesa, preservação e vivência do território. As distinções e honras de que é alvo constante não são um acaso, mas sim uma consequência de um trabalho meritório constante”, explica o programa.

Na terceira vertente, Conhecer Guimarães, pretende-se “desenvolver e dar a conhecer um leque de experiências que vão espelhar não só a monumentalidade do território, mas também dos vimaranenses”.

O programa destaca que “a humanização da experiência turística é uma batalha perdida” por muitos destinos modernos.

“Em Guimarães, no entanto, há uma vontade assumida da população em ser parte do destino, em mostrar, ajudar e participar”, conclui o estudo.

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Guimarães

GNR apreende 2.650 peças de roupa contrafeita na feira em Guimarães

Em Caldas das Taipas

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Foto: GNR

O Comando Territorial de Braga da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Posto Territorial de Caldas das Taipas, identificou 3 homens e 3 mulheres com idades compreendidas entre os 26 e os 57 anos nesta segunda-feira, pela prática do crime de contrafação, em Caldas das Taipas, Guimarães.

De acordo com a GNR, no âmbito do combate à contrafação, os militares realizaram uma operação de fiscalização à feira semanal daquela localidade, detetando diversas bancas com artigos contrafeitos que ostentavam marcas registadas conhecidas.

Segundo nota enviada a O MINHO, a GNR revela que apreendeu nesta operação 2.650 peças de vestuário, 213 pares de calçado e 109 acessórios.

Os suspeitos foram constituídos arguidos e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Guimarães.

A ação contou com o apoio de militares do Destacamento Territorial de Guimarães e do Destacamento de Intervenção de Braga.

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