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Rui Rio: PSD não fala em TGV e Costa “deixou-se levar pelas notícias”

Eleições Legislativas 2019

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Foto: DR / Arquivo

O presidente do PSD di que o PSD não fala na execução do TGV, mas no estudo de uma ligação mais rápida entre Porto e Lisboa. Acrescenta que António Costa “deixou-se levar pelas notícias”.

O presidente do PSD, Rui Rio, disse este sábado que o PSD não fala no seu programa eleitoral na execução do TGV, mas no estudo de uma ligação mais rápida entre Porto e Lisboa, concluindo que António Costa “deixou-se levar pelas notícias”.

A notícia foi manifestamente exagerada. O doutor António Costa provavelmente ouviu a notícia, acreditou nela, ele já tem experiência que chegue para não acreditar logo nas notícias, mas faz um comentário em cima de um pressuposto que não é exatamente assim”, comentou o líder social-democrata nos Açores, no início de uma visita de dois dias à região autónoma.

No programa social-democrata às legislativas de outubro, precisou Rui Rio, está “alta velocidade, sujeita a consenso nacional, ibérico e europeu, e não está nenhuma execução para os próximos quatro anos”, antes um estudo sobre a matéria, o planear da mesma se se entender que é para avançar, e um novo estudo “condicionado às finanças públicas portuguesas”.

Antes, o secretário-geral do PS havia-se mostrado “perplexo com o TGV tirado da cartola” por Rui Rio, acusando o presidente do PSD de “inconstância permanente de posições”.

Ouvi essa declaração com uma enorme perplexidade”, afirmou o líder socialista, referindo que “o PSD foi sempre o campeão anti-TGV” e, agora, Rui Rio vem defender a solução entre Lisboa e Porto, depois de o programa nacional de infraestruturas para a próxima década ter sido aprovado na Assembleia da República, sem que os sociais-democratas apresentassem essa proposta.

“É muito estranho que tenha havido uma grande discussão na Assembleia da República sobre as infraestruturas a realizar na próxima década, tendo o PSD apresentado propostas, tendo o PSD votado a favor do programa, de repente saia da cartola um TGV de que ninguém ouviu o PSD falar”, continuou.

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Os números do Euromilhões

1.° prémio: 173 milhões

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Foto: O MINHO

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 17 de setembro: 22, 37, 43, 44 e 45 (números) e 1 e 12 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 173 milhões de euros.

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País

Debate Costa – Rio visto por 2,66 milhões de espetadores na SIC,TVI e RTP1

Eleições Legislativas 2019

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Imagem via RTP 3

O debate entre Rui Rio e António Costa, transmitido na segunda-feira em simultâneo pela SIC, TVI e RTP1 foi visto por 2,66 milhões de espetadores, segundo dados da GFK/CAEM esta terça-feira divulgados.

Segundo os dados fornecidos pelo Grupo Impresa, em média, cerca de 2,66 milhões de pessoas viram o único frente a frente televisivo entre os líderes do PS e PSD, de um total de 4,793 milhões de pessoas que estavam a ver televisão à mesma hora.

O debate foi liderado pela SIC no universo dos canais generalistas, com 22,3% de ‘share’ e 11,3% de audiência média, o que corresponde a 1,067 milhões de espetadores.

A TVI obteve 17,3% ‘share’, o que corresponde a uma audiência média de 8,2% ou cerca de 774 mil espetadores.

A RTP1, com um ‘share’ de 16,2%, registou cerca de 829 mil pessoas durante o debate televisivo (8,8% de audiência média).

As eleições legislativas realizam-se em 06 de outubro. Concorrem a esta eleição, a 16.ª em democracia, um número recorde de forças políticas – 20 partidos e uma coligação.

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País

PCTP/MRPP critica PCP e BE por terem votado todos orçamentos do PS

Eleições Legislativas 2019

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Foto: Facebook de PCTP/MRPP

O PCTP/MRPP critica o PCP e o Bloco de Esquerda por terem apoiado o Governo de António Costa e votado a favor de todos os orçamentos do Estado que apenas permitiram o pagamento da dívida e redução do défice.

Em entrevista à agência Lusa, a propósito das eleições legislativas de 6 de outubro, a cabeça de lista pelo círculo de Lisboa do PCTP/MRPP, Maria Cidália Guerreiro, fez “uma avaliação negativa” da maioria parlamentar de esquerda que suporta o Governo do PS, a chamada ‘geringonça’.

“Não correspondeu de facto às necessidades e ao que era expectável. Só existiu porque teve o apoio, neste caso, do PCP e do Bloco, que acabaram por votar a favor de todos os orçamentos”, lembrou.

A candidata considerou que o PCP e o BE viabilizaram “a existência, permanência e continuidade de um Governo que não deu resposta às questões essenciais”, mas que “apenas conseguiu responder aos compromissos internacionais” e que esteve “essencialmente vocacionado e direcionado para pagar uma dívida”.

“Foram quatro anos em que o principal objetivo foi pagar uma dívida que é impagável e que foi tentar reduzir o défice, que são imposições da União Europeia”, afirmou, sublinhando que uma “das primeiras medidas” do PCTP/MRPP “é a saída” de Portugal da União Europeia, do Euro e, “naturalmente, o não pagamento de uma dívida, que está a retirar toda a soberania” económica, monetária e bancária.

Para a cabeça de lista por Lisboa, não “é apenas” da responsabilidade do PS as consequências desta governação, mas de todos aqueles que a viabilizaram e fizeram esta aliança.

“Não podemos esquecer que não foi o PS que ganhou as eleições. Portanto, isto formou-se com a vontade de chegar ao poder e não para resolver os problemas. Os problemas essenciais não estão resolvidos”, sustentou.

Maria Cidália Guerreiro criticou também os órgãos de comunicação social por estarem “sistematicamente” a passar a ideia de que o Partido Socialista vai obter uma maioria absoluta a 6 de outubro, apelando para que os eleitores votem depois de fazer uma reflexão sobre os últimos quatro anos.

A candidata considerou que “não existiu um investimento público” nos principais setores, nomeadamente saúde, habitação e trabalho.

Nesse sentido, o PCTP/MRPP defendeu alterações ao Código de Trabalho e o alargamento das 35 horas semanais no setor privado e, na área da habitação, a revogação da lei das rendas, que está “a levar aos despejos e à especulação imobiliária”, bem como a municipalização dos solos.

Propondo “uma reforma na saúde” para que seja acessível para todos, a candidata frisa que deve ficar definido “a proibição de cativações na saúde”.

Caso o PCTP/MRPP consiga chegar à Assembleia da República, Maria Cidália Guerreiro promete “uma voz liberta de acordos, compromissos e jogos de poder”, prometendo “desmontar e denunciar todos os aspetos que no fundo não deixam que o país avance”.

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