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Costa “profundamente perplexo” por Rio tirar da cartola o TGV

Eleições Legislativas 2019

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Foto: DR

O secretário-geral do PS, António Costa, este sábado, afirmou-se “perplexo com o TGV tirado da cartola” por Rui Rio, acusando o presidente do PSD de “inconstância permanente de posições”.

“Ouvi essa declaração com uma enorme perplexidade”, afirmou o líder socialista, referindo que “o PSD foi sempre o campeão anti-TGV” e, agora, Rui Rio vem defender a solução entre Lisboa e Porto, depois de o programa nacional de infraestruturas para a próxima década ter sido aprovado na Assembleia da República, sem que os sociais-democratas apresentassem essa proposta.

“É muito estranho que tenha havido uma grande discussão na Assembleia da República sobre as infraestruturas a realizar na próxima década, tendo o PSD apresentado propostas, tendo o PSD votado a favor do programa, de repente saia da cartola um TGV de que ninguém ouviu o PSD falar”, continuou.

Costa estranha também ter ouvido o presidente do PSD “tirar da cartola dúvidas sobre a sua estratégia da solução Montijo” para o novo aeroporto, apontando que “foi uma solução desenvolvida pelo anterior Governo”.

“Precisamente para não andarmos sempre numa lógica de descontinuidade nós agarramos, estamos a trabalhar como a solução possível no contexto em que vivemos”, acrescentou.

O secretário-geral do PS insistiu que fica “muito surpreendido com esta inconsistência permanente das posições do PSD e do Dr Rui Rio sobre matérias estruturantes para o país”.

Costa enfatizou que “investir numa linha do TGV não é fazer uma variante a uma vila, é uma obra de milhares de milhões de euros, relativamente aos quais tem que haver um consenso nacional muito profundo”.

“Quando agora se discutiu o programa de infraestruturas para a próxima década não houve proposta nesse sentido, agora que o programa está aprovado e em cima de eleições é que sai da cartola uma proposta como o TGV?”, perguntou.

“Fiquei profundamente perplexo como é que um partido com o grau de responsabilidade e que pretende ser alternativa de Governo se comporta com esta ligeireza relativamente a investimentos que são de milhares de milhões de euros”, acrescentou.

O líder socialista entende que “não há nem condições financeiras, nem condições politicas para neste próximo quadro comunitário haver qualquer iniciativa dessa obra”.

António Costa comentou também aos jornalistas a desconvocação da greve dos motoristas de matérias perigosas, afirmando: “todos ficamos satisfeitos, foi mais uma vitória do diálogo social”.

O secretário-geral do PS falava à margem de uma visita à Feira de Agricultura que decorre até domingo, em Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, e onde apontou que “ao longo deste quadro (comunitário de apoios) foram concedidos mais de 280 milhões de euros de apoio direto aos agricultores” desta região.

Disse ainda que têm havido outros apoios indiretos como a criação dos centros nacionais de competências da vinha e do vinho e dos frutos secos e dos laboratórios colaborativos com as instituições de ensino superior.

Falou ainda dos 40 milhões de investimento em barragens ou renovação do regadio e nas medidas de valorização do interior do país com a criação de uma secretária de Estado e um programa integrado.

Admitiu, contudo que a revitalização do interior não se faz com um estalar de dedos, “é um processo que é muito exigente porque corresponde a um processo de desertificação que foi de décadas”.

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Lucros da José de Mello Saúde crescem 63,1% no semestre para 22,4 milhões de euros

Recebimento extraordinário na Parceria Público-Privada em Braga ajuda na evolução

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Foto: Divulgação / Arquivo

A José de Mello Saúde, dona dos hospitais CUF, comunicou ao mercado que fechou o primeiro semestre com uma subida de 63,1% nos lucros, para 22,4 milhões de euros, face ao período homólogo de 2018.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a José de Mello Saúde informa que, nos primeiros seis meses do ano, os proveitos operacionais ascenderam a 383,4 milhões de euros, mais 11,4% em comparação com o mesmo período do ano passado.

O grupo liderado por Salvador de Mello assume no mesmo comunicado que, ao longo do primeiro semestre, apresentou um desempenho positivo na maioria das linhas da sua atividade essencial e detalha que este desempenho resulta de “uma trajetória de crescimento operacional sustentado, em paralelo com a implementação da sua estratégia de investimento e expansão geográfica”.

Na informação enviada à CMVM, a José de Mello Saúde revela que o EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 56% para atingir os 59,6 milhões de euros.

Esta evolução é justificada, sobretudo, com o crescimento sustentado da atividade assistencial, novos projetos de expansão e implementação da IFRS16, além de o grupo contar com um recebimento extraordinário na Parceria Público-Privada em Braga, em resultado da decisão favorável do Tribunal Arbitral sobre a comparticipação do Estado nos programas verticais do HIV.

A dona da marca CUF refere ainda o crescimento da dívida financeira líquida consolidada em 62,1 milhões de euros, para 406,5 milhões de euros, um aumento que está em linha com o plano de investimentos em curso, por exemplo, no Hospital CUF Tejo, Hospital CUF Sintra e no Hospital CUF Torres Vedras.

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Os números do Euromilhões

1.° prémio: 173 milhões

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Foto: O MINHO

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 17 de setembro: 22, 37, 43, 44 e 45 (números) e 1 e 12 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 173 milhões de euros.

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Debate Costa – Rio visto por 2,66 milhões de espetadores na SIC,TVI e RTP1

Eleições Legislativas 2019

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Imagem via RTP 3

O debate entre Rui Rio e António Costa, transmitido na segunda-feira em simultâneo pela SIC, TVI e RTP1 foi visto por 2,66 milhões de espetadores, segundo dados da GFK/CAEM esta terça-feira divulgados.

Segundo os dados fornecidos pelo Grupo Impresa, em média, cerca de 2,66 milhões de pessoas viram o único frente a frente televisivo entre os líderes do PS e PSD, de um total de 4,793 milhões de pessoas que estavam a ver televisão à mesma hora.

O debate foi liderado pela SIC no universo dos canais generalistas, com 22,3% de ‘share’ e 11,3% de audiência média, o que corresponde a 1,067 milhões de espetadores.

A TVI obteve 17,3% ‘share’, o que corresponde a uma audiência média de 8,2% ou cerca de 774 mil espetadores.

A RTP1, com um ‘share’ de 16,2%, registou cerca de 829 mil pessoas durante o debate televisivo (8,8% de audiência média).

As eleições legislativas realizam-se em 06 de outubro. Concorrem a esta eleição, a 16.ª em democracia, um número recorde de forças políticas – 20 partidos e uma coligação.

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