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Barcelos

Barcelos atribui apoio às freguesias no valor de 223 mil euros

Comparticipações financeiras

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Câmara de Barcelos. Foto: O MINHO (Arquivo)

A Câmara Municipal de Barcelos aprovou, em reunião ordinária de 18 de outubro, um conjunto de apoios financeiros a nove freguesias, no valor global de 223 mil euros.

A verba destina-se à comparticipação em obras de pavimentação, alargamento, requalificação e correção geométrica de caminhos e construção de sistemas de águas pluviais. Incluído naquele valor está a comparticipação do Município nas obras de construção de um relvado sintético no campo de jogos da Galegos S. Martinho, no valor global de 100 mil euros, a transferir para a respetiva freguesia em quatro prestações anuais, entre 2019 e 2022. Esta comparticipação é atribuída mediante um acordo de colaboração com a freguesia de Galegos S. Martinho, também aprovado na referida reunião do executivo municipal.

No âmbito desportivo, foi aprovado um contrato programa de desenvolvimento desportivo com o Óquei Clube de Barcelos, como medida de apoio à participação de atletas em provas internacionais específicas e pontuais. Inclui uma comparticipação financeira do Município no valor de 7.500 euros.

Ainda na mesma reunião, o executivo municipal aprovou a cedência de uma parcela de terreno aos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos, com a área de 2.333 m2 (anexa às novas instalações dos Bombeiros), que integra o domínio privado do Município, tendo em vista a construção de um novo hangar para viaturas de transporte de doentes e a construção de uma área de atividade física para a corporação e a construção de um heliporto.

Quanto aos apoios sociais, destacam-se as seguintes deliberações: apoio às refeições escolares de 27 alunos dos jardins de infância e escolas do 1.º ciclo; comparticipação na renda habitacional de 14 famílias; apoio à habitação social no valor global de 18.420 euros e apoio nos projetos de arquitetura, especialidade e fiscalização de uma obra.

Foram, ainda, aprovados os seguintes subsídios: à Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, no valor de 1.500 euros, como comparticipação financeira destinada à Procissão das Endoenças; ao Grupo Folclórico de Barcelinhos, no valor de 4 mil euros, como comparticipação financeira do Festival de Folclore Rio.

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Barcelos

Populares protestam em Barcelos pelo arranjo de estrada municipal

EM 505

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Foto: António Alves

Vários populares das freguesias de Remelhe e Pousa, em Barcelos, aderiram, na noite desta sexta-feira, a uma vigília para sensibilizar os responsáveis autárquicos para a requalificação da Estrada Municipal 505, que serve aquela freguesia.

A manifestação teve início às 19:30, em Remelhe, de onde partiu para o centro de Barcelos, concentrando-se em frente ao edifício da Câmara de Barcelos, onde decorre uma sessão da Assembleia Municipal.

Em declarações à Rádio Barcelos, António Alves, membro da Assembleia de Freguesia e um dos promotores do protesto, diz que a requalificação está a ser adiada desde 2009 e que tal não é aceitável.

“Desde 2009 que vem sendo adiado, prometido mas nunca concretizado”, começa por acusar, classificando como “inaceitável” os sucessivos adiamentos da empreitada que pode garantir outra segurança aos utentes da via.

“Tivemos uma reunião com todos os partidos e o foi-nos dito que a estrada já não seria requalificada neste mandato. Isso é inaceitável, as promessas são para cumprir, a inauguração era em 2019, depois era 2020, agora já falam em 2022 e nós não aceitámos isso”, salientou.

A estrada em questão, que terá o piso em “mau estado”, afeta ainda diretamente as freguesias de Barcelinhos, Alvelos e Carvalhas.

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Barcelos

Empresa de Barcelos vai requalificar antigo campo do Tarrafal, em Cabo Verde

Para uma possível candidatura a Património da Humanidade

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Foto: Alma de Visitante

A antiga colónia penal do Tarrafal, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, vai ser alvo de reabilitação e requalificação para poder integrar uma futura candidatura a Património da Humanidade. E é uma empresa de Barcelos que vai levar a cabo a empreitada adjudicada pelo Governo cabo-verdiano por cerca de 265 mil euros, foi hoje anunciado.

A empresa é a Vilacelos, que tem uma filial naquele arquipélago situado a noroeste do continente africano. A assinatura foi levada a cabo ontem [quinta-feira], entre o Ministério da Cultura e Indústrias Criativas e a companhia barcelense.

De acordo com aquele ministério, o Governo quer, dentro de um ano, lançar uma candidatura a Património da Humanidade da UNESCO. Para isso, é necessário substituir telhados dos antigos pavilhões e das antigas celas comuns, para além da implementação de um percurso pedestre pelo interior daquele antigo campo de concentração de má memória para muitos portugueses e africanos.

Situada no lugar de Chão Bom, a antiga colónia penal foi criada pelo Governo português a 23 de abril de 1936. Em outubro recebeu os primeiros 152 prisioneiros, na sua grande maioria marinheiros que estiveram envolvidos numa ação de revolta a bordo de navios de guerra portugueses.

Dos cerca de 600 prisioneiros que albergou, 36 morreram (32 portugueses, dois angolanos e dois guineenses), entre os quais Albino António de Oliveira de Carvalho, um comerciante da Póvoa do Lanhoso, que morreu em 1941, mas só depois do 25 de Abril de 1974 foi trasladado para Portugal.

De acordo com um decreto lei publicado na altura (Decreto-Lei n.º 26 539), o campo servia para encarcerar “presos políticos e sociais, sobre quem recai o dever de cumprir o desterro, aqueles que internados em outros estabelecimentos prisionais se mostram refractários à disciplina e ainda os elementos perniciosos para outros reclusos”. Crimes políticos, presos preventivos e presos por crime de rebelião também eram “desterrados”.

Abraão Vicente, ministro da Cultura de Cabo Verde, refere que o objetivo é “transformar um espaço que era triste e que devia envergonhar, num local de orgulho” para a população de Tarrafal.

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Barcelos

Barcelos: Detido por bater na mulher ao longo de três anos

Violência doméstica

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem, de 48 anos, foi detido na quarta-feira por militares do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas de Braga, afetos ao comando territorial da GNR, por suspeitas do crime de violência doméstica, em Barcelos, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a GNR dá conta de agressões verbais e psicológicas por parte do detido para com a companheira, de 56 anos, que perduram ao longo de três anos, intensificando-se nos últimos meses.

“No seguimento das diligências policiais, foi cumprido um mandado de detenção e ainda realizadas duas buscas em veículo e garagem, que culminaram na apreensão de três armas de fogo, uma delas danificada e sete munições de vários calibres”, refere a mesma nota, enviada a O MINHO.

O detido foi presente, ontem, dia 27 de fevereiro, ao Tribunal Judicial de Barcelos, tendo-lhe sido aplicada as medidas de coação de proibição de contacto por qualquer meio com a ofendida e proibição de se aproximar da residência e do local de trabalho desta, controlado por pulseira eletrónica.

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