Seguir o O MINHO

Região

“Condições meteorológicas adversas” adiam passagem da Força Aérea para o início da tarde

Instituição assinala 68.º aniversário

em

Foto: DR / Arquivo

Estava previsto aviões da Força Aérea Portuguesa sobrevoaram esta quarta-feira de manhã a região do Minho, no âmbito das celebrações do 68.º aniversário da instituição, mas tal acabou por não acontecer “devido a condições meteorológicas adversas”.


Contudo, a Força Aérea já anunciou que a passagem irá realizar-se entre as 14:50 e as 15:00 horas, sobrevoando primeiro Viana, depois Braga e por fim Guimarães.

A Força Aérea assinala o 68.º aniversário durante esta quarta-feira. Para além de passagens por todas as capitais de distrito do país (e ainda algumas cidades, como Guimarães), com aviões Chipmunk, C-130H, C-295M, Epsilon TB-30, P-3C e F-16, haverá ainda uma homenagem às vítimas da pandemia de covid-19, a realizar em Lisboa, na zona de Belém, sobre o Mosteiro dos Jerónimos.

Força Aérea sobrevoou o Minho

A saudação é realizada por quatro aviões de combate F-16, com um deles a fazer uma subida vertical até desaparecer no horizonte. Esta saudação chama-se “missing man” e é habitualmente realizada para homenagear a memória de pilotos que desaparecem no exercício de funções.

Anúncio

Braga

Detido por agressões após desentendimento em casa de alterne em Vieira do Minho

Agressões

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

A PJ deteve um homem de 22 anos suspeito de agredir outros dois homens com uma navalha e uma barra de ferro, em Vieira do Minho, após desentendimentos que começaram numa casa de diversão noturna, divulgou hoje aquela força.

Em comunicado hoje divulgado, a Polícia Judiciária refere que as agressões aconteceram na madrugada de quarta-feira, na via pública e por “motivos fúteis”.

Uma das vítimas sofreu vários golpes corto-perfurantes nas zonas da cabeça, pescoço e tórax, que lhe provocaram “graves lesões”.

A outra vítima foi agredida na cabeça com a barra de ferro, ficando inconsciente.

“Dado haver perigo para a vida, foram evacuadas para o Hospital de Braga”, acrescenta o comunicado.

O autor pôs-se em fuga do local, mas acabou por ser detido na quinta-feira, pela Polícia Judiciária, que também apreendeu os objetos utilizados nas agressões.

O arguido vai ser presente às autoridades judiciárias competentes para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coação.

Está indiciado por dois crimes de homicídio qualificado, na forma tentada.

Continuar a ler

Alto Minho

Embriagado detido em Monção após ameaçar de morte o pai por não lhe dar dinheiro

Violência doméstica

em

Foto: DR (Arquivo)

Um homem de 43 anos foi detido pela GNR, em Monção, na quinta-feira, ao ser apanhado em flagrante a ameaçar de morte o próprio pai, de 67.

O suspeito, que estava embriagado e com comportamento agressivo, proferia ameaças de morte ao progenitor em frente aos militares do posto territorial de Monção, acabando detido.

Em comunicado, a guarda informa que o comportamento do homem já tinha levado a duas intervenções por parte dos militares, nos últimos dois dias antes da detenção.

Diz a guarda que em todas as situações, o homem encontrava-se alcoolizado e com comportamento agressivo perante os pais, procurando “coagir as vítimas a cederem dinheiro para seu proveito pessoal”.

O detido foi constituído arguido e está a ser presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Monção.

Continuar a ler

Alto Minho

Batia na mulher até a mandar para o hospital. Foi detido em Valença e libertado pelo juiz

Violência doméstica

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 65 anos foi detido na quinta-feira, em Valença, pelo crime de violência doméstica, anunciou hoje a GNR.

Em comunicado, o comando territorial dá conta da operação levada a cabo por militares do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas que culminou com a detenção do suspeito, após investigação.

Segundo a guarda, o homem, com problemas de alcoolismo, “exercia violência psicológica e física sobre a vítima, de 63 anos, nos últimos 20 anos de casamento”.

Em alguns dos casos, as agressões foram tão intensas que a mulher teve necessidade de tratamento hospitalar.

Ao longo dos últimos 20 anos o agressor chegou a estar sujeito a medidas de afastamento da vítima, mas nunca as cumpriu, acabando por ser absolvido em julgamento em dois processos nos anos de 2017 e 2019.

No decorrer das diligências policiais, os militares da guarda deram cumprimento a um mandado de detenção.

O detido foi constituído arguido e, após ter sido presente a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal Judicial de Valença, ficou sujeito às medidas de coação de proibição de contactos e afastamento da vítima.

Continuar a ler

Populares