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Região

Força Aérea sobrevoou o Minho

Celebração do 68.º aniversário

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Foto: Tiago Carvalho (cedida a O MINHO)

Depois de um adiamento por causa de “condições climatéricas adversas”, a Força Aérea sobrevoou Viana do Castelo, Braga e Guimarães ao início da tarde desta sexta-feira, no âmbito das celebrações do 68.º aniversário da instituição.


Em Viana do Castelo foi possível avistar um avião , por volta das 14:50, como estava anunciado e é possível ver neste vídeo enviado por um leitor de O MINHO.

Vídeo: Tiago Carvalho (cedido a O MINHO)

O mesmo foi possível verificar em Guimarães, como atesta vídeo do Grupo Santiago.

As cidades de Braga, Guimarães e Viana do Castelo, assim como outras que se encontrem no percurso, foram sobrevoadas por aviões de seis diferentes modelos da Força Aérea Portuguesa, para assinalar o 68.º aniversário daquela instituição militarizada.

A Força Aérea assinala o 68.º aniversário durante esta quarta-feira. Para além de passagens por todas as capitais de distrito do país (e ainda algumas cidades, como Guimarães), com aviões Chipmunk, C-130H, C-295M, Epsilon TB-30, P-3C e F-16, haverá ainda uma homenagem às vítimas da pandemia de covid-19, a realizar em Lisboa, na zona de Belém, sobre o Mosteiro dos Jerónimos.

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Braga

Explosivo de Beirute era para empresa da Póvoa de Lanhoso

Nitrato de amónio

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Foto: DR / Nicolas Tawk

As 2.750 toneladas de nitrato de amónio que explodiram, na passada terça-feira, no porto de Beirute destinavam-se à Fábrica de Explosivos de Moçambique (FEM), que é propriedade da empresa portuguesa Moura & Silva, da Póvoa de Lanhoso.

A notícia é avançada, este sábado, pelo jornal Público, a quem um porta-voz da empresa garante, no entanto, que aquela carga ainda não era sua – foi feita a encomenda, mas apenas seria paga quando chegasse ao seu destino, a cidade da Beira, no Norte de Moçambique.

“Esta foi uma encomenda normal, de uma matéria que a empresa utiliza na sua atividade comercial, cumprindo sempre de forma escrupulosa todos os requisitos legais e melhores práticas internacionais”, assegurou.

Segundo o Público, o nitrato de amónio apreendido na capital libanesa poderia ter como finalidade, provavelmente, ser usado nas minas do Norte de Moçambique.

Os químicos que provocaram a explosão no porto de Beirute chegaram à capital libanesa há sete anos, a bordo de um navio de carga alugado pela Rússia e nunca deviam ter parado naquele local.

Em 2013, o navio “Rhosus”, com bandeira da Moldávia e proveniente da Geórgia, fez uma escala não planeada em Beirute, a caminho de Moçambique.

O dono do navio ordenou uma paragem não planeada para receber carga adicional. Mas o navio acabou por não sair de Beirute, envolvido numa disputa legal sobre taxas portuárias.

Como ninguém a reclamou e o dono do navio foi acusado de abandono, a carga acabou por ser descarregada e colocada num armazém do porto de Beirute, onde esteve até terça-feira.

As explosões fizeram pelo menos 154 feridos, número que poderá ainda aumentar, tendo em conta as pessoas que continuam desaparecidas. Há cerca de 5 mil feridos.

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Braga

Gasta 2 euros e ganha 5 mil na raspadinha em Braga

Padim da Graça

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Foto: DR

Um feliz apostador ganhou 5 mil euros numa raspadinha “Grande Sorte”, depois de acertar no boletim premiado no bar da Associação Desportiva Aguias da Graça, em Padim da Graça, Braga.

A raspadinha no valor de dois euros foi adquirida na passada quinta-feira, ao final da tarde, por um cliente habitual, de Padim da Graça, e foi motivo de grande alegria, como seria de esperar.

“Até ficou branco. Não estava a acreditar que ganhou”, conta a O MINHO Carlos Dias, que explora o bar da Associação Desportiva Águias da Graça.

“Saiu bem a quem foi. É uma pessoa que merece”, garante Carlos Dias, acrescentando que se trata de um apostador ocasional.

No bar daquele clube de Braga já têm saúdo “prémios de 500 e 1.000 euros, mas de 5.000 foi a primeira vez”.

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Ave

Utente de lar em Famalicão testa positivo à covid-19

Residência Pratinha

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Foto: DR

Um utente de 82 anos da Residência Pratinha, em Cavalões, Famalicão, testou positivo à covid-19, adianta a rádio Cidade Hoje. Oito funcionárias que tiveram contacto direto com o idoso estão em quarentena.

O utente foi levado para o IPO do Porto, na passada quinta-feira, devido a complicações de saúde relacionadas com doença oncológica e foi submetido a teste que, no dia a seguinte, revelou-se positivo, conta a Cidade Hoje.

Logo na tarde de ontem, todos os funcionários daquela instituição foram testados e não se registaram casos positivos, contudo, oito das funcionárias que tiveram contacto direto com o utente infetado ficaram em quarentena e a aguardar novas orientações.

Em declarações à Cidade Hoje, a proprietária do lar, Teresa Pedrosa, garantiu que a instituição continua a funcionar normalmente, tendo entrado ao serviço a equipa de reserva criada para responder a situações deste tipo.

Os 29 utentes não têm sintomas e ainda não foram testados, o que deverá acontecer em breve, assegura a responsável àquela rádio.

O idoso infetado continua internado no IPO do Porto.

As visitas estão suspensas até pelo menos ao dia 21 deste mês.

A origem da infeção ainda não foi determinada.

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