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Ator Nuno Lopes integra elenco de nova série de criador de “Casa de Papel”

Série espanhola de grande sucesso

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O ator português Nuno Lopes vai integrar o elenco da nova série do criador de “La Casa de Papel”, Álex Pina, intitulada “White Lines”, também com selo da Netflix, foi anunciado, esta quinta-feira.

 

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It’s official! . @subtitle_talent We are delighted to announce that Nuno Lopes has been cast as, and is currently filming, one of the lead roles in Netflix’s new 10-episode drama series WHITE LINES. Written by showrunner Álex Pina (La Casa de Papel/Money Heist) and produced by Left Bank (The Crown), the cast also includes: Laura Haddock (Guardians of the Galaxy, Transformers: The Last Knight), Marta Milans (Shazam, The Pier), Juan Diego Botto (Good Behavior), and Daniel Mays (The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn, Rogue One: A Star Wars Story). . . . . #nunolopes #subtitletalent #netflix #casting #announcement #actor #portugal #portuguese #portugueseactor #drama #laurahaddock #whitelines #martamilans #juandiegobotto #danielmays #television #filming #tv #alexpina #subtitlefestival #subtitlefilmfestival @academiaportuguesacinema #passaporte

Uma publicação partilhada por Nuno Lopes (@nunolopes) a

Nas redes sociais, o próprio ator partilhou um texto da agência Subtitle Talent que anunciava que o português será um dos protagonistas da nova série, com 10 episódios, escrita por Pina e produzida pela Left Bank, a mesma empresa por trás de “The Crown”.

Segundo a mesma publicação, o elenco da série, que já está em processo de filmagens, vai incluir também Laura Haddock, Marta Milans, Juan Diego Botto e Daniel Mays.

De acordo com a Deadline, “White Lines” vai ser falada em inglês e filmada até outubro, nas Ilhas Baleares, em Espanha.

A sinopse, divulgada também pela publicação especializada Variety, revela que o enredo parte da descoberta do corpo de um DJ de Manchester, 20 anos depois do seu desaparecimento em Ibiza.

“Quando a sua irmã regressa à ilha espanhola de Ibiza para descobrir o que aconteceu, a sua investigação leva-a a um mundo de discotecas, mentiras e encobrimentos”, adianta a Deadline.

Segundo a Variety, “White Lines” resulta de um acordo assinado entre a Netflix e Álex Pina, após o sucesso de “La Casa de Papel”.

Nuno Lopes, 41 anos, destacou-se no filme “São Jorge”, de Marco Martins, com o qual recebeu o prémio de melhor ator no festival de Veneza, em 2016. O filme foi o candidato português a uma nomeação para o Óscar de melhor filme estrangeiro, não tendo sido nomeado.

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Portugal nas meias-finais do Mundial de hóquei

Venceu a Itália nos penáltis

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Foto: Twitter / Arquivo

A seleção portuguesa de hóquei em patins qualificou-se hoje para as meias-finais do Mundial, ao vencer a Itália, por 2-0, no desempate por grandes penalidades, após uma igualdade a cinco golos no final do prolongamento.

No tempo regulamentar, Jorge Silva (11 minutos), Gonçalo Alves (24), João Rodrigues (43) e Hélder Nunes (44) fizeram os golos de Portugal, com Federico Ambrosio (02), Alessandro Verona (06), Giulio Cocco (32) e Andrea Malagoli (34) marcaram para a Itália.

Após o 4-4 no final do tempo regulamentar, Federico Ambrosio (51) e João Rodrigues (56) marcaram e levaram o jogo para as grandes penalidades, nas quais Portugal marcou duas vezes e a Itália nenhuma.

A formação das ‘quinas’ vai agora defrontar a Espanha, nas meias-finais, marcadas para sexta-feira, continuando em busca do 16.º título mundial.

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Circulação na Linha do Minho retomada às 17:08 após atropelamento com vítima mortal

Em Vila Nova de Cerveira

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Foto: Arquivo

A circulação em ambos os sentidos da linha do Minho foi retomada hoje às 17:08, cerca de uma hora e meia depois de ter sido cortada após um atropelamento ferroviário que causou uma vítima mortal em Vila Nova de Cerveira, informou à Lusa a CP.

As vias estavam cortadas desde as 15:32, hora do alerta para a ocorrência no localidade de Moutorros, em Viana do Castelo.

Segundo fonte da CP, “a circulação foi normalizada, sem atrasos”, tendo sido apenas afetados dois comboios: o da ocorrência, com um atraso de duas horas, e o que circulava na retaguarda, 14 minutos atrasado.

O acidente provocou uma vítima mortal, do sexo feminino.

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‘Selfies’ matam cinco vezes mais do que ataques de tubarão

De acordo com uma publicação indiana

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Foto: DR

O autorretrato feito através de um telemóvel (‘selfie’) que há 10 anos marca comportamentos sociais em todo o planeta mata cinco vezes mais pessoas do que os ataques de tubarão.

Entre outubro de 2011 e novembro de 2017, em todo o mundo, pelo menos 259 pessoas morreram ao fazerem autorretratos, de acordo com a publicação indiana Family Medecine and Primary Care.

O balanço é superior em 50 vítimas mortais quando comparado com ataques de tubarões e os números têm tendência a aumentar devido à sofisticação dos telefones móveis.

Segundo o estudo, as mulheres fazem mais autorretratos com telemóvel, mas três quartos dos “dramas fotográficos” atingem mais os homens e os jovens do sexo masculino por causa dos comportamentos mais arriscados que provocam afogamentos, acidentes de transporte, quedas, incêndios e incidentes com armas.

A União Indiana, com 800 milhões de telemóveis, é o país que registou o maior número de mortes (159) na sequência de acidentes deste tipo, seguido da Rússia, Estados Unidos e do Paquistão.

A investigação refere que os números referente à União Indiana são resultado do “gosto nacional por ‘selfies’ em grupo” entre a população mais jovem.

As autoridades indianas estabeleceram “16 zonas livres de ‘selfies’” na cidade de Bombaim depois de um grupo de jovens ter sido colhido por um comboio e após um acidente que provocou o afogamento de vários passageiros que se encontravam a bordo de uma embarcação no momento em que faziam uma fotografia de grupo com telemóveis.

Na Rússia, 16 acidentes mortais foram registados no mesmo período: quedas e acidentes com armamento incluindo um caso em que o indivíduo que fazia o autorretrato exibia uma mina antipessoal.

Em 2015, a polícia russa publicou um guia sobre “’selfies’ perigosas” com o aviso: “Uma boa ‘selfie’ pode custar-lhe a vida”.

Nos Estados Unidos ocorreram 14 mortes na sequência de autorretratos feitos com telefones móveis, a maior parte com armas de fogo além de quedas sobretudo no Parque Nacional de Grande Canyon.

Nas montanhas da Croácia, equipas de socorristas emitiram mensagens através da rede social Twitter dirigidas a turistas no sentido de evitarem “´selfies’ estúpidas e perigosas” depois de um acidente que provocou ferimentos a um canadiano que caiu de uma ravina de 75 metros na zona dos lagos Plitvice.

Em janeiro, uma jovem de Taiwan foi vítima de uma queda numa montanha quando tentava tirar um autorretrato em que exibia um bikini.

A morte de Gigi Wu, de Taiwan, chocou os utilizadores que seguiam as poses nas redes sociais.

A revista diz que a ‘selfie’ não é mortal, mas pode ser “mórbida” referindo-se diretamente ao “hashtag” “funeral” que existe na rede social Instagram para localizar fotografias captadas em cerimónias fúnebres.

Em 2014, uma brasileira tirou um autorretrato junto ao caixão do candidato presidencial Eduardo Campos que morreu de forma trágica durante a campanha presidencial, no Brasil.

No Museu de Auschwitz, na Polónia, visitado por 2,1 milhões de pessoas todos os anos, as fotografias e as ‘selfies’ são permitidas, mas os responsáveis pelo memorial das vítimas do nazismo não hesitam em contactar os visitantes que publicam imagens “inapropriadas” nas redes sociais.

São também frequentes autorretratos captados por testemunhas de acidentes de viação, sobretudo no Brasil, Vietname e Alemanha.

No Brasil, jovens do Rio de Janeiro publicaram na plataforma digital Facebook autorretratos durante uma troca de tiros no interior de um autocarro, numa altura em que muitos passageiros se encontravam deitados no chão por recearem serem atingidos pelas balas.

Face à “loucura dos autorretratos” a cidade de Viena, Áustria, lançou uma campanha de “desintoxicação digital”.

Um cartaz mostra a reprodução do famoso quadro “O Beijo” do pintor Gustav Klimt tapado pelo símbolo “hashtag” (#) em grande formato e de cor vermelha com a inscrição: “veja o quadro em vez de tirar uma fotografia com ele”.

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