Seguir o O MINHO

Viana do Castelo

Wake Park abre em abril em Viana para atrair 10 mil praticantes por ano

FeelViana Sport Hotel é o promotor

em

O primeiro Wake Park do Alto Minho entra em funcionamento dia 13 de abril, em Viana do Castelo, num investimento de 400 mil euros, estimando atrair, por ano, dez mil praticantes de wakeboard e wakesurf, anunciou hoje o promotor.

“Existem três milhões de praticantes de wakeboard e wakesurf na Europa. Com o Wake Park de Viana do Castelo estimamos a atrair à cidade cerca de 10 mil pessoas por ano, reforçando assim a atratividade turística de Viana do Castelo”, afirmou José Sampaio.

O administrador do FeelViana Sport Hotel e promotor do Wake Park justificou o investimento com a “necessidade de valorização da oferta da região, de combate à sazonalidade e de reforço de Viana do Castelo como destino de referência nas atividades náuticas”.

O equipamento, a criar no Cabedelo, numa bacia situada junto ao porto comercial de Viana do Castelo, na margem esquerda do rio Lima, irá criar seis novos postos de trabalho.

Concessionado pela Administração do Porto do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), a estrutura vai permitir a prática de Wakeboard e WakeSurf, através de um sistema de cabos ou através de uma embarcação.

Presente na apresentação do novo equipamento, o presidente da Associação Portuguesa de Wake (APW), Luís Segadães, realçou que Viana do Castelo “é a segunda região do país a dispor de um equipamento que permite a prática daquelas modalidades quer através de cabo, quer de uma embarcação”.

Segundo o responsável, o primeiro Wake Park do país entrou em funcionamento, em 2015, na albufeira de Castelo de Bode, em Tomar.

Foto: Divulgação / FeelViana

Luís Segadães adiantou que o plano de atividades da APW para 2019 vai “arrancar em Viana do Castelo, com a atividade Feel de Wake em Viana”, entre 08 e 10 de junho, que contará com o apoio do hotel e da Câmara Municipal”.

Além da primeira prova do campeonato nacional de Wakeboard, de cabo e de barco, a ação integrará ainda ‘open days’ para “aumentar o número de praticantes, aumentar a representatividade do desporto em Portugal.

Luís Segadães acrescentou que naquele evento, “a APW vai proporcionar a 20 crianças de escolas locais a experiência do wakeboard, de forma gratuita”.

A proximidade com a Galiza, foi outros dos aspetos realçados pelo responsável, garantindo que o equipamento permitirá “expandir o calendário de eventos e contribuir para o acesso dos melhores talentos aos eventos internacionais”.

Para o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, a criação do Ware Park vem “aumentar a atratividade de Viana do Castelo nas vertentes do turismo de natureza e do desporto”, referiu.

Foto: Divulgação / FeelViana

O autarca socialista sublinhou que “os indicadores turísticos de que o município dispõe referem que Viana do Castelo tem crescido ao dobro da velocidade da região Norte e do país, tendo duplicado o número de dormidas, entre 2014 e 2017, para 267 mil”.

“Em algumas unidades hoteleiras estamos com taxas de crescimento na ordem dos 37%. De acordo com informações que me foram transmitidas por algumas unidades hoteleiras, os primeiros dois meses desde ano foram os melhores dois meses da última década. Estes números vêm confirmar que Viana do Castelo já não tem época baixa”, frisou.

Anúncio

Viana do Castelo

Foca resgatada com vida em Viana

Em Areosa

em

Foto: Divulgação / Autoridade Marítima Nacional

Uma foca foi assistida e resgatada pelas autoridades na costa da freguesia de Areosa, em Viana do Castelo, onde o animal estava arrojado, foi hoje anunciado.

A foca deu à costa na orla marítima da praia do Porto de Vinha, junto ao campo de futebol do Areosense.

Terá sido encontrada por populares que deram o alerta para a autoridade marítima local, no caso, o comando da Polícia Marítima de Viana do Castelo, que assinalou a ocorrência.

A Polícia Marítima delimitou o espaço onde a foca se encontrava, desconhecendo-se as causas que levaram ao arrojo da mesma.

De forma a prestar a assistência ao mamífero aquático, deslocaram-se para o local elementos vindos do Centro de Reabilitação de Animais Marinhos (CRAM), situado em Quiaios, distrito de Aveiro, e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Depois de estabilizado e assistido, o animal foi transportado para Quiaios por elementos do CRAM, para posteriormente ser devolvido ao seu habitat.

O arrojo da foca ocorreu a 13 de fevereiro, mas só hoje foi divulgado pela Autoridade Marítima Nacional.

Continuar a ler

Viana do Castelo

Incêndio destrói casa na cidade de Viana e desaloja inquilina

Rua João Paulo II

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Uma mulher foi transportada para o hospital na sequência de um incêndio urbano que deflagrou numa habitação na cidade de Viana do Castelo, durante esta madrugada, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

O incêndio terá tido início pelas 04:15 horas deste sábado, numa habitação da Rua João Paulo II, desconhecendo-se ainda a origem das chamas.

Como resultado do incêndio, verificou-se a destruição completa da sala e da cozinha da casa, ficando a mesma inabitável.

A vítima, inquilina, foi assistida no local e transportada para o Hospital de Viana, por suspeitas de intoxicação devido à inalação de fumo.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, com três viaturas e nove operacionais, assim como os Voluntários de Viana, com sete operacionais e duas viaturas e uma ambulância de emergência médica do INEM.

A VMER de Viana fez acompanhamento da vítima.

A PSP registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 12h44)

Continuar a ler

Viana do Castelo

Em contraciclo com o país, porto de Viana cresce 16,5% na movimentação de carga

Autoridade da Mobilidade e dos Transportes

em

Foto: Cedida a O MINHO / Arquivo

Os portos do continente movimentaram, no ano passado, 86,9 milhões de toneladas em carga, uma queda de 6,2% face ao ano anterior, de acordo com informação divulgada pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT). Ao contrário de vários portos do país, o de Viana do Castelo encontra-se em crescimento, sendo o que mais aumentou a movimentação em todo o país.

O recuo nacional, que reflete, em volume, menos 5,7 milhões de toneladas, deve-se “maioritariamente ao comportamento do porto de Sines que perde quase 6,1 milhões de toneladas, por efeito da diminuição das importações de carvão e de petróleo bruto e da diminuição do volume de carga contentorizada, que atingiu um total de menos 4,9 milhões de toneladas, decorrente da quebra registada nas operações de ‘transhipment’”, revelou o regulador.

A queda no ‘transhipment’ é uma consequência das “perturbações laborais no Terminal XXI [Sines] no período de maio a agosto e de ter ocorrido, no mês de abril, um derrame de hidrocarbonetos no reabastecimento de um navio na zona do mesmo terminal”, explicou a AMT.

Segundo os mesmos dados, os portos de Aveiro, Figueira da Foz, Faro e Portimão “foram responsáveis, no seu conjunto, por uma quebra de 240 mil toneladas”, salientou o regulador.

Em sentido contrário, Leixões, Setúbal, Viana do Castelo e Lisboa “registaram variações positivas face ao ano de 2018, apresentando, respetivamente, +1,8%, +3,1%, +16,5% e +0,04%, a que corresponde um total de 595,5 mil toneladas”, lê-se no mesmo documento.

Os segmentos com “impacto mais negativo e que condicionam fortemente o desempenho do sistema portuário são a carga contentorizada, o carvão e o petróleo bruto, representando, no seu conjunto, 85,7% do total de 9,6 milhões de toneladas de carga perdida, considerando o movimento total”, destacou a AMT.

Com impacto positivo destacaram-se os mercados dos produtos petrolíferos em Sines, “com um acréscimo de quase 2 milhões de toneladas, representando 51% do total de 3,8 milhões de toneladas que totalizam os ganhos de carga nos vários mercados”, salientou a entidade.

Por outro lado, a carga contentorizada em Lisboa e os outros granéis líquidos em Sines e Aveiro “registaram ganhos de, respetivamente, 235 mil toneladas, 226 mil toneladas e 203,6 mil toneladas”, referiu o regulador.

Apesar do recuo verificado no ano passado, Sines continua a liderar no volume global de carga movimentada, com “uma quota de 48,1%, inferior em 3,6 pontos percentuais ao que detinha no final do ano de 2018″, seguindo-se Leixões (com 22,5%), Lisboa (13%), Setúbal (7,3%) e Aveiro (6,3%), segundo a informação divulgada.

No que diz respeito aos contentores, os portos do continente registaram no ano passado um volume de 2,7 milhões de TEU (medida aplicada aos contentores), “inferior em 8,9% ao valor de 2018”, o que corresponde a uma quebra de 266,4 mil TEU, da responsabilidade do porto de Sines.

A AMT divulgou ainda que nos portos comerciais registou-se, em 2019, “um total de 10.646 escalas de navios de diversas tipologias”, um aumento de 1,2% em número de escalas.

“Lisboa foi o porto que mais contribuiu para o crescimento global do número de escalas, registando +192 escalas do que em 2018 (+8%), seguido de Douro e Leixões (+1,2%), Setúbal (+1,3%) e Viana do Castelo (+8,7%). Aveiro, Figueira da Foz, Faro e Portimão registaram, no seu conjunto, -143 escalas”, informou o regulador.

Continuar a ler

Populares