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Braga

Voluntários realizam “sonho” de habitação condigna a família carenciada de Vila Verde

Solidariedade

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Foto: Habitat e Município de Vila Verde

O casal Rosa e António Pinheiro viu concretizado o “sonho” de ter uma habitação condigna, na freguesia de Lage, em Vila Verde.


A habitação da família Pinheiro foi totalmente reconstruída por voluntários da Habitat for Humanity Portugal, numa iniciativa em parceria com o Município de Vila Verde e a Junta de Freguesia da Lage.

António Pinheiro agradeceu “o trabalho de todos aqueles que ajudaram na concretização do sonho”, a casa onde agora vão morar

A cerimónia de entrega da casa à família realizou-se na semana passada.

No momento da entrega da casa, a vereadora da Câmara de Vila Verde, Júlia Fernandes, citada em nota de imprensa, considerou que “esta parceria entre o Município e a Habitat for Humanity representa uma importante almofada para as pessoas e famílias em situação de maior vulnerabilidade socioeconómica. O objetivo é criar condições para que todos tenham acesso a uma habitação condigna”.

Para a presidente da direção da Habitat, Helena Pina Vaz, a entrega desta habitação foi “mais um caso de sucesso, um exemplo e uma inspiração”, reforçando “o papel dos voluntários ao longo do processo.”

Dezenas de voluntários nacionais e internacionais abraçaram o desafio de ajudar a construir a casa da família Pinheiro

Em comunicado, o Município de Vila Verde refere que colaborou com apoio técnico e maquinaria, bem como com a atribuição de cinco mil euros.

Foto: Divulgação / CM Vila Verde

A família que trabalhou afincadamente durante meses na sua própria casa, ficará a pagar uma prestação mensal sem juros, de valor reduzido, de acordo com os seus rendimentos.

A Habitat for Humanity Portugal em parceria com a Câmara de Vila Verde já entregou, desde 2008, onze habitações naquele concelho, estando prevista a entrega de uma nova casa até ao final do corrente ano a mais uma família de Prado.

A principal área de atuação da Habitat Portugal é a construção ou reconstrução de casas para famílias carenciadas.

A seleção das famílias que pretendem ser apoiadas pela associação, é realizada mediante um processo de candidatura que envolve várias estruturas da Habitat.

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Braga

Explosivo de Beirute era para empresa da Póvoa de Lanhoso

Nitrato de amónio

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Foto: DR / Nicolas Tawk

As 2.750 toneladas de nitrato de amónio que explodiram, na passada terça-feira, no porto de Beirute destinavam-se à Fábrica de Explosivos de Moçambique (FEM), que é propriedade da empresa portuguesa Moura & Silva, da Póvoa de Lanhoso.

A notícia é avançada, este sábado, pelo jornal Público, a quem um porta-voz da empresa garante, no entanto, que aquela carga ainda não era sua – foi feita a encomenda, mas apenas seria paga quando chegasse ao seu destino, a cidade da Beira, no Norte de Moçambique.

“Esta foi uma encomenda normal, de uma matéria que a empresa utiliza na sua atividade comercial, cumprindo sempre de forma escrupulosa todos os requisitos legais e melhores práticas internacionais”, assegurou.

Segundo o Público, o nitrato de amónio apreendido na capital libanesa poderia ter como finalidade, provavelmente, ser usado nas minas do Norte de Moçambique.

Os químicos que provocaram a explosão no porto de Beirute chegaram à capital libanesa há sete anos, a bordo de um navio de carga alugado pela Rússia e nunca deviam ter parado naquele local.

Em 2013, o navio “Rhosus”, com bandeira da Moldávia e proveniente da Geórgia, fez uma escala não planeada em Beirute, a caminho de Moçambique.

O dono do navio ordenou uma paragem não planeada para receber carga adicional. Mas o navio acabou por não sair de Beirute, envolvido numa disputa legal sobre taxas portuárias.

Como ninguém a reclamou e o dono do navio foi acusado de abandono, a carga acabou por ser descarregada e colocada num armazém do porto de Beirute, onde esteve até terça-feira.

As explosões fizeram pelo menos 154 feridos, número que poderá ainda aumentar, tendo em conta as pessoas que continuam desaparecidas. Há cerca de 5 mil feridos.

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Braga

Gasta 2 euros e ganha 5 mil na raspadinha em Braga

Padim da Graça

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Foto: DR

Um feliz apostador ganhou 5 mil euros numa raspadinha “Grande Sorte”, depois de acertar no boletim premiado no bar da Associação Desportiva Aguias da Graça, em Padim da Graça, Braga.

A raspadinha no valor de dois euros foi adquirida na passada quinta-feira, ao final da tarde, por um cliente habitual, de Padim da Graça, e foi motivo de grande alegria, como seria de esperar.

“Até ficou branco. Não estava a acreditar que ganhou”, conta a O MINHO Carlos Dias, que explora o bar da Associação Desportiva Águias da Graça.

“Saiu bem a quem foi. É uma pessoa que merece”, garante Carlos Dias, acrescentando que se trata de um apostador ocasional.

No bar daquele clube de Braga já têm saúdo “prémios de 500 e 1.000 euros, mas de 5.000 foi a primeira vez”.

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Braga

Motorista da Uber acusa taxista de agressão e insultos xenófobos em Braga

Aconteceu esta semana junto ao Bragaparque

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Foto: Uber (Arquivo)

Uma motorista de TVDE (serviço de transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaracterizados a partir de plataforma eletrónica) – vulgo Uber – apresentou queixa na PSP de Braga contra um taxista que a terá agredido junto ao estacionamento do centro comercial Bragaparque.

“Já tenho advogada. Vou, também, queixar-me ao Tribunal por agressão e atitudes racistas e xenófobas, devido aos insultos e ameaças que proferiu por eu ser brasileira”, disse Liane Silva, em declarações a O MINHO.

O caso ocorreu no começo desta semana junto à porta lateral daquele centro comercial: a motorista estava estacionada e o taxista chegou, começando a dizer-lhe que não podia parar ali, passando a importuná-la e agredi-la.

Tirou-lhe, também, o telemóvel quando ela se predispôs a chamar a Polícia, levando-o para um carro particular que lhe pertencia, sublinha a Eliane.

De seguida, a cidadã chamou o segurança do Bragaparque, dizendo-lhe que o taxista lhe furtara o telefone, só que – garante – também este foi agredido, tendo, por isso, recebido tratamento hospitalar. Nesse entretanto, a equipa de segurança do espaço chamou a PSP, que identificou o alegado agressor.

O MINHO contactou a principal central de táxis de Braga, onde ninguém conhece o incidente.

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