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Região

Volta a Portugal passa por Fafe, Covide, Vila Verde e Viana do Castelo

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A edição especial da Volta a Portugal em bicicleta arranca no próximo dia 27 de setembro em Fafe, com um prólogo de sete quilómetros naquela cidade minhota.


No dia seguinte, 28 de setembro, arranca a volta ‘pura e dura’, com início em Montalegre, no distrito de Vila Real, para onde seguirá para Viana do Castelo, local de término da 1.ª etapa.

De acordo com o calendário da prova, no dia 28 o pelotão entra no distrito de Braga por Terras de Bouro, com uma subida ao alto de Covide. Passa depois por Braga até Vila Verde, onde existirá uma meta volante. Prossegue por Barcelos, Ponte de Lima, terminando em Viana do Castelo. Esta será a etapa mais longa da volta, com 180 quilómetros que ligam Montalegre ao alto de Santa Luzia, onde estará instalada uma contagem de montanha de terceira categoria coincidente com a meta.

Foto: Divulgação

O primeiro grande teste às forças dos favoritos está, contudo, reservado para a segunda etapa, que começa em Paredes e termina, depois de ultrapassados 167 quilómetros, no alto da Senhora da Graça, em Mondim de Basto.

Nesse dia 29 de setembro, o pelotão irá ainda enfrentar, antes da subida ao ponto mais alto do monte Farinha, outras duas outras contagens de primeira categoria, na serra do Marão (aos 96 quilómetros) e no Barreiro (131,7).

Os ‘sprinters’ deverão ter uma oportunidade no final dos 171,9 quilómetros da terceira tirada, entre Felgueiras e Viseu, um dia teoricamente ‘tranquilo’ para os homens da geral, antes da jornada que poderá ser a mais decisiva na luta pela amarela: na quarta etapa, há 148 quilómetros para percorrer entre a Guarda e o ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre.

A meta, coincidente com um prémio de montanha de categoria especial, será alcançada pela vertente que muitos consideram a mais exigente da serra da Estrela, a subida de 20,2 quilómetros desde a Covilhã, com passagem pelas Penhas da Saúde. A escalada de segunda categoria nas Penhas Douradas (ao quilómetro 72,5) e a subida de terceira categoria em Sarzedo (111) completam a ‘ementa’ montanhosa do dia.

A quinta etapa, que vai ligar Oliveira do Hospital a Águeda, ao longo de 176,3 quilómetros, dará nova hipótese de vitória aos mais velozes, na véspera de a Volta a Portugal assinalar o cinquentenário da primeira vitória de Joaquim Agostinho, num périplo de 155 quilómetros na região Oeste, entre as Caldas da Rainha e Torres Vedras.

Loures, onde a República foi declarada um dia antes do resto do país, a 04 de outubro de 1910, assinala a efeméride com o arranque da sétima etapa, que terminará em Setúbal, já depois de uma subida de segunda categoria na Arrábida, a 13,4 quilómetros da chegada, e de percorridos 161 quilómetros.

No dia em que se celebram oficialmente 110 anos da Implantação da República Portuguesa, Lisboa vai coroar o vencedor da Volta a Portugal de 2020. O dono da camisola amarela será encontrado no final do contrarrelógio de 17,7 quilómetros, que parte da Avenida Ribeira das Naus para chegar na Praça do Comércio, depois de percorridas algumas das artérias mais simbólicas da zona ribeirinha e da baixa da cidade.

Em tempos de pandemia de covid-19, a Federação Portuguesa de Ciclismo preferiu detalhar o percurso da prova rainha do calendário nacional em comunicado, abdicando de uma apresentação física da edição que terá o seu cunho.

A Volta a Portugal de 2020 estava originalmente agendada para o período entre 29 de julho e 09 de agosto, mas foi adiada devido à pandemia do novo coronavírus, assumindo a federação a realização desta edição especial.

Percurso

27 set: Prólogo, Fafe – Fafe, 7 km (CRI).

28 set: 1.ª Etapa, Montalegre – Santa Luzia (Viana do Castelo), 180 km.

29 set: 2.ª Etapa, Paredes – Senhora da Graça (Mondim de Basto), 167 km.

30 set: 3.ª Etapa, Felgueiras – Viseu, 171,9 km.

01 out: 4.ª Etapa, Guarda – Torre (Covilhã), 148 km.

02 out: 5.ª Etapa, Oliveira do Hospital – Águeda, 176,3 km.

03 out: 6.ª Etapa, Caldas da Rainha – Torres Vedras, 155 km.

04 out: 7.ª Etapa, Loures – Setúbal, 161 km.

05 out: 8.ª Etapa, Lisboa – Lisboa, 17,7 km (CRI).

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Viana do Castelo

Câmara de Viana oferece vacina a 400 trabalhadores para prevenir gripe sazonal

Gripe

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Foto: Ilustrativa (Arquivo)

A Câmara Municipal de Viana do Castelo está a vacinar 400 trabalhadores para prevenir a gripe sazonal, foi hoje divulgado.

Em comunicado, a autarquia informou que irá “promover a vacinação junto de todos os funcionários que demonstraram interesse em receber a vacina da gripe, tendo já iniciado a campanha preventiva com os trabalhadores de risco”.

O centro cultural de Viana do Castelo está a funcionar como unidade de vacinação para a gripe sazonal, para os utentes das freguesias de Santa Maria Maior e Monserrate.

Também esta semana foi iniciada a campanha de vacinação nas Juntas de Freguesia do concelho, para “aliviar a pressão sobre os centros de saúde”, sendo que a vacina é “sempre administrada pelas equipas de enfermagem da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM)”.

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Braga

Cadeia para dupla que roubava talhos e cafés em Braga, Vila Verde e Vieira do Minho

Assaltos

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O Tribunal Judicial de Braga condenou hoje a penas de prisão efetiva dois homens que, entre setembro e outubro de 2019, terão praticado oito furtos, sobretudo em estabelecimentos comerciais daquele distrito.

Um dos arguidos foi condenado a seis anos e 11 meses de prisão e o outro a cinco anos e 10 meses.

Os arguidos, de 31 e 48 anos, já têm vários antecedentes criminais, designadamente por furtos e roubos.

No processo, os homens foram condenados por furtos em talhos, restaurantes, pastelarias e cafés em Braga, Vila Verde e Vieira do Minho, bem como no estabelecimento comercial da Confraria de Nossa Senhora da Abadia, em Amares

Partiam as montras à pedrada e levavam tudo o que encontravam, desde caixas registadoras a alimentos como presuntos, polvo, bacalhau, carne de bovino e caixas de bifes, passando por bebidas e televisores.

Do processo consta ainda o furto de uma viatura.

No acórdão, o tribunal refere que subjacente aos crimes está o consumo de produtos estupefacientes e a necessidade de recursos financeiros para a manutenção desse vício.

Diz ainda que os arguidos, apesar de disporem de retaguarda familiar, não têm uma ocupação laboral e até à sua detenção os seus tempos livres mostravam-se “deficientemente estruturados”.

“A referida toxicodependência, a natureza dos crimes praticados, as circunstâncias em que foram cometidos, o desvalor da ação e do resultado, as várias condenações que sofreram – algumas por crimes de idêntica natureza envolvendo penas de prisão – e a personalidade dos arguidos, numa imagem global e unificada, proporcionam, segundo consideramos, uma relevante predisposição para práticas delituosas, para não dizer “carreira” criminosa”, refere o acórdão.

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Ave

Continental avisa trabalhadores para não deitarem máscaras no chão junto à empresa

Poluição

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Foto: PAN Famalicão

A empresa Continental Mabor, com sede no concelho de Famalicão, está a sensibilizar os mais de 3.600 colaboradores para que não deixem máscaras de proteção usadas (e outros resíduos) no chão, em rua junto à entrada no estacionamento da empresa.

A informação foi confirmada por O MINHO junto do presidente da Junta de Lousado, Jorge Ferreira, após denúncias feitas pelo partido Pessoas Animais e Natureza (PAN) sobre um caminho adjacente à empresa onde ser podia ver várias máscaras deixadas pelo chão.

R. de S. João, junto à Continental, em Lousado. Foto: PAN Famalicão

Ao que apurámos, a rua em questão é a de São João, em Lousado, que dá acesso a um dos estacionamentos da empresa. A rua é privada e basicamente só serve trabalhadores daquela empresa, embora a empresa assegure que há outras pessoas a utilizar a mesma.

A administração da fábrica alemã garante que, de forma pro-ativa, já efetuou ações de limpeza nesse acesso de forma a “assegurar a limpeza e recolha dos lixos, em particular, das máscaras de proteção da covid-19”. Essa comunicação foi confirmada por O MINHO.

“Em linha com o nosso compromisso da Proteção Ambiental temos efetuado e vamos continuar a efetuar ações de sensibilização junto dos nossos colaboradores e de quem nos visita para as boas práticas ambientais solicitando que as mascaras de proteção usadas e outros resíduos sejam depositadas nos contentores específicos existentes nas entradas e saídas da fábrica”, assegura a empresa, em comunicado a que o nosso jornal teve acesso.

O MINHO sabe que a empresa tem colocado mensagens de sensibilização em vários ecrãs espalhados na unidade fabril, para além de outros meios de comunicação, como é o caso da revista Alta Roda e da newsletter semanal da SETE.

A Continental adianta ainda que irá reforçar as ações de limpeza para assegurar a boa manutenção do estado de limpeza da Rua de S. João, enquanto este for de utilização indiferenciada.

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