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Futebol

Vizela cede empate ao cair do pano

II Liga

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Foto: FC Vizela / Facebook

Vizela e Desportivo de Chaves empataram hoje 1-1, no encerramento da quinta jornada da II Liga de futebol, num jogo em que os vizelenses, em inferioridade numérica mais de meia hora, estiveram em vantagem até aos 90 minutos.


Francis Cann adiantou o Vizela, aos 61 minutos, com um remate frontal a coroar a superioridade da equipa no jogo, mas Zé Tiago, aos 90, restabeleceu a igualdade, na transformação de uma grande penalidade a castigar uma entrada faltosa sobre João Reis na área dos locais, fixando um resultado que acaba por ser lisonjeiro para os transmontanos.

Mais simples de processos e agressiva com e sem bola, o Vizela foi quase sempre superior e dispôs de várias oportunidades para marcar, mas o guarda-redes Paulo Vítor foi quase sempre o maior obstáculo, apenas não conseguindo deter o remate frontal de Francis Cann, três minutos depois de os vizelenses ficarem reduzidos a 10, por expulsão de Ericson.

Com um plantel mais experiente, o candidato Chaves procurava trabalhar mais a construção, mas abusou do jogo lateralizado, quase sempre previsível e sem incomodar Ivo Gonçalves, apenas batido de grande penalidade, aos 90 minutos.

Os flavienses, que apenas aceleraram o jogo nos minutos finais, acabaram o jogo por cima e com queixas da arbitragem, por não sancionar grande penalidade num puxão que pareceu evidente a Zé Tiago na área do Vizela.

Com este empate, Vizela e Desportivo de Chaves ascenderam ao quinto lugar, ambos com oito pontos, mas os flavienses têm menos um jogo.

Ficha de jogo

Jogo disputado no Estádio Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.

Vizela – Desportivo de Chaves, 1-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores:

1-0, Francis Cann, 61 minutos.

1-1, Zé Tiago, 90 (grande penalidade).

Equipas:

– Vizela: Ivo Gonçalves, Koffi Kouao, Matheus Costa, Aidara, Kiki Afonso, Ericson, Zag, Marcos Paulo, Francis Cann (Tavinho, 86), Cassiano (Diogo Ribeiro, 75) e Fernando Cardozo (Samu, 58).

(Suplentes: Pedro Silva, João Pedro, Marcelo, Samu, Ofori, Tavinho, André Soares, Kiko e Diogo Ribeiro).

Treinador: Álvaro Pacheco.

– Desportivo de Chaves: Paulo Vítor, João Reis, Luís Rocha, Bura (Niltinho, 87), José Gomes (Wellington Carvalho, 64), Luís Silva, Benny (Nicolas, 69), Baxti, Zé Tiago, João Teixeira e Roberto.

(Suplentes: Ricardo Moura, Rafael Vargas, Calasan, Raphael Guzzo, Kevin Pina, Niltinho, Wellington Carvalho e Nicolas).

Treinador: Carlos Pinto.

Árbitro: Miguel Nogueira (AF Lisboa).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Luís Rocha (09), Ericson (12 e 56), Aidara (55), Luís Silva (66) e Zé Tiago (90+2). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Ericson (56).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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Futebol

São Luís, em Faro, regressa à I Liga 18 anos e meio depois de receber o Gil Vicente

I Liga

em

Foto: Wikipédia

O Estádio de São Luís, com quase 100 anos de história, volta no domingo a ser ‘palco de primeira’ após 18 anos e meio de ausência, esperando tornar-se amuleto para um Farense ainda sem vitórias na I Liga de futebol.

A última partida do Farense no seu velho recinto a contar para o escalão principal foi em 05 de maio de 2002, na receção ao Gil Vicente (34.ª e última jornada), com uma vitória por 3-2 (golos de Hassan, que bisou, e Carlos Costa) que já não servia a um conjunto cuja despromoção estava selada três rondas antes.

A receção ao Boavista, em jogo da sexta jornada da competição, marcará assim o retorno à I Liga do seu mais antigo recinto, depois de o Farense, 18.º e último classificado, com dois pontos, ter efetuado os três primeiros jogos caseiros da época no Estádio Algarve (empate com Famalicão e derrotas com Nacional e Rio Ave).

A SAD algarvia teve de investir mais de 500 mil euros, nos últimos meses, para renovar o sistema de iluminação, colocar um novo relvado e melhorar os acessos e casas de banho, enquadrando o estádio ao nível das exigências que o patamar superior do futebol português impõe.

O então denominado Santo Stadium, em homenagem ao mentor da obra, Manuel Santo, foi inaugurado em 1923, só ganhou um relvado com a subida da equipa algarvia à I Divisão, na década de 70 do século passado, e foi nos anos 90 que atingiu o período mais áureo.

Entre 1990 e 2002, a equipa e o estádio – que também recebeu partidas do Mundial de sub-20, em 1991 – viveram os seus momentos de glória, incluindo uma qualificação para a Taça UEFA: o São Luís até passou a ser designado por ‘inferno’ entre os adeptos dos outros clubes, devido ao ambiente intenso que as bancadas ‘à beira’ do campo criavam aos adversários, especialmente no jogos com os ‘grandes’.

Nas épocas seguintes, o emblema de Faro, em plena crise financeira, foi descendo sucessivos patamares do futebol português, até que, em 2006, os responsáveis da SAD optaram por suspender a equipa de futebol.

Um ano depois, o clube reativou o futebol sénior, que começou a utilizar o Estádio Algarve para os seus jogos oficiais nos escalões distritais, antes do retorno ao São Luís com a subida e consolidação nas competições nacionais.

Na última década, o jogo com maior assistência – estimada em mais de dez mil espetadores – foi a vitória na receção ao União de Leiria (2-1), em que o clube garantiu a subida à II Liga, em 2013.

Agora com uma lotação oficial de cerca de 6.500 espetadores, o São Luís volta a ser estádio de ‘primeira’, mas, face à pandemia, ainda despido dos seus vibrantes adeptos.

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Futebol

Jogadores do Real Madrid Casemiro e Hazard infetados

Covid-19

em

Foto: DR

O brasileiro Casemiro e o belga Hazard, futebolistas do Real Madrid, deram positivo à covid-19, em testes realizados na sexta-feira, anunciou hoje o clube da capital espanhola.

“Todos os restantes jogadores e o corpo técnico da primeira equipa, assim como todos os funcionários do clube que trabalham com ela, deram resultados negativos nos mesmos testes de ontem (sexta-feira)”, explica o clube ‘merengue’ em comunicado.

O Real Madrid avança ainda que “todos, à exceção de Casemiro e Hazard, voltaram a ter resultados negativos nos testes efetuados na manhã de hoje”.

O conjunto comandado pelo francês Zinédine Zidane desloca-se no domingo ao reduto do Valência, em encontro da nona jornada da Liga espanhola de futebol.

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Futebol

Jogo entre Moreirense e Paços de Ferreira adiado para 01 de dezembro

Covid-19

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Foto: DR

O jogo entre Moreirense e Paços de Ferreira, da sétima jornada da I Liga de futebol, que deveria ser realizado no sábado, foi adiado para 01 de dezembro, às 21:45, anunciou hoje a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

Os ‘cónegos’ solicitaram esta semana à LPFP o adiamento do duelo, que iniciaria às 15:30, com arbitragem de Rui Costa, da associação do Porto, “por entender não haver condições humanas, de segurança e de saúde pública para a sua realização”, até porque estariam em campo “duas equipas dos concelhos mais assolados pela covid-19”.

O Moreirense tem 21 atletas com testes positivos para o novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, cenário que abrange toda a equipa técnica, dois elementos do ‘staff’ e o presidente da SAD, Vítor Magalhães, enquanto um dos jogadores é reincidente na infeção, depois de mais de 90 dias sobre a primeira cura e seis estão lesionados.

Sem equipa B nem sub-23, os vimaranenses têm 28 jogadores inseridos nos quadros da Liga de clubes, dos quais apenas dois escaparam à medida obrigatória de recolhimento domiciliário imposta pela autoridade de saúde local, que se estende a outros cinco futebolistas e mais cinco membros com responsabilidades na organização dos jogos.

​​​​​​​Face ao alastrar da situação, a administração dos minhotos decidiu na terça-feira suspender com efeitos imediatos os treinos do plantel principal, em articulação com o departamento médico, enquanto o Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas e outras instalações do clube recebiam os habituais trabalhos de desinfeção.

O plano de retoma das competições profissionais da Liga de clubes encara um caso de infeção pelo novo coronavírus como uma lesão e estabelece um número mínimo de sete jogadores, entre os quais um guarda-redes e um capitão, para a realização das partidas, condições inviabilizadas junto da estrutura minhota, cuja maioria está assintomática.

O Paços de Ferreira assegurou ter “prontamente demonstrado a sua disponibilidade” para discutir o reagendamento do jogo com o Moreirense, mas descarou quaisquer responsabilidades em todo o processo, considerando que “não pode assumir e transformar o infortúnio de terceiros num problema seu”.

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