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Famalicão: Manuel Teixeira morreu a poucos dias de completar 101 anos

Óbito

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Foto: JF Castelões

Manuel Teixeira, a pessoa mais velha da freguesia de Castelões, em Famalicão, faleceu esta segunda-feira, a poucos dias de celebrar 101 anos de vida.


Manuel Teixeira completaria 101 anos, no dia 9de outubro, próximo sábado.

Na sua página de Facebook, a Junta de Castelões apresenta “as mais sentidas condolências a toda a família enlutada”.

Famalicão: Manuel Teixeira faz 100 anos e mantém-se lúcido e independente

No ano passado, o centenário de Manuel Teixeira, celebrado no Centro Social de Castelões, decorreu com direito a missa e a receber as felicitações por parte do presidente da Câmara de Famalicão.

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Ex-tesoureiro de IPSS de Famalicão condenado a pena suspensa por falsificação

Centro Social e Cultural de São Pedro de Bairro

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Foto: DR

O Tribunal Judicial de Guimarães condenou hoje um ex-tesoureiro do Centro Social e Cultural de São Pedro de Bairro, em Famalicão, a um ano de prisão, com pena suspensa, por falsificação de documento.

Para a suspensão da pena, o arguido fica obrigado a entregar, no prazo de quatro meses, 1.500 euros a uma instituição particular de solidariedade social.

O arguido estava ainda acusado de peculato, participação económica em negócio e branqueamento, por alegadamente se ter apropriado de 1,7 milhões de euros da instituição e de ter encaminhado esse dinheiro para contas suas e da mulher, mas acabou por ser absolvido destes crimes.

Apesar de ter dado como provado que o arguido se apropriou de mais de 304 mil euros, o tribunal absolveu-o dos crimes de peculato e participação económica em negócio, porque estes crimes só dizem respeito a “funcionários” e porque, entretanto, saiu jurisprudência que determina que dirigentes de instituições particulares de solidariedade social não têm esse estatuto.

O tribunal admitiu que o crime de participação económica em negócio poderia ser requalificado em crime de infidelidade, mas para isso seria necessário ter havido queixa, o que não aconteceu.

Quanto ao crime de peculato, o tribunal requalificou-o como crime de abuso de confiança qualificado, mas deu por extinto o respetivo procedimento criminal, porque o arguido entretanto devolveu o dinheiro de que se tinha apropriado e o Centro Social manifestou acordo quanto a essa extinção.

Em relação ao branqueamento, o tribunal considerou que o arguido não cometeu esse crime.

No processo, a presidente do Centro Social também estava acusada de peculato e participação económica em negócio, por alegadamente ter determinado que a instituição lhe pagasse mensalmente um acréscimo de 620 euros em relação ao que lhe era devido.

O tribunal deu como provado que, à custa deste procedimento, a presidente recebeu mais de 19 mil euros, mas considerou que a ordem para o pagamento desse acréscimo foi do tesoureiro e não dela.

A presidente acabou por ser absolvida.

No processo, são ainda arguidos três membros da mesa da Assembleia Geral do Centro Social, por falsificação, mas apenas um foi condenado, em multa de 980 euros.

Em causa uma ata “forjada” para conseguir que a instituição obtivesse um empréstimo bancário.

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Casal convence tia idosa a ir viver com eles e ‘saca-lhe’ 280 mil euros em Fafe

Homem e mulher acusados de burla qualificada e abuso de confiança

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Foto: Ilustrativa / O MINHO

Um homem e uma mulher, casados, estão acusados pelo Ministério Público da prática, em coautoria, de um crime de burla qualifica e de um crime de abuso de confiança. Segundo a acusação, o casal convenceu a tia da mulher, idosa, a viver com eles após o falecimento do marido e acabaram a apoderar-se das suas poupanças e investimentos, no valor de 280 mil euros.

Na sua página da internet, a Procuradoria Geral Distrital do Porto refere que “o Ministério Público considerou indiciado que a arguida é sobrinha da vítima, uma mulher idosa nascida em 1928; e que após a morte do marido da vítima, em 2013, como não tivesse a mesma descendentes, os arguidos a convenceram a residir com eles, na sua casa de residência, em Fafe”.

A acusação considera que o casal sabia que a idosa tinha um património investido, quer em produtos financeiros, quer em depósitos bancários e decidiram apoderar-se dele.

Para isso, de acordo com a acusação, o casal aproveitou-se da “condição vulnerável da vítima” e convenceram-na a “outorgar-lhes, em 2015, duas procurações, a pretexto de que eram necessárias para tratar de pequenas questões burocráticas, nomeadamente o levantamento de correio registado”.

Contudo, acrescenta o Ministério Público, estas procurações concediam-lhes poderes para procederem ao resgate de aplicações financeiras ou à movimentação de contas bancárias de que fosse a vítima titular, aspeto que lhe foi omitido.

Com elas, prossegue a acusação, os acusados efetuaram levantamentos e transferências de contas bancárias e resgataram aplicações financeiras, sem autorização da vítima e contra a sua vontade, apoderando-se do montante global de 280.970 euros.

O Ministério Público pede que, sem prejuízo dos direitos da ofendida, os arguidos sejam condenados a pagar este montante ao Estado, por corresponder à vantagem que tiveram com a prática do crime.

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Menino de Famalicão que não anda nem fala precisa de ajuda (e de fatos de treino)

Vamos ajudar?

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Foto: DR

O Gonçalo Alves é um menino de quatro anos, de Famalicão, com um atraso no desenvolvimento psicomotor que não lhe permite andar nem falar. Os médicos ainda não conseguiram diagnosticar a síndrome, mesmo depois de realizados “todos os exames possíveis”, refere fonte da família.

De acordo com a mãe, Bárbara Lopes, residente em Delães, o Gonçalo precisa da ajuda de todos para combater estes sintomas raros que afetam uma a cada 100 mil crianças no mundo.

“Só 10% têm diagnóstico e 90% infelizmente não conseguem chegar a um diagnóstico conclusivo”, refere Bárbara.

Apesar de inicialmente terem recusado ajuda pública, os pais acabam por, “neste momento”, pedir “ajuda” para fazer face aos “muitos tratamentos para que possa progredir um pouco todos os meses”.

Gonçalo precisa de ajuda. Foto: Facebook

“O Gonçalo realiza inúmeras terapias, entre elas, fisioterapia, terapia da fala e equitação o que não é o suficiente para ele. O necessário para o Gonçalo seria realizar mais de 45 minutos diários de tratamentos”, explica a mãe.

Com recursos financeiros reduzidos, os pais querem “proporcionar uma vida melhor” ao pequeno Gonçalo, e para isso deixam algumas sugestões para que possam ser ajudados.

Bárbara Lopes explicou a O MINHO que podem ser feitas doações através de quatro formas: entrega de sucata, garrafas de plástico, tampinhas de plástico ou transferência bancária.

“Temos um amigo sucateiro que vai buscar a sucata a casa das pessoas e depois o dinheiro dessa sucata é doado para aulas de equitação do Gonçalo”, explicou.

“Também as garrafas de plástico e as tampinhas podem ser entregues a nós que depois vão ser tratadas e o dinheiro arrecadado servirá para os tratamentos e para outros custos com o menino”, expôs.

Bárbara dá o exemplo de uma compra que a família terá de efetuar a curto prazo: “Temos de comprar uma tala e umas botas especiais que custam cerca de 500 euros”.

A mãe deixa ainda o apelo para a doação de fatos de treino, no tamanho “oito anos”, uma vez que é essa indumentária que o Gonçalo utiliza praticamente todos os dias.

“Ele só usa mesmo fato de treino porque é preso dos intestinos e as outras roupas apertam e magoam. Os próprios fisioterapeutas aconselharam a utilização desta roupa”, assegura a progenitora.

Sobre apoios estatais ou municipais, Bárbara confessa que nunca pediu nada à Câmara de Famalicão, nem esta alguma vez se ofereceu para ajudar, mas a Junta de Freguesia de Delães tem “apoiado de todas as formas possíveis”.

Bárbara não trabalha atualmente, pois é cuidadora a tempo inteiro do pequeno Gonçalo. Apenas o pai consegue sustentar financeiramente a família.

Quem quiser pode contribuir monetariamente através do IBAN PT50003300004540580970805

Quem preferir contribuir com fatos de treino, sucata, tampinhas ou garrafas de plástico pode contactar a mãe através do 918909044 (Bárbara Lopes).

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