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Vitória apresentou-se. Presidente falou dos vários assuntos da atualidade do clube.

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O presidente do Vitória, Júlio Mendes, revelou hoje que “o plantel” para a época 2015/16 está fechado, à margem da apresentação da equipa aos adeptos que decorreu no centro histórico de Guimarães.

 

O dirigente, que considerou que o plantel é “equilibrado” e tem “mais competência do que nos anos anteriores”, garantiu que só haverá alterações caso ocorra alguma situação inesperada.

“Posso garantir que o plantel está fechado. A menos que haja alguma lesão que possa surgir, um imprevisto, temos o plantel que queríamos, e não se espera que entre e saia mais ninguém”, disse.

O responsável máximo dos vimaranenses admitiu que, neste ano, o investimento no plantel foi um pouco superior às épocas anteriores, tanto porque o clube de Guimarães já se encontra numa situação financeira mais estável, como também porque disputa este ano a Liga Europa.

“Há um investimento um pouco maior do que o que tem sido habitual. Só o fizemos, porque tivemos este desafogo, porque senão não o faríamos. Não sairíamos do nosso caminho. Há uma aposta superior, até porque temos uma oportunidade de entrar na fase de grupos da Liga Europa”, explicou.

A apresentação do Vitória, realizada numa praça de Santiago lotada de adeptos vimaranenses, contou com 50 jogadores, repartidos entre a equipa principal, que, no dia 30 de julho, inicia a participação na Liga Europa, na Áustria, diante do SCR Altach, e a equipa B, que compete no segundo escalão.

O avançado brasileiro Henrique Dourado, de 25 anos, reforço hoje oficializado, proveniente do Cruzeiro, atual bicampeão no Brasil, e segundo melhor marcador do ‘Brasileirão’ de 2014, ao serviço do Palmeiras, com 16 golos, foi a principal novidade, assim como a ausência do extremo Gui.

Questionado sobre a ausência do futebolista costa-marfinense, contratado na época passada ao Sporting da Covilhã, da II Liga, o presidente Vitória de Guimarães não esclareceu a situação do jogador, referindo apenas que “os plantéis são dinâmicos, estão sempre em construção, e há elementos que saem e elementos que entram”.

Júlio Mendes comentou ainda a saída do médio Bernard para o Atlético de Madrid, tendo dito, sem referir o valor monetário, que a transferência se realizou de acordo com a valia do jogador.

“A saída do Bernard é ajustada ao valor e à competência do jogador. Ele seria para nós uma mais-valia e, portanto, a compensação que vamos obter na transferência do jogador equilibra a perda da saída dele”, adiantou.

O dirigente vimaranense falou também sobre as eleições para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, que se realizam no dia 28 de julho e opõem Luís Duque a Pedro Proença, tendo revelado que o Vitória de Guimarães não vai apoiar publicamente nenhum candidato.

“O Vitória de Guimarães não vai apoiar candidatura nenhuma. O Vitória vai votar em consciência naquele que se nos afigura o melhor candidato. Não assumo o patrocínio de nenhuma das candidaturas”, esclareceu.

Questionado sobre uma eventual dívida de 50 mil euros na inscrição da equipa B, na II Liga, Júlio Mendes explicou que, numa assembleia-geral da Liga, houve uma proposta, com a qual o Vitória não concordou, para que a inscrição das equipas B passasse de 50 mil para 100 mil euros.

“Eu percebo que os clubes queiram ter acesso a mais recursos, porque este valor é para distribuir por todos, mas, por outro lado, quando isto se decidiu, nós já tínhamos construído um plantel, feito contratações e assumido responsabilidades. Há uma mudança de regras a meio do jogo, com a qual não podemos estar de acordo”, disse.

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Desporto

Federações e COP querem negociar reforço de preparação olímpica

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

As federações desportivas e o Comité Olímpico de Portugal (COP) preparam-se para pedir ao Estado um reforço do financiamento olímpico para 2021, de forma a que o desporto português não saia prejudicado em Tóquio2020.

“Estamos a trabalhar juntamente com o COP para que de alguma forma haja uma negociação com o Estado para poder haver um reforço do financiamento da preparação, uma vez que o projeto olímpico vai ser estendido mais um ano. Falta-nos negociar essa questão para 2021”, disse à agência Lusa o presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Vítor Félix.

Em causa, está o adiamento dos Jogos Olímpicos para 2021, entre 23 de julho a 08 de agosto, devido à pandemia da covid—19, que impede que Tóquio2020 decorra como previsto, entre 24 de julho e 09 de agosto deste ano.

O dirigente recorda que, no ano pós Jogos Olímpicos, “há sempre um abrandamento no financiamento à preparação”, por ser início de ciclo e ainda não decorrer qualquer qualificação, mas, na realidade atual, “não haverá ano de transição, nem sequer será possível para Paris2024”, pelo que teme pelos efeitos de um apoio menor no ano decisivo para Tóquio2020.

“Temos estado em contacto permanente com o COP, através do seu presidente, e estamos a aguardar a melhor oportunidade, quando passar esta situação de quarentena e foco principal nas medidas sanitárias à população”, acrescentou, quanto ao timing desta conversa com o governo.

Vítor Félix assume que “nesta altura o desporto é um bem secundário”, contudo, a comunidade aguarda que “esta situação passe para que, de uma forma planeada, o COP possa renegociar com a tutela uma nova forma de financiamento, que é reforçar os fundos para a preparação olímpica”.

“É claro que temos falado entre nós, presidentes das principais federações olímpicas. Estamos todos no mesmo barco nas argumentações e foco na necessidade do reforço de financiamento”, completou.

Para o atual ciclo, 2017-2020, o Estado alocou 18,5 milhões de euros, um reforço de 13,5 por cento face ao Rio2016.

Até ao momento, Portugal tem 34 atletas qualificados.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito na segunda-feira pela Direção-Geral da Saúde.

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Desporto

Mundiais de atletismo adiados para 2022 devido às novas datas de Tóquio2020

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os Mundiais de atletismo, previstos para agosto do próximo ano, em Eugene, nos Estados Unidos, foram adiados para 2022, devido às novas datas do Jogos Olímpicos Tóquio2020, entre julho e agosto de 2021, anunciou hoje a World Athletics.

“Apoiamos as novas datas do Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021. Permitem o tempo necessário para os atletas retomarem normalmente os treinos e as competições”, escreveu a World Athletics, em comunicado.

Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 vão realizar-se entre 23 de julho e 08 de agosto de 2021, praticamente um ano depois das datas previstas, anunciou hoje o presidente da comissão organizadora japonesa, Yoshiro Mori.

Os Jogos Olímpicos estavam marcados para decorrerem entre 24 de julho e 09 de agosto de 2020, mas foram adiados em um ano, devido à pandemia de covid-19.

O anúncio foi feito por Yoshiro Mori, pouco depois de uma conversa telefónica com o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach.

“Estamos a trabalhar com os organizadores dos campeonatos do mundo, em Oregon, para tentar agendar novas datas em 2022”, acrescentou a World Athletic.

A competição estava agendada para o período entre 06 e 15 de agosto de 2021.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.

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Fórmula 1 e académicos desenvolvem aparelho inovador para doentes Covid-19

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Um aparelho de apoio respiratório para pacientes com covid-19 que pode evitar o agravamento da doença e o internamento em cuidados intensivos foi desenvolvido entre académicos britânicos e engenheiros de Fórmula 1, foi hoje anunciado.

Engenheiros da University College London (UCL) e clínicos do hospital associado UCLH começaram a trabalhar na quarta-feira com mecânicos da equipa de Fórmula 1 da Mercedes-AMG e desenvolveram um protótipo que foi aprovado e vai agora ser testado nos hospitais.

O aparelho respiratório, conhecido como pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP), tem sido amplamente utilizado em hospitais na Itália e na China para ajudar pacientes do Covid-19 com infeções pulmonares graves a respirar mais facilmente, quando o oxigénio é insuficiente.

Um dos engenheiros da UCL envolvidos, Tim Baker, mostrou-se satisfeito por esta parceria e empenho ter permitido reduzir para dias um projeto que normalmente levaria anos a concluir.

“Depois de receber as instruções, trabalhámos sem parar, desmontando e analisando um dispositivo sem patente. Usando simulações em computador, melhorámos ainda mais o dispositivo para criar uma versão de ponta adequada à produção em escala”, afirmou.

Este tipo de equipamento tem sido utilizado em hospitais na Itália e na China e é menos invasivo do que ventiladores, cuja disponibilidade no mercado é limitada, tendo levado o Governo a desafiar empresas privadas a fabricar para responder à procura.

A Dyson, conhecida por fabricar aspiradores e secadores de mãos, revelou na semana passada ter recebido um pedido para 10.000 unidades, o Smiths Group confirmou hoje a venda de mais 10.000 e um consórcio que inclui a Rolls-Royce, Airbus e McLaren também desenvolveu um modelo que aguarda a encomenda.

O Governo britânico espera conseguir reforçar os cerca de 8.000 aparelhos de suporte a respiração que possui no sistema nacional de saúde com mais 30.000 pois mesmo os fabricantes nacionais estão sem capacidade para aumentar a produção.

Londres recusou participar num concurso coletivo a nível da União Europeia (UE) para adquirir ventiladores, embora o pudesse ter feito no âmbito das condições do período de transição.

Depois de inicialmente ter invocado que o Reino Unido “já não é membro da UE” e que estava a fazer os seus próprios esforços para encontrar ventiladores, um porta-voz do governo acabou por alegar, mais tarde, não ter recebido a informação a tempo.

O Reino Unido registou até domingo 1.228 mortes de pessoas contagiadas pela covid-19, mais 209 do que no dia anterior, tendo identificado 19.522 casos positivos entre 127.737 pessoas testadas.

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