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Viana do Castelo

Viana encerra cemitério municipal

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

O cemitério municipal de Viana do Castelo está encerrado a partir de ontem numa medida de conteção “adequada para evitar propagação” do novo coronavírus, anunciou hoje a autarquia.


Em comunicado, a Câmara local aponta o decreto n.º2-A/2020 de 20 de março para determinar o encerramento daquele equipamento municipal.

Informa ainda que o cemitério será aberto apenas para a realização de funerais, sugerindo-se que apenas compareçam nos mesmos os familiares mais próximos, “cumprindo a regra do distanciamento social”.

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Alto Minho

Exército vigia serra de Santa Luzia em Viana do Castelo

Incêndios

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

Desde segunda-feira que a serra de Santa Luzia, em Viana do Castelo, está a ser vigiada por militares do Exército.


Em nota de imprensa, a câmara informa que antecipou a vigilância florestal na serra, tendo a Escola de Serviços do Exército iniciado o patrulhamento que decorrerá até final de setembro.

A autarquia explica que o protocolo com o Exército já se realiza desde 2011 e tem sido “fundamental” para a prevenção dos incêndios florestais ao longo destes últimos dez anos.

Os militares promovem operações de vigilância mantendo permanentemente informadas as entidades responsáveis (CODIS – Comandante Distrital de Operações de Socorro e Bombeiros Municipais de Viana do Castelo) e comunicando, de imediato, qualquer ocorrência digna de registo.

O município de Viana do Castelo sublinha que “a vigilância das áreas florestais é fundamental para a prevenção de incêndios, permitindo dissuadir eventuais atos de negligência ou mesmo criminosos e detetar eventuais ocorrências”.

O alerta para incêndios florestais deve ser dado para o número 117.

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Alto Minho

PSD de Viana do Castelo garante nunca ter denegrido funcionários municipais

Política

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Foto: Facebook

O PSD de Viana do Castelo garantiu hoje que, “em nenhum momento, denegriu ou teve a intenção de atingir o bom nome de funcionários municipais”, reagindo a um voto de protesto aprovado pela maioria PS na Câmara.


Em comunicado hoje enviado às redações, a concelhia social-democrata liderada por Eduardo Teixeira, repudiou o voto de protesto aprovado, na quinta-feira, em reunião camarária, referindo que “o único propósito” da maioria é o de criar “inexplicáveis subterfúgios” para “tentar desviar as atenções da auditoria financeira exigida pelo PSD nas últimas semanas, em virtude dos sucessivos erros na contratação pública que têm vindo a ser detetados”.

Para o também deputado do PSD na Assembleia da República, “os motivos invocados” naquele documento “mostram-se totalmente esvaziados de qualquer espécie de projetos para a cidade”.

Na quinta-feira, em reunião ordinária do executivo municipal a maioria socialista na Câmara de Viana do Castelo aprovou um voto de repúdio, proposto pelo presidente José Maria Costa, pelas afirmações que Eduardo Teixeira publicou nas redes sociais, a propósito de erros de digitação detetados em contratos da autarquia que os socialistas consideram que “atingem o bom nome” de funcionários, dirigentes e serviços municipais.

Em causa estão alegados comentários que o deputado e líder da concelhia do PSD publicou, no dia 26 de maio, nas redes sociais com “insinuações, atos intimidatórios aos funcionários Municipais, serviços municipais e Câmara Municipal”.

“Para dissipar quaisquer dúvidas que estas manobras de diversão possam provocar aos menos atentos, em nenhum momento o PSD denegriu ou teve a intenção de atingir o bom nome de funcionários, dirigentes ou empresários de Viana do Castelo, que nem sequer foram concretamente, por nós, identificados”, esclarece a concelhia do PSD.

Câmara de Viana aprova voto de repúdio contra comentário de deputado no Facebook

A estrutura local do PSD destaca que “sempre valorizou e, sem qualquer espécie de falso pudor, o profissionalismo, a dedicação e o excelente desempenho dos funcionários municipais bem como igualmente saúda todos os empresários que prestam ou tiveram a oportunidade de prestar serviços à autarquia”.

“Tal e qual toiro picado, mais uma vez, o presidente da Câmara dá murros na mesa, centrando toda a sua raiva e histeria num único alvo e em contínuos ataques pessoais. Saliente-se que as sucessivas investidas do senhor presidente e do PS de Viana do Castelo são medalhas para o PSD, qual forcado que agarra o rábico pelos cornos. Significa que o PSD está no bom caminho”, sustenta a nota.

O voto de repúdio e protesto da maioria socialista na autarquia mereceu a abstenção da vereadora da CDU, Cláudia Marinho, e a rejeição dos dois vereadores do PSD. Hermenegildo Costa disse que iria remeter o documento para a presidência da concelhia do partido. Já Cristina Veiga referiu “não concordar com o teor do voto de protesto e repúdio”, e sublinhou que “em momento algum os vereadores do partido na autarquia aturam na linha de denegrir e difamar funcionários públicos”.

“Nunca assumimos essa linha”, reforçou. A posição de Cristina Veiga levou o autarca socialista a pedir que a sua afirmação fosse incluída em ata.

O voto aprovado na quinta-feira “vai ser enviado aos funcionários municipais, Assembleia Municipal, sindicatos, Assembleia da República e comissão ética do parlamento e aos grupos parlamentares”.

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Viana do Castelo

PCP questiona sobre despesas por acidente a trabalhadores de hospital em Viana

ULSAM

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Foto: DR / Arquivo

O PCP questionou hoje o Governo sobre os trabalhadores da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), em Viana do Castelo, vítimas de acidente de trabalho que “aguardam há vários anos pelo pagamento do capital de remissão”.


Na pergunta que deu hoje entrada na Assembleia da República, dirigida à ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, a deputada do PCP Diana Ferreira sublinha que “não obstante a administração da ULSAM reconhecer que os trabalhadores vítimas de acidente de trabalho têm direito a esse pagamento, refere que a resolução do assunto está dependente de um esclarecimento pedido à Direção-Geral da Administração e do Emprego Público”.

A deputada comunista, que não especifica o número de trabalhadores naquela situação, adianta que “face ao atraso na resolução do problema (alguns dos casos de acidente de trabalho remontam ao ano de 2013), quer saber se o Governo tem conhecimento da situação e que avaliação faz da mesma”.

“Qual a razão que leva a ULSAM a não dar cumprimento ao pagamento devido aos trabalhadores e que medidas pretende o Governo tomar para garantir a rápida solução deste problema”, questiona ainda a deputada Diana Ferreira.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

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