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Braga

“Salvar a Confiança” volta a criticar Câmara de Braga dizendo que engana sobre “restauro”

Ricardo Rio diz que Plataforma “já não sabe o que mais há-de inventar sobre este tema”

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Antiga fábrica Confiança, em Braga. Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

A Câmara de Braga está a impedir o esclarecimento da opinião pública sobre o negócio em torno da Fábrica Confiança. A afirmação é da «Plataforma Salvar a Confiança», a qual, em comunicado, afirma, ainda que, “o facto de usar de forma inapropriada termos como “restauro”, “residência universitária” ou “museu” só tem contribuído para enganar, não só os bracarenses, como responsáveis e instituições nacionais, como é o caso do Ministério da Cultura”.

Questionado sobre as críticas da Plataforma, Ricardo Rio disse ao Minho que PIP – Plano de Informação Précia é só um. É claro nas suas condições e foi esse que foi aprovado pelo Ministério da Cultura”. E acrescenta: “o resto são fait-divers de quem já não sabe o que mais há-de inventar sobre este tema!”

Esta segunda-feira, 20 de janeiro, – acrescenta o organismo – a Secretária de Estado da Cultura pronunciou-se na Assembleia da República a propósito da antiga Fábrica Confiança, que está em vias de ser classificada como Monumento de Interesse Público. Na sua intervenção referiu: “O edifício da Fábrica contará com um núcleo museológico onde se fará a preservação da história e da identidade da Fábrica Confiança. O edifício antigo será alvo de restauro e servirá para fins culturais”.

Trata-se, porém, – defendem – “de um equívoco que tem sido repetido pelo presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, mas que não corresponde à proposta que vai levar esta sexta-feira a Assembleia Municipal Extraordinária. Daí que a Plataforma tenha já endereçado uma carta ao Ministério da Cultura alertando que o projeto proposto pela Câmara não corresponde às declarações da senhora Secretária de Estado, nem ao pressuposto exigido no parecer de arquitetura da Direção-Geral do Património Cultural (“Intervenção de restauro do edifício principal da antiga Fábrica de saboaria Confiança mantendo todas as suas características arquitetónicas e patrimoniais”).”

“Não há restauro”

Na verdade, tal como a Plataforma refere na carta ao Ministério, trata-se de um PIP (Pedido de Informação Prévia) que prevê a construção de um novo edifício no logradouro (com 7 pisos+2 subterrâneos e 300 “unidades de alojamento”), intervenção que se estende ao edifício histórico da Rua Nova de Santa Cruz.

De acordo com o PIP, este edifício antigo não será alvo de efetivo “restauro” uma vez que as exigências funcionais para os diversos usos previstos (habitação, comércio, serviços e outros) são incompatíveis com a integridade arquitetónica deste bem patrimonial”.

Ao contrário do que tem sido repetido pela autarquia, – acrescenta – “o edifício também não servirá para fins culturais. Dos 4030 m2 existentes, apenas 422 m2 são efetivamente dedicados a espaço museológico.

Pelas dimensões e enquadramento, não será qualquer “museu” relacionado com a memória da Confiança”. Com efeito, além desta reduzida área, não existe qualquer outro espaço no PIP que se possa designar cultural.

O que quer dizer que 90% da área do edifício antigo da Fábrica estará afeta a fins não-culturais e de uso privativo.

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Braga

Jovem de Braga surpreende no Got Talent e passa às ‘meias’ com ‘botão dourado’

Um jovem bracarense de 17 anos surpreendeu, esta noite de domingo, o júri do programa televisivo Got Talent Portugal, da RTP, com a interpretação em violoncelo do prelúdio Suite 1, de Bach. O bracarense começou a tocar aos sete anos no Conservatório de Música de Braga, estando agora a caminho da Royal Academy de Londres. Gonçalo acabou por ter direito à passagem direta para as meias-finais da prova, depois de um elemento do júri ter carregado no “botão dourado”. Imagens: RTP

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Um jovem bracarense de 17 anos surpreendeu, esta noite de domingo, o júri do programa televisivo Got Talent Portugal, da RTP, com a interpretação em violoncelo do prelúdio Suite 1, de Bach. O bracarense começou a tocar aos sete anos no Conservatório de Música de Braga, estando agora a caminho da Royal Academy de Londres. Gonçalo acabou por ter direito à passagem direta para as meias-finais da prova, depois de um elemento do júri ter carregado no “botão dourado”.

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Braga

Francisco Mota assume a presidência interina da Juventude Popular

Ex-líder da concelhia de Braga da JP

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Foto: Divulgação / JP Braga

A presidência interina da Juventude Popular (JP) foi assumida por Francisco Mota, na sequência da eleição de Francisco Rodrigues dos Santos para a direção do CDS-PP, no último congresso nacional, anunciou hoje o partido.

Francisco Mota, que tinha sido eleito vice-presidente da JP no seu último congresso nacional, em 2018, assumiu a presidência interina da organização – até ao próximo congresso -, em resultado da decisão tomada numa reunião da Comissão Política Nacional (CPN), que decorreu no sábado em Coimbra.

Citado num comunicado enviado às redações o novo líder nacional da JP diz assumir “com orgulho o património e o percurso” deixados pelo atual presidente do CDS.

Francisco Mota adiantou ainda que vai focar-se “na reorganização interna, na aposta na implantação local, no diálogo estruturado com as organizações de juventude e na valorização da formação com vista ao próximo combate político que são as eleições autárquicas.”

Para o presidente da JP “é hora de colocar na agenda política o compromisso intergeracional”, de “romper com o poder instalado” e com a ideia de que “não há esperança num futuro diferente”.

Afirmando-se como a única juventude partidária de direita em Portugal, a JP assume “sem complexos” a intenção de dar voz às novas gerações e “sem as amarras do socialismo”, combater o “politicamente correto e a ditadura de opinião imposta pela esquerda.”

Para além do cargo de vice-presidente da JP, Francisco Mota tinha liderado no passado a concelhia de Braga da juventude partidária, que agora fica incumbido de presidir até ao próximo congresso da organização, previsto para o mês de novembro.

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Braga

Braga investe 60,3 milhões nos TUB até 2029

Mobilidade e transportes públicos

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Foto: Divulgação

A Câmara de Braga vai investir 60, 3 milhões de euros, de 2020 a 2029, na empresa municipal dos Transportes Urbanos (TUB), no quadro de um contrato de concessão do serviço público de transporte de passageiros.

Este ano, o valor a transferir pela Autoridade Municipal de Transportes é de 5, 4 milhões, verba que vai aumentando até atingir os 6,2 milhões em 2029.

Na proposta que será debatida, segunda-feira, numa reunião pública extraordinária do executivo municipal, o presidente da Câmara, Ricardo Rio e o vereador do pelouro, Miguel Bandeira pedem aos vereadores que aprovem a proposta, de modo a que possa ser votada na Assembleia Municipal o Contrato de Concessão e a respetiva autorização de despesa.

Ricardo Rio e Miguel Bandeira. Foto: DR

Na ocasião, será, também, votada uma outra proposta, uma adenda ao Contrato-Programa para 2020, prevendo a atribuição de mais 219 mil euros, valor justificado com o facto de esta empresa municipal vir a assumir, a partir de julho, a gestão do espaço cultural Gnration.

Na reunião, que terá lugar pelas 18h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, estarão, ainda em análise, a proposta de reformulação dos representantes nos conselhos gerais de escolas e o contrato interadministrativo de delegação de competências na União de Freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra.

A ordem de trabalhos está disponível para download.

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