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Viana do Castelo

RTP transmite concerto do grupo Sons do Minho no próximo domingo

Desgarrada portuguesa

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Foto: DR

O concerto do grupo Sons do Minho, gravado em março de 2019 no Centro Cultural de Viana do Castelo, vai ser transmitido pela RTP, ao final da tarde do próximo domingo.


O espetáculo, que contou com a participação de Toy, Rosinha, José Malhoa, Sérgio Rossi e do taipense Zé Amaro, foi gravado para ser comercializado como um DVD ao vivo e foi apelidado de “Tertúlia à Desgarrada”.

A partir das 18:00 horas de domingo, poderá assistir a muita música minhota e ainda a “uma boa conversa” à mistura, refere a banda em comunicado enviado a O MINHO.

Também a RTP, no seu site, destaca as “desgarradas minhotas” que todos poderão assistir no final de domingo.

Ambos (RTP e Sons do Minho) concordam: “Uma verdadeira festa à portuguesa”.

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Viana do Castelo

PAN quer responsabilizar Câmara de Viana do Castelo por “má-fé” em abate de árvores

Ambiente

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Foto cedida a O MINHO

A deputada do PAN Bebiana Cunha disse hoje que o partido vai exigir a “responsabilização” da Câmara de Viana do Castelo por atuar de “má-fé” ao abater mais de 20 plátanos em Darque, em “desrespeito” pelas instâncias judiciais.

“No nosso entendimento jurídico, há uma atuação de má-fé, que temos de denunciar”, afirmou a deputada do PAN durante uma visita à Avenida do Cabedelo, em Darque.

“Vamos agora exigir a responsabilização da Câmara Municipal de Viana do Castelo por este ato que no nosso entendimento, do ponto de vista ético, é inaceitável”, reforçou, referindo-se ao abate, pela autarquia, na semana passada, de “mais de duas dezenas de plátanos” naquela artéria para construir uma rotunda, prevista na última fase dos acessos ao porto de mar da cidade.

Em outubro, o PAN avançou com uma providência cautelar junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFC) para travar o corte daqueles exemplares.

No dia 13 de novembro, o município avançou com uma resolução fundamentada de interesse público, procedimento que, segundo o presidente da Câmara, José Maria Costa, “após ter sido comunicada ao autor da ação, ao PAN, ao seu mandatário judicial, ao empreiteiro da obra e ao TAF de Braga, suspendeu a ação intentada, permitindo o abate e o retomar da construção daquela via”, parada desde setembro.

Para Bebiana Cunha, a autarquia “não deu a possibilidade a quem tinha intentado a providência cautelar de reagir perante o tribunal”.

“A Câmara não esperou que pudéssemos pedir ao tribunal uma pronúncia sobre essa decisão da Câmara, nos cinco dias previstos na lei. No nosso entendimento, há claramente um desrespeito por parte da Câmara pelas instâncias judiciais e, por isso, tivemos de fazer um relato deste incidente ao tribunal. No mínimo, há uma atuação de má-fé por parte da Câmara de Viana do Castelo”, especificou.

Bebiana Cunha explicou que com o abate das árvores já concretizado a providência cautelar “perdeu a sua utilidade”, mas referiu que o PAN irá avançar com outro processo judicial contra a autarquia da capital do Alto Minho.

“Continuaremos com o processo, exigindo que a Câmara de Viana do Castelo seja responsabilizada por este desrespeito para com os tribunais, que é também um desrespeito pelos cidadãos que entendiam que esta obra deveria ser reavaliada ou que deveria existir um plano B ao abate”, assegurou.

A deputada do PAN explicou que a responsabilização poderá “passar por indemnizar quem se sente lesado pela perda daquele património de elevado valor natural, que são não só os moradores da freguesia, mas todos os munícipes”.

“Estamos a estudar do ponto de vista jurídico, mas não negamos a possibilidade de avançar com um pedido de indemnização. O processo correrá devidamente nas instâncias judiciais e nós faremos a nossa parte. Continuaremos a juntar os dados que forem necessários”, assegurou.

A Lusa contactou o presidente da Câmara de Viana do Castelo, mas José Maria Costa (PS) escusou-se a prestar declarações sobre o assunto.

Na ação hoje realizada na Avenida do Cabedelo, na margem esquerda do rio Lima, participaram cerca de 20 pessoas, entre elas dois representantes do “Juntos pelo Rossio” – Associação Cívica de Aveiro.

Em causa está o abate de 24 dos 170 plátanos existentes nos 628 metros da avenida.

A construção da rotunda foi retomada na terça-feira. Inicialmente, foi embargada por iniciativa de moradores naquela avenida que, entretanto, chegaram a acordo com a autarquia.

A construção dos acessos rodoviários ao porto de mar foi iniciada em fevereiro de 2019. Os novos acessos, com 8,8 quilómetros e reivindicados há mais de quatro décadas, terão duas faixas de rodagem de 3,5 metros de largura e representam um investimento superior a nove milhões de euros.

A obra é financiada pela Câmara de Viana do Castelo e pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

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Viana do Castelo

Acesso ao porto de mar de Viana do Castelo fica circulável até final de dezembro

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O presidente da Câmara de Viana do Castelo garantiu hoje que o acesso rodoviário ao porto de mar abre à circulação até final de dezembro, após dois meses de suspensão da obra, contestada pelo abate de 30 árvores.

“Se tudo correr bem, teremos a via aberta à circulação até ao final do mês de dezembro, mas a obra não estará concluída na sua totalidade. Os acabamentos e arranjos finais irão prolongar-se por mais um mês”, afirmou hoje José Maria Costa.

Questionado pelos jornalistas no final da reunião camarária, o autarca socialista referiu terem sido abatidos os plátanos necessários à construção de uma rotunda, prevista na última fase dos acessos ao porto de mar da cidade.

José Maria Costa explicou que o município avançou com uma resolução fundamentada de interesse público, para contestar a providência cautelar movida pelo PAN junto do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga, procedimento que “suspendeu o que foi intentado”, permitindo o retomar da construção daquela via.

Os trabalhos foram retomados na terça-feira.

“A Câmara cumpre escrupulosamente a lei, como não podia deixar de ser. Dada a importância da obra e do seu interesse público, o município de Viana do Castelo avançou com uma resolução fundamentada. Esse facto foi comunicado, no dia 12 de novembro ao autor da ação, ao PAN, ao seu mandatário judicial, ao empreiteiro da obra e ao TAF de Braga, e que legitima a execução dos trabalhos de forma imediata”, reforçou.

Em causa está o abate de 30 dos 170 plátanos existentes nos 628 metros da avenida do Cabedelo, na freguesia de Darque, para a construção de uma rotunda, prevista na última fase dos acessos ao porto de mar da cidade.

A construção da rotunda foi travada no dia 11 de setembro.

Inicialmente, foi embargada por moradores naquela avenida que, entretanto, chegaram a acordo com a autarquia.

A construção dos acessos rodoviários ao porto de mar foi iniciada em fevereiro de 2019. Os novos acessos, com 8,8 quilómetros e reivindicados há mais de quatro décadas, terão duas faixas de rodagem de 3,5 metros de largura, e representam um investimento superior a nove milhões de euros.

A obra é financiada pela Câmara de Viana do Castelo e pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

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Viana do Castelo

Viana do Castelo reforça com 435 mil euros apoios à economia, instituições e clubes

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A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje, por unanimidade, apoios “excecionais” a instituições e clubes desportivos e incentivos à economia do concelho no valor de cerca de 435 mil euros.

“Este ano, já tivemos de fazer reforço orçamental de 600 mil euros para acomodar um conjunto de apoios às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), ao comércio tradicional, à restauração e outras atividades. As medidas hoje aprovadas estendem-se até março de 2021, provavelmente poderá ser necessário algum reforço”, afirmou o presidente da Câmara.

José Maria Costa, que falava aos jornalistas no final da sessão camarária referiu que na área social, as instituições têm reportado “algum acréscimo de pedidos de apoio, nomeadamente, de famílias com dificuldades no pagamento das rendas, de medicamentos e outras despesas”.

O autarca socialista destacou “o apoio excecional de 20 mil euros” hoje aprovado e que se destina a quatro instituições do concelho, o refeitório social da paróquia de Nossa Senhora de Fátima, o Gabinete de Atendimento à Família (GAF), Cáritas Diocesana e as Conferências Vicentinas”.

O executivo municipal, salientou, decidiu também apoiar intervenções de renovação e ampliação de instalações das suas instalações.

Para o centro social e paroquial de Areosa, foi aprovado um apoio de 125 mil euros para a conclusão da unidade residencial de idosos e ao centro social e paroquial de Vila de Punhe garantiu apoio a uma candidatura para a conclusão das obras do serviço de apoio domiciliário, bem como para a aquisição de uma nova carrinha para essa resposta.

Segundo José Maria Costa, as medidas de incentivo à economia, hoje aprovadas, e que estarão em vigor até 31 março de 2021, representam mais de 200 mil euros de receitas que o município não irá encaixar.

Em causa estão isenções de taxas de ocupação do domínio público, taxas de concessão e rendas de aluguer, isenção de pagamento de estacionamento à superfície e do parque do Campo da Agonia e a suspensão do pagamento de acessos a museus municipais.

“Estamos a fazer o acompanhamento e monitorização da situação e vamos adequando as medidas dentro das nossas competências”, sublinhou.

No desporto, o executivo municipal aprovou apoios no valor de 90 mil euros para os clubes desportivos do concelho.

José Maria Costa adiantou também que, hoje, foram cedidas temporariamente mais duas viaturas à Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) para assegurar a prestação de cuidados de saúde domiciliários à população do concelho.

Na semana passada a autarquia já tinha cedido três viaturas à ULSAM ao abrigo do projeto “Saúde Mais Próxima”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.350.275 mortos resultantes de mais de 56,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.701 pessoas dos 243.009 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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