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Braga

Ricardo Rio diz que região de Braga tem sido esquecida em matéria de investimento

Autarca de Braga escolhido por André Coelho Lima para mandatário do PSD

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Foto: DR

O mandatário distrital da lista do PSD no círculo eleitoral de Braga,  o autarca Ricardo Rio disse, hoje, que, “a região de Braga tem dado muito ao país, mas, infelizmente, não tem recebido do país tanto como tem dado nos últimos anos”.J

“Acho importante que os candidatos socialdemocratas tenham a solidariedade plena das instituições e das próprias autarquias locais, independentemente da sua filiação partidária, na defesa de projetos e de investimentos que, infelizmente não têm sido realizados, quanto seria desejável, neste distrito”, afirmou.

Rio foi apresentado este domingo pelo cabeça-de-lista do PSD no distrito, André Coelho Lima, como seu mandatário, numa sessão realizada no Jardim de Santa Bárbara, em Braga, ato em que participou o presidente da distrital social-democrata, José Manuel Fernandes, e os restantes membros da lista, entre os quais, Firmino Marques, atual vice-presidente do Município bracarense.

Na ocasião, o presidente bracarense, anotou que, ele próprio e André Coelho Lima, além de empatia pessoa e geracional, têm em comum, “como que uma simbologia colaborativa”: “mais do que promover rivalidades, as cidades de Braga e de Guimarães têm tido cada vez mais colaboração, e o mesmo sucede com outras cidades e com as duas CIM’s (Comunidades Intermunicipais) do Ave e do Cávado”, vincou.

Foto: DR

Dizendo que se revê “muito nas prioridades apresentadas pela lista do PSD em defesa da região e na postura perante os cidadãos e o eleitorado de valorização da proximidade e do contacto”, o autarca lembrou que o ato de apresentação ocorreu ao lado da Reitoria da Universidade do Minho que “tem sido um fator de agregação e de dinamismo na região”.

“Sou líder de uma Câmara com uma coligação suprapartidária e que tem apoio de muitos cidadãos sem filiação partidária, mas eu sou socialdemocrata e como tal, manifesto aqui a minha confiança no André Coelho Lima e nos restantes candidatos, com a garantia de que estarei sempre ao lado deles na luta pelos interesses de todo o distrito”

Já o cabeça de lista do PSD, afirmou que “o PSD está nestas legislativas na rua, em contacto com as pessoas, de forma simples e descomprometida, apresentando o seu programa e os seus projetos”.

Elogiando o trabalho feito por Ricardo Rio na afirmação da cidade e da região, Coelho Lima lembrou a cooperação mantida com Guimarães: “há  uma série de dossiers e projetos conjuntos, como o caso recente do processo de classificação dos sacro-montes”, sublinhou, acrescentando que “o labor de afirmação feito na Câmara de Braga e noutros Municípios desta região geridos por companheiros social-democratas, beneficia todos os cidadãos do distrito que saiem a ganhar

“O trabalho do Ricardo é bem o símbolo da proximidade e da afirmação deste território e região que, junta e unida, vale muito mais do que separada”, declarou.

Presente no evento, o eurodeputado José Manuel Fernandes aproveitou para salientar que a lista do PSD é a única que apenas tem cidadãos do distrito: “os cidadãos valorizam a proximidade e estão sempre, e bem, a criticar os paraquedistas nas listas. Pois aqui têm uma com gente que é de Braga e que vai representá-la condignamente”.

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Braga

Presidente do CDS reuniu com empresários da restauração de Braga

Francisco Rodrigues dos Santos

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Foto: Divulgação

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos esteve em Braga onde reuniu com a União de Restaurantes de Braga de Apoio ao Covid-19 (URBAC19) e a Associação Comercial de Braga (ACB) para avaliar o impacto negativo da crise pandémica no setor.

Para o líder do CDS-PP, “a restauração é um dos setores particularmente fustigado pela situação que atravessamos, registando perdas muito acentuadas nos últimos meses, que se debate com sérias dificuldades em manter os seus estabelecimentos de portas abertas e salvar empregos dos seus trabalhadores”.

“O CDS propõe uma estratégia, para a retoma da economia, assente na recapitalização das empresas e num quadro de baixos impostos, para que se possa captar investimento, promover atividade económica e gerar emprego”, afirma Francisco Rodrigues dos Santos.

“Entendemos que o caminho que o Governo tem seguido, de mais endividamento para as empresas com recurso a crédito e assente numa lógica de adiamento de obrigações fiscais, não pode ser mantido para futuro, por isso, propomos medidas como o alargamento do lay-off simplificado até ao final do ano, uma vez que o Governo previa que se gastasse por mês mil milhões de euros e, até agora, registam-se a peso uma execução de trezentos milhões. Estender esta medida até ao final de 2020, seria muito útil para que os empresários pudessem resistir esta crise e pagar ordenados aos seus funcionários”, declara.

Francisco Rodrigues dos Santos defende “a eliminação dos pagamentos por conta, uma vez que esses são baseados em cálculos de faturação que não têm qualquer tipo de paralelismo com os do ano 2020, onde se está a notar um arrefecimento uma paralisação muito grande da atividade económica. A duplicação do valor das linhas de crédito às empresas, sendo que uma percentagem delas deve estar consignada a fundo perdido, porque as empresas que compõem a maior parte do nosso tecido empresarial estão alavancadas em dívida e não podem contrair mais sob pena de se endividarem ao ponto de não conseguirem honrar seus compromissos, portanto é necessário que o Estado injete liquidez na economia, uma percentagem garantida por si, que seja garantida por si, que seja fundo perdido e que não agrava a situação de Tesouraria das empresas”.

“Defendemos ainda, um mecanismo de acerto de contas entre o Estado e os contribuintes, que permita a uma empresa ou um particular a quem o Estado deve dinheiro poder descontar o valor dessa dívida em impostos ou contribuições pagas ao Estado e, por último, a renovação do adiamento das obrigações fiscais até ao final do ano”, reitera o líder do CDS.

Por fim, “estas são medidas que na opinião do CDS ajudariam a revitalizar a atividade económica, aquilo que chamamos de uma vitamina CDS para salvar empregos e reativar a economia do país”.

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Braga

Pousada da Juventude de Braga reabre com cozinha para os alberguistas e novo site

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O lançamento de um novo site e de uma cozinha para os utentes marca a reabertura, na segunda-feira, do Centro de Juventude de Braga. No site é possível, para além de ficar a conhecer o espaço, fazer reservas para a Pousada de Juventude, revelou, hoje a empresa municipal InvestBraga.

O Centro montou uma nova área, a cozinha do alberguista, para que os hóspedes possam confecionar as suas refeições. Este espaço dispõe de todos os eletrodomésticos e utensílios de cozinha essenciais.

O regresso à “atividade levou a várias mudanças na sociedade e à restruturação dos serviços, de forma a garantir a segurança de todos. Foram implementadas medidas que asseguram e transmitem um sentimento de segurança e confiança a clientes e colaboradores, acompanhadas de formação para os colaboradores. É importante preparar as Unidades de Negócio da InvestBraga para incutirem nos clientes o sentimento de confiança para usar as nossas instalações, como se estivessem na sua casa”, refere Ricardo Rio, Presidente da Cãmara e da empresa.

Da lista de medidas de prevenção e proteção, fazem parte a desinfeção, à entrada, dos sapatos, num tapete bactericida, a desinfeção das mãos, e o uso obrigatório de máscara em todos os espaços comuns do edificio, exceto no quarto. Os colaboradores do Centro utilizarão também viseira e máscara no atendimento.

Já o novo website (www.centrojuventudebraga.pt), permite ainda a descoberta de 30 personalidades importantes na luta pelos Direitos Humanos, das instalações e serviços, tendo, também, informação sobre Braga.

O espaço conta, ainda, com um projeto de ilustração, de Sandra Santos, aluna de Mestrado em Ilustração e Animação, em colaboração com Gonçalo Rodrigues, Marta Madureira, Bruno Cunha e Vítor Gomes.

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Braga

Covid-19: Há 952 recuperados e ninguém morre há 7 dias em Braga

Pandemia

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Foto: Divulgação / CM Braga

O número de pessoas infetadas às 18:00 de sexta-feira, no concelho de Braga subiu para 1.358, ou seja, mais quatro do que os que estavam contabilizados na última quarta-feira. A média é, agora, de dois por dia.

O número de óbitos mantém-se estável, sendo 63 as pessoas falecidas com o coronavírus no concelho.

Fonte do setor local da saúde disse ao MINHO que o número de cidadãos curados é, agora, de 952, mais 107 do que na passada quarta-feira, quando o total era de 845.

A mesma fonte precisou que estão agora 72 pessoas sob vigilância ativa da autoridade local de saúde, o que significa que são contactadas com frequência pelos técnicos.

Nas últimas semanas não houve nenhum registo de utentes infetados em lares ou instituições de solidariedade.

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