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Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto em risco muito elevado de incêndio

Vários concelhos dos distritos de Braga e Viana do Castelo apresentam risco elevado

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Imagem: IPMA

Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, no distrito de Braga, fazem parte de uma lista de mais de 60 concelhos de 12 distritos de Portugal continental que apresentam hoje um risco muito elevado de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA colocou, ainda, em risco muito elevado de incêndio mais de 60 concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Santarém, Castelo Branco, Leiria, Coimbra, Guarda, Vila Real, Viseu, Porto e Bragança.

Há também vários concelhos dos 18 distritos do continente em risco elevado de incêndio.

Arcos de Valdevez, Caminha, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca e Vila Nova de Cerveira, no distrito de Viana do Castelo, e Amares, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Verde e Terras de Bouro, no distrito de Braga, encontram-se em risco elevado.

De acordo com o instituto, o risco de incêndio vai aumentar progressivamente até sábado, dia em que a quase totalidade do território continental apresentará um risco elevado, muito elevado ou máximo.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade e com neblina ou nevoeiro nas regiões Norte e Centro até início da manhã.

Está também previsto vento fraco a moderado do quadrante norte, temporariamente do quadrante oeste na região Sul, soprando moderado a forte, com rajadas até 65 quilómetros por hora, no litoral oeste e terras altas, em especial a partir da tarde.

A previsão do IPMA aponta ainda para uma pequena descida da temperatura mínima e subida da temperatura máxima nas regiões Centro e Sul.

As temperaturas mínimas no continente vão oscilar entre os 13 graus Celsius (em Coimbra) e os 19 (em Faro) e as máximas entre os 24 (em Aveiro) e os 36 (em Castelo Branco).

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Ave

Três concelhos do distrito de Braga com risco elevado de incêndio

Incêndios

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Foto: DR / Arquivo

Três concelhos do distrito de Braga apresentam hoje um risco elevado de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em risco elevado estão os concelhos das chamadas Terras de Basto, no interior minhoto: Fafe, Celorico de Basto e Cabeceiras de Basto.

De acordo com o IPMA, pelo menos até ao fim de semana vai manter-se o risco de incêndio elevado em vários concelhos do continente.

Este risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Por causa do tempo quente, o IPMA colocou os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Faro e Setúbal sob aviso amarelo até às 21:00 de hoje devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, aumentando temporariamente de nebulosidade durante a tarde, em especial no interior norte e centro, onde há possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas dispersos, em especial nas regiões montanhosas.

A previsão aponta também para vento fraco a moderado do quadrante leste, soprando moderado na costa sul do Algarve, temporariamente de noroeste na faixa costeira ocidental durante a tarde.

Nas terras altas, o vento soprará moderado a forte do quadrante leste, por vezes com rajadas até 55 quilómetros por hora, enfraquecendo temporariamente durante a tarde.

Está ainda prevista uma pequena subida da temperatura mínima nas regiões norte e centro.

As temperaturas mínimas no continente vão oscilar entre os 14 graus Celsius (na Guarda) e os 22 (em Viana do Castelo) e as máximas entre os 26 (na Guarda) e os 35 (em Santarém e Setúbal).

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Guimarães

Guimarães: Manuel Heitor pede esforço coletivo para um novo ensino da era pós-Covid

UMinho

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior esteve esta manhã no auditório da UMinho, na iniciativa Skills 4 pós-Covid, que contou com a presença de Domingos Bragança.

Ao final da manhã, no Auditório Nobre da Universidade do Minho, teve lugar uma sessão de lançamento e promoção da iniciativa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o futuro”, promovida pela Direção Geral do Ensino Superior (DGES), em estreita articulação com a OCDE, e em colaboração com as instituições de ensino superior e empregadores públicos e privados. No evento, esteve presente o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, o Reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, e várias personalidades convidadas, entre as quais o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança. O objetivo da iniciativa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o futuro” é estimular uma rápida adaptação em práticas e abordagens de ensino, aprendizagem, trabalho e investigação que, agora mais do que nunca, se mostram decisivas para a forma como deverá ser encarado o ensino no futuro imediato, bem como no futuro de médio e longo prazo.

Rui Vieira de Castro, na sua intervenção, relevou os novos desafios que se colocam à Universidade na era pós-Covid, e que passam por alterações do foro do emprego e da economia, o que faz com que seja necessário estreitar a ligação entre o Ensino Superior e o mercado de trabalho. O Reitor da UMinho disse ainda que a aceleração da transição digital, ambiental e energética que se espera trará também um novo quadro de desafios para as instituições de Ensino Superior, mostrando-se convicto de que são necessárias soluções inovadoras que dotem os alunos de novas competências e instrumentos, não colocando de parte a realização de cursos de curta duração, em estreita colaboração com os empregadores. Segundo o Reitor, são estes projetos inovadores e socialmente relevantes, para a Universidade do Minho, prioritários e estratégicos.

Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, referiu ser importante um esforço coletivo, pois só dessa forma se encontrarão os caminhos mais adequados para a construção de uma sociedade mais bem preparada para reagir a crises como a que estamos a viver. Manuel Heitor considera que a questão crítica para o Ensino Superior é a capacidade de se adaptar as novas exigências de viver numa sociedade com risco. Ainda que não abdicando da sua matriz intrínseca, as Universidades devem estabelecer um diálogo permanente com as empresas, que dê origem a uma inovação pedagógica. Para Manuel Heitor, não se trata de olhar apenas para o Ensino a distância, pois “o processo de aprendizagem exige presença física”. Outro dos aspetos essenciais de uma nova abordagem para o Ensino, segundo o Ministro, é a criação de redes europeias, capazes de instituir uma nova cidadania de fronteiras mais alargadas. “O contexto de incerteza combate-se com o conhecimento”, disse.

A iniciativa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o futuro” contou ainda com intervenções de vários convidados que partilharam a sua visão sobre a relação do Ensino com a empregabilidade, bem como com a presença de um conjunto de empresários dos mais variados setores de atividade.

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Guimarães

Construtora de Guimarães faturou mais de 84 milhões em 2019

Empresas

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Foto: Divulgação / Garcia e Garcia

A Garcia Garcia, construtora nacional especializada no ‘design and build’ de edifícios industriais, logísticos, residenciais e comerciais, fechou 2019 a faturar acima dos 84 milhões de euros, um crescimento de 16,1% face ao ano anterior, aunciou hoje a empresa.

Em comunicado, a empresa sediada em Guimarães indica que regista um crescimento acumulado de 58,8% nos últimos dois anos, com um investimento “na capacitação dos quadros da empresa, na agilidade organizacional e no desenvolvimento de uma estrutura flexível e polivalente”.

Cerca de metade dos clientes da Garcia e Garcia são empresas multinacionais, representando 70% do volume de negócios de 2019, que conta atualmente com 175 trabalhadores no grupo.

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