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Desporto

Rali Serras de Fafe em 22 e 23 de fevereiro

Prova pontuável para o Campeonato de Portugal

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Foto: DR

Fafe, por muitos apelidada de “Catedral dos Ralis” vai, mais uma vez, receber a prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralis e não só.


O Rali Serras de Fafe 2019 vai pontuar para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), European Rally Trophy (ERT), Iberian Rally Trophy (IRT) e ainda para a Taça FPAK de Ralis de Terra, reforçando assim o carácter internacional da prova.

As verificações documentais vão arrancar a meio da tarde de quinta-feira,  dia 21 de fevereiro.  Segue-se na sexta de manhã o “shakedown/qualifying” .

A parte competitiva da prova inicia-se na tarde de sexta-feira, com a dupla passagem por um dos troços da zona de Fafe, onde às 21:00 horas está previsto realizar-se a Fafe Street Stage, que este ano vai ter traçado renovado, com uma extensão de cerca de dois quilómetros.

No sábado, estão previstos cinco troços, sendo três disputados de manhã e dois à tarde, sempre em sistema de rondes, com duas passagens para cada.

Prevê-se que a prova vá ter cerca de 125 quilómetros de provas de qualificação.

Esta será a 32ª edição da prova, realizada em Fafe.

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Futebol

CMVM levanta suspensão das ações da Benfica SAD

Operação ‘saco azul’

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Foto: DR / Arquivo

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários levantou a suspensão das negociações de ações da Benfica SAD, suspensas desde terça-feira, quando foi divulgado que o presidente do clube e a SAD tinham sido constituídos arguidos por fraude fiscal.

Na nota hoje divulgada no ‘site’, a CMVM explica que decidiu levantar a “suspensão da negociação das ações Sport Lisboa e Benfica – Futebol SAD e outros instrumentos relacionados, na sequência da divulgação de informação relevante”.

Na terça-feira, a Procuradoria-Geral da República confirmou a constituição de três arguidos, uma pessoa singular e duas coletivas, por fraude fiscal, no âmbito da operação ‘saco azul’, que envolve o Benfica.

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I Liga

FC Porto pode assegurar título no ‘clássico’ com o Sporting

I Liga

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Foto: Twitter / FC Porto

O FC Porto pode celebrar hoje a conquista do seu 29.º título nacional, precisando para isso de pontuar na receção ao Sporting, no ‘clássico’ da 32.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, a partir das 21:30.

Os ‘azuis e brancos’ chegam ao ‘clássico’ após quatro vitórias seguidas e seis jogos sem perder – foram apenas derrotados pelo Famalicão na retoma do campeonato -, enquanto os ‘verde e brancos’ ainda não perderam nos oito jogos sob o comando de Rúben Amorim, contando seis vitórias e dois empates.

O embate entre ‘dragões’ e ‘leões’ vai ser arbitrado pelo barcelense João Pinheiro, da associação de Braga.

Antes do jogo do Dragão, a partir das 19:15, o SC Braga, quarto classificado com 56 pontos, pode igualar provisoriamente os ‘leões’, caso vença na receção ao ‘aflito’ Belenenses, que ocupa o 14.º lugar, com 31 pontos, apenas mais um do que a primeira equipa abaixo da linha de despromoção.

Os bracarenses somam duas vitórias sob o comando de Artur Jorge, que substituiu Custódio Castro, enquanto os lisboetas perderam os últimos dois jogos e seguem numa série de seis sem vencer.

O primeiro jogo do dia vai opor o tranquilo Moreirense, oitavo classificado com 42 pontos, ao Paços de Ferreira, 13.º com 34, num encontro marcado para as 17:00.

A formação minhota não perde há cinco jogos, enquanto os pacenses chegam a este encontro em Moreira de Cónegos depois de sofrer uma goleada caseira frente ao SC Braga, por 5-1.

Resultados e programa da 32.ª jornada:

– Segunda-feira, 13 jul:

Marítimo – Rio Ave, 0-0.

Vitória de Setúbal – Famalicão, 1-2.

– Terça-feira, 14 jul:

Santa Clara – Desportivo das Aves, 3-0

Portimonense – Boavista, 2-1

Gil Vicente – Tondela, 3-2

Benfica – Vitória SC, 2-0

– Quarta-feira, 15 jul:

Moreirense – Paços de Ferreira, 17:00

SC Braga – Belenenses SAD, 19:15

FC Porto – Sporting, 21:30

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Futebol

“Neste momento, não olhamos a ‘ses’”

Vítor Oliveira

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Foto: DR

Declarações após o jogo Gil Vicente-Tondela (3-2), da 32.ª jornada da I Liga de futebol, disputado na terça-feira no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.

Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “A vitória foi justa, difícil e até podíamos ter sido penalizados no final. Tivemos 60 minutos de muita qualidade, mas depois esquecemo-nos de um aspeto fundamental: o futebol é um jogo coletivo.

Quando começámos a individualizar e a pensar mais com o umbigo do que com a cabeça, pusemo-nos a jeito. O mais importante era a seriedade que tinha de haver nestes jogos, porque está muita coisa envolvida para as equipas que lutam pela manutenção.

Nos últimos 25 minutos, não encarámos o jogo com a seriedade que seria exigida à nossa equipa, que chegou onde chegou porque mostrou sempre um grande sentido coletivo. Quando isso não aconteceu, demos barraca e mostrámos que somos fracos.

Vamos conversar sobre isso. Depois de 70 minutos de muito bom nível, em que fizemos três golos e até podíamos ter feito mais, acabámos com o credo na mão. Não nos entendemos, corremos disparatadamente sem nexo e o Tondela podia ter empatado.

Neste momento, não olhamos a ‘ses’. As coisas têm de ser como são e ganha quem marca mais golos. O Tondela entrou pressionado pela posição que ocupa na tabela, cometeu muitos erros, mas, se viesse cá tranquilo, também os cometeria”.

Gil Vicente volta a vencer e sobe ao nono lugar

Natxo González (treinador do Tondela): “Se demos uma hora de avanço? É verdade. O Gil Vicente foi muito superior no primeiro tempo. Mostrou ser uma equipa tranquila, feliz com o seu próprio jogo, com dinâmicas muito boas e sem qualquer responsabilidade.

O Tondela tinha muita necessidade de pontuar e não geriu isso muito bem. Pelo contrário, esteve com medo e o jogo desenrolou-se nesta toada até ao 3-0. Depois, veio ao de cima o orgulho, mas que não pode servir de consolo. Estamos todos muito dececionados.

Quando sentes que está tudo perdido e estás com o orgulho ferido, adotas outra atitude e arriscas mais nos duelos. Só que tínhamos de fazer isto desde o início e não apenas quando estávamos a perder. Precisamos de somar pontos e desta forma é impossível.

Esta situação é inquietante, mas, vendo a evolução da equipa, não me surpreende. Temos um objetivo difícil e estimulante pela frente. Há dois jogos decisivos e temos de somar pontos. Temos de pensar positivo, ainda que seja melhor não dizer o que sinto por dentro.

[Estreias absolutas de Jota e Telmo Arcanjo] É um prémio. Do que estava a ver no relvado, pior não iam fazer do que outros companheiros com maior trajetória no futebol. É um bom exemplo, pode ser decisivo para encarar o futuro e tenho de felicitá-los”.

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