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Braga

Queda de muro: estudantes da Universidade do Minho absolvidos

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EM ATUALIZAÇÃO

O Tribunal de Braga absolveu, esta quarta-feira, os quatro alunos da Universidade do Minho acusados do crime de negligência pela queda de um muro que matou outros três alunos daquela instituição, avançou a Rádio Universitária do Minho (RUM).

Segundo o tribunal, não ficou provado que a acção dos alunos provocou a queda daquele muro, conforme defendia o Ministério Público (MP).

Para o MP, “não há dúvida” de que o muro caiu “porque os alunos foram para cima dele”, festejar a vitória numa “guerra de cursos”. “O risco de ruína do muro era notório”, sublinhou o procurador, destacando a “inclinação” que a estrutura apresentava.

Na abertura do debate instrutório, no Tribunal de Braga, aqueles arguidos adiantaram que não se aperceberam do perigo de queda do muro, tendo, por isso, ido para cima do mesmo festejar.

O muro, uma peça de mobiliário urbano que outrora tinha servido para instalação das caixas de correio de um prédio ali situado, caiu e apanhou três estudantes que estavam na base, provocando-lhes a morte.

Os quatro estudantes arguidos confessaram que foram para cima do muro festejar, mas alegaram que não estavam aos saltos.

“Aquilo caiu em poucos segundos, foi tudo muito rápido”, disseram.

Além dos quatro estudantes, também foram constituídos arguidos no processo um engenheiro e um fiscal da Câmara de Braga e o gerente da empresa de condomínios responsável pelo prédio servido por aquelas caixas de correio. Em junho do ano passado, nas alegações finais do debate instrutório, no Tribunal de Braga, o MP considerou que estes não deviam ir a julgamento.

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Braga

Braga: ‘Compraram’ 70 carros gama média/alta pela internet e não pagaram nenhum

Burla de dois milhões de euros

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Foto: DR / Arquivo

Os oito arguidos condenados em abril de 2018 no Tribunal Coletivo de Braga a penas de prisão efetivas, por usarem cheques furtados e assinaturas falsificadas, para enganarem pessoas que punham o carro à venda na internet, recorreram para o Tribunal Constitucional, após o da Relação de Guimarães ter confirmado o acórdão da primeira instância.

O processo envolvia outros 35 arguidos, seis dos quais foram absolvidos e os restantes a penas iguais ou inferiores a cinco anos, que ficaram com a execução suspensa.

Sem pagar

O Tribunal deu como provado que ficavam com os veículos sem os pagar, através de um esquema que partiu de sites de venda na internet, nomeadamente o OLX, Stand Virtual e Custo Justo.

As maiores penas foram para dois arguidos da família Catamba, oriunda do Alentejo, tidos como os cabecilhas do esquema, e que apanharam, respetivamente, 12 e oito anos e dez meses de prisão

As outras penas de prisão efetiva variam entre os oito anos e 10 meses e os cinco anos e três meses.

A alegada burla, atingiu mais de dois milhões de euros. Valor obtido na compra de 70 carros na internet.

De acordo com a acusação, os arguidos abordavam telefonicamente as vítimas, depois de terem visto a foto da viatura nos sites OLX, Stand Virtual e Custo Justo. Que nada têm a ver com os crimes.

O Ministério Público acusou-os dos crimes de associação criminosa, burla qualificada, falsificação de documentos, recetação, posse de arma proibida e condução sem carta.

O esquema partiu do núcleo duro do gangue, cinco arguidos todos familiares entre si, de Braga, mais tarde alargado a outros familiares e amigos, de Gaia, Porto, Guimarães, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Santarém, Abrantes e Rio Maior.

Gama média e alta

Dedicavam-se a carros de gama média e alta, com valores que iam dos 12 aos 85 mil euros.

O MP concluiu que a rede recorria a um casal com aparência normal, que contactava o vendedor e aparecia, depois, para comprar.

A burla era consumada, de preferência, a uma sexta-feira já que os bancos fecham ao fim de semana.

E a operação era feita ou com depósito de um cheque ou com transferência bancária. Em ambos os casos sem que houvesse dinheiro.

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Braga

Braga: Cinemas do Nova Arcada com bilhetes a 2,50 euros

Entre os dias 04 de fevereiro e 27 de março

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Foto: DR / Arquivo

O CinePlace do Nova Arcada, em Braga, vai voltar a oferecer descontos nos bilhetes para as sessões de cinema naquele espaço, anunciou o centro comercial.

Esta campanha promocional decorre entre os dias 04 de fevereiro e 27 de março, com o preço especial a aplicar-se às sessões de cinema realizadas à quinta e sexta-feira.

A administração do Nova Arcada faz notar que é o próprio centro comercial a pagar a diferença no preço dos bilhetes.

Os bilhetes devem ser adquirido entre terça e sexta-feira, nas bilheteiras do CinePlace. existindo limite na oferta.

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Braga

Colisão no centro de Braga faz um ferido encarcerado

Avenida João XXI

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Um homem, com cerca de 70 anos, ficou encarcerado dentro da viatura onde seguia na sequência de uma colisão, ao final da tarde desta quarta-feira, na cidade de Braga.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A vítima seguia na Avenida João XXI quando terá colidido com outro automóvel, não conseguindo sair do carro pelos próprios meios depois do acidente.

Ao que apurámos, uma das duas viaturas não respeitou o sinal luminoso fechado aquando da passagem no cruzamento daquela avenida que liga a rotunda Santos da Cunha à rodovia.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

No local, estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga a efetuar o desencarceramento do homem, que apresentava algumas mazelas, mas nada de muito gravoso.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Uma vez libertado da viatura, a vítima foi transportada para o hospital local pelos Bombeiros Voluntários de Braga.

A PSP de Braga registou a ocorrência.

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