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Braga

Quatro alunos da UMinho acusados de negligência na morte de três colegas ouvem sentença

Num primeiro julgamento foram absolvidos

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Foto: DR

Repetir-se-á absolvição? O Tribunal de Braga procede esta quarta-feira à leitura do acórdão final do julgamento de quatro alunos da Universidade do Minho que haviam sido absolvidos, em 2017, pelo Tribunal de Braga, do crime de homicídio negligente, por terem causado a morte a três colegas em 2014, com a queda de uma estrutura – (tipo muro), que correspondia às antigas caixas de correio de um prédio. O julgamento foi repetido por decisão do Tribunal da Relação de Guimarães.


No primeiro julgamento, o advogado das famílias das vítimas disse que “os principais responsáveis pela tragédia” não foram a julgamento, aludindo ao administrador do condomínio servido por aquelas caixas de correio e um fiscal e um técnico da Câmara”.

No final, o Tribunal decidiu-se pela absolvição, com a convicção de que “ninguém podia prever que o muro ia ruir e matar três estudantes”.

Praxe

Em 23 de abril de 2014, em Gualtar, Braga, numa urbanização próxima do campus da UMinho, e numa ação de praxe, – envolvendo os cursos de Medicina e Engenharia – quatro alunos subiram para a estrutura, sita na via pública. Os colegas falecidos estavam em baixo a participar nos festejos quando a estrutura caiu, esmagando-os.

Os alunos estavam acusados pelo Ministério Público de terem sido os causadores da queda da estrutura de caixas de correio, semelhante a um muro, por se terem posto aos saltos em cima dela, esquecendo-se de que em baixo estavam vários colegas a participar nos festejos.

O Tribunal singular considerou não ter ficado provado que o muro tenha caído exclusivamente pelo facto de os arguidos terem ido para cima dele, lembrando que mesmo os carteiros que a utilizaram alertaram para o perigo de ruína, sem que ninguém tivesse solucionado o problema.

Sublinhou, ainda, que a estrutura não tinha alicerces.

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Braga

Idoso que tinha desaparecido em Vila Verde já foi encontrado

Desaparecimento

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Foto: DR

Já foi encontrado e está bem o idoso de 80 anos que desapareceu ontem à noite, na avenida da Veiga, entre as freguesias de Oleiros e Lage, no concelho de Vila Verde, confirmou O MINHO junto de fonte da família.


Manuel Peixoto terá saído de casa ontem à noite e não voltou a aparecer, levando a que a família já reportasse o seu desaparecimento às autoridades.

O idoso sofre de alzheimer e diabetes, precisando urgentemente de tomar medicação, incluindo insulina.

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Braga

Póvoa de Lanhoso garante meios informáticos a todos alunos

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso (Arquivo)

A câmara da Póvoa de Lanhoso vai apoiar os alunos com equipamento informático e acesso à internet para que” possam acompanhar o ensino à distância”, um investimento superior a 50 mil euros, anunciou hoje a autarquia.


Em comunicado, aquela autarquia explicou que a medida pretende fazer face ao novo modo de ensino determinado pelo Governo face à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Os equipamentos serão cedidos aos alunos a título de empréstimo, sendo que a medida abrange mais de 400 estudantes.

“Todos os graus de ensino, do primeiro ao 12º ano, estão contemplados, pelo que nenhum aluno do concelho deixará de frequentar as aulas neste novo modelo, por não ter computador ou internet”, refere o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva.

Algum deste equipamento (routers, computadores e tablets) já foi entregue ao Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e ao Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso e, “até ao final da semana, todo o processo estará concluído, com a entrega do restante”, garante a autarquia.

No texto, a autarquia salienta que não é da sua responsabilidade fornecer aqueles equipamentos.

“Apesar de não ser nossa competência, a autarquia jamais permitiria que houvesse alunos excluídos por não terem estes meios. A pandemia veio alterar o modelo de Educação e a Autarquia está a fazer a sua parte para que o sucesso escolar dos nossos jovens, de quem depende o nosso futuro, não seja afetado”, aponta.

Portugal regista 735 mortos associados à covid-19 em 20.863 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais 21 mortos (+2,9%) e mais 657 casos de infeção (+3,3%).

Das pessoas infetadas, 1.208 estão hospitalizadas, das quais 215 em unidades de cuidados intensivos, e mantém-se as 610 dadas como curadas.

Portugal cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o decreto presidencial que prolongou a medida até 02 de maio prevê a possibilidade de uma “abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais”.

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Braga

Póvoa de Lanhoso mantém prémio literário com prazos a decorrer até 30 de abril

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso (Arquivo)

O Prémio Literário António Celestino mantém-se a decorrer com o envio de contos a ser possível até 30 de abril, “apesar dos constrangimentos provocados pelo Covid-19”, informou hoje a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.


Em comunicado enviado à Lusa, aquela autarquia, do distrito de Braga, explica que aquele prémio não foi cancelado como os restantes “eventos e iniciativas culturais do município da Póvoa de Lanhoso” e que a organização conta com mais de 30 candidaturas.

No entanto, salienta a autarquia, a data da cerimónia de anúncio do vencedor e entrega do respetivo prémio, mil euros, agendada para junho, será objeto de reagendamento, mediante as diretrizes das entidades competentes e será divulgada pelo município em tempo oportuno.

Em 2019, o júri atribuiu este Prémio a Helena Lima, com o texto “Fêmeas Existências”, sendo que o galardão surgiu em 2017, “inserido no âmbito das comemorações do centenário de nascimento do escritor Povoense António Celestino”.

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