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Região

Proteção Civil corrigiu informação sobre alerta laranja no distrito de Braga – afinal, é alerta amarelo

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Afinal, o distrito de Braga não está em alerta laranja. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) corrigiu a informação inicialmente transmitida às redações e colocou, isso sim, em alerta laranja, o segundo mais grave da escala, o distrito de Aveiro e, ainda, os distritos de Lisboa e Porto, conform já havia dito antes, devido à pandemia covid-19, anunciou hoje a entidade.

Em conferência de imprensa, o comandante nacional da Proteção Civil, Duarte Costa, disse que a decisão de elevar o estado de alerta deve-se ao facto de aqueles distritos serem os que apresentam mais riscos e mais casos de infeções.

A medida, prosseguiu, pretende mitigar os efeitos da pandemia e implica maior prontidão e disponibilidade dos meios da Proteção Civil.

Os restantes distritos, entre os quais Braga e Viana do Castelo, no Minho, continuam em alerta amarelo, o terceiro mais grave da escala.

Na terça-feira, as autoridades já tinham ativado o plano nacional de emergência de proteção civil devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus.

O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, subiu para 2.995 casos em Portugal, mais 633 do que ontem, anunciou esta quarta-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS).

1.517 casos são no Norte do país, 992 na Grande Lisboa e 365 no Centro. Algarve tem 62 casos confirmados, Açores 17 e Madeira 16. O Alentejo regista doze casos. Há ainda 14 portugueses no estrangeiro com confirmação de infeção.

Há 1.591 casos suspeitos que aguardam resultado laboratorial e 22 pacientes dados como curados.

A nível nacional existem 276 casos internados, 61 em estado grave/crítico.

Foram confirmados 43 óbitos, mais 10 do que ontem.

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Alto Minho

Primeiro utente infetado em lar da Misericórdia de Viana do Castelo

Covid-19

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Foto: DR

A provedora da Misericórdia de Viana do Castelo disse hoje à Lusa que um utente com cerca de 90 anos, residente num dos dois lares da instituição, que se escudou a identificar, está infetado com covid-19.

“Temos um caso num dos nossos lares. A situação está controlada. As funcionárias estão em regime de internato. Não queremos identificar o lar em questão, por estarmos a contactar as famílias para as informar da situação sem criarmos alarmismos”, afirmou Luísa Novo Vaz.

Na cidade de Viana do Castelo, a Misericórdia tem os lares de Santiago e de Nossa Senhora da Piedade.

Segundo números adiantados pela provedora da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo, um dos lares acolhe 54 utentes e tem “ao serviço, em regime de internato, seis funcionários, sendo que há trabalhadores em quarentena”.

No outro residem 40 idosos, sendo os funcionários estão a trabalhar, alternadamente, em duas equipas compostas por cerca de 10 a 12 trabalhadores”.

“Está tudo controlado. A Segurança Social vai facultar-nos os recursos humanos e também estamos a contratar pessoal”, referiu

Luísa Novo Vaz adiantou o “despiste de utentes e funcionários já começou e até sexta-feira deverão estar todos os testes realizados”.

“Desde o início de março que ando a pedir junto das autoridades de saúde que os nossos residentes e funcionários fossem testados, mas, como está a acontecer em todo o lado, há muita dificuldade em conseguir testes”, adiantou.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 1,4 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 80 mil.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

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Alto Minho

Centro de rastreio em Viana do Castelo fez mais de 500 testes em nove dias

Covid-19

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Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

O centro de rastreio em regime de ‘Drive Thru’ instalado em Viana do Castelo efetuou, desde 30 de março e até hoje, 531 testes de despiste da covid-19, disse o presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho.

Em declarações à agência Lusa, José Maria Costa congratulou-se com a atividade daquela estrutura, que “realiza, em média, por dia 76 testes”, por “aumentar a capacidade de resposta do distrito de Viana do Castelo no combate à pandemia de covid-19”.

Na capital do Alto Minho, aquela estrutura está montada no parque da Escola Superior de Saúde (ESS) em Viana do Castelo, funciona todos os dias entre as 09:00 e as 17:00, disponibilizando o diagnóstico móvel para a recolha de exames a pacientes referenciados e com prescrição pelo médico de Medicina Geral e Familiar do Centro de Saúde e cujos resultados demoram entre 24 a 48 horas.

“Esta resposta veio minimizar as necessidades de despistagem de covid-19”, destacou.

José Maria Costa, que é também presidente da Câmara de Viana do Castelo, destacou ainda “a entrada em funcionamento de outros dois centros de rastreio no Alto Minho. Na segunda-feira, abriu um ‘Drive Thru’ em Ponte de Lima e, na terça-feira, em Valença”.

“Estes dois centros vão também aumentar a capacidade de despistagem de covid-19 em toda a região do Alto Minho. Estamos satisfeitos porque a sua entrada em funcionamento veio minimizar o impacto da doença e estão a corresponder às expectativas dos autarcas da região”, referiu.

José Maria Costa adiantou que a instalação dos centros de rastreio de Viana do Castelo, Ponte de Lima e Valença resulta de um pedido da CIM do Alto Minho junto do Ministério da Saúde e da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N), em articulação com a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) e o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC).

Nestes centros de modelo ‘Drive Thru’, “os pacientes referenciados deslocam-se dentro do seu veículo ao ponto de recolha sem entrar em contacto com outras pessoas, reduzindo assim o risco de infeção em cada colheita”.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 1,4 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 80 mil.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito na terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

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Alto Minho

Mais 15 ventiladores para Viana do Castelo

Covid-19

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Foto: DR

A Unidade de Saúde do Alto Minho estimou hoje para o final de abril a chegada dos 15 ventiladores que encomendou e apontou para a próxima semana a abertura de nova área para receber doentes com a covid-19.

Contactada pela agência Lusa, fonte do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), adiantou que 10 daqueles equipamentos foram encomendados em meados em março a uma empresa portuguesa, “mas [a encomenda] não chegou”, adiantando que a Liga dos Amigos do Hospital de Viana do Castelo (LAHVC) doou 100 mil euros para ajudar a custear os aparelhos”.

Os restantes cinco ventiladores também deverão chegar ainda este mês, disse.

Sobre a abertura da nova área para receber doentes infetados, prevista para terça-feira no piso de especialidades cirúrgicas, a fonte da administração hospitalar adiantou “estar a ser ultimada a instalação de equipamento, estimando a sua entrada em funcionamento durante a próxima semana” e garantindo “não existir uma necessidade urgente” do novo espaço.

A ULSAM explicou que, no âmbito da pandemia, “foram reavaliados e reorganizados os recursos humanos”, sendo que, “neste momento, apesar de alguns profissionais de saúde estarem ou de baixa ou suspeitos de ter contraído a doença, os funcionários que estão disponíveis asseguram os serviços urgentes de toda a estrutura”.

Também, “no imediato”, a ULSAM garantiu ter os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) “suficientes para salvaguardar a segurança de doentes e dos profissionais de saúde, continuando no mercado a adquirir aquele material, que nunca é demais pela incerteza do comportamento e da duração da pandemia”.

A fonte referiu que “tem sido inúmeras as doações que a ULSAM tem recebido” no âmbito da pandemia de covid-19.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

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