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Presidente da República lamenta morte de João Carvalho, “uma referência na sua área”

Primeiro presidente do IPCA morreu vítima de doença prolongada.

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Foto: Divulgação

O chefe de Estado lamentou hoje a morte do primeiro presidente do Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), João Carvalho, que recordou como “uma referência na sua área de especialidade”, a contabilidade.

Numa nota publicada no ‘site’ da Presidência da República, é referido que Marcelo Rebelo de Sousa apresentou “à família, aos amigos e ao IPCA, as suas sentidas condolências pelo falecimento do Professor Doutor João Carvalho, agradecendo em nome de Portugal o seu contributo académico, científico e de serviço à comunidade”.

“Era justamente considerado uma referência na sua área de especialidade, a contabilidade, ainda que o seu legado mais duradouro será porventura tudo aquilo que fez no IPCA, onde deixa a sua marca e ao qual se dedicou de corpo e alma, transformando-o numa instituição exemplar no Ensino Politécnico em Portugal”, destaca o chefe de Estado.

João Carvalho morreu na quinta-feira, vítima de doença prolongada, anunciou o instituto em nota publicada no seu ‘site’.

Segundo a nota, João Carvalho foi o primeiro diretor da Escola Superior de Gestão do IPCA, em 1996, e presidente da Comissão Instaladora do instituto durante cinco anos.

Foi também o primeiro presidente eleito do IPCA, em 2011, cargo a que renunciou em 2017, por razões de saúde.

Atualmente, exercia funções como membro do Conselho de Curadores da Fundação IPCA.

Desempenhava o cargo de presidente da Assembleia Representativa da Ordem dos Contabilistas Certificados e era membro do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade, tendo coordenado o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses durante 14 anos.

“Doutorado em Contabilidade e investigador em contabilidade pública, com dezenas de artigos e livros publicados, era uma referência no ensino superior politécnico, reconhecido pela sua comunidade académica e científica”, lê-se na nota do IPCA.

O corpo está hoje em câmara ardente na Igreja Paroquial de Real, em Braga, estando o funeral marcado para sábado.

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