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Alto Minho

Pivot da TVI ‘teletransportado’ para Paredes de Coura na primeira transmissão holográfica em Portugal

Vodafone pronta para começar a operar com nova rede 5G assim que for atribuída licença

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Foto: Divulgação / Vodafone

O administrador tecnológico da Vodafone Portugal garantiu hoje que a operadora está pronta para operar com a nova rede 5G assim que for atribuída a licença, o que estima venha a acontecer no primeiro semestre de 2020.

“Estamos prontos assim que for atribuída a licença. Se a licença for no dia X, começamos a operar no dia X”, afirmou à Lusa, João Nascimento, o chief technology officer (CTO) da Vodafone Portugal.

De acordo com aquele responsável da operadora, que falava na praia fluvial do Tabuão, recinto do festival de música de Paredes de Coura, hoje palco da primeira transmissão holográfica 5G em tempo real realizada em Portugal, “nos últimos dois anos, a Vodafone Portugal tem estado a trabalhar afincadamente na preparação da rede 5G”.

“Do ponto de vista de prontidão estamos cada vez mais prontos. A Vodafone demonstrou isso, hoje, aqui, com a primeira transmissão holográfica em Portugal”, disse.

A Vodafone e a TVI realizaram hoje a primeira transmissão holográfica 5G em tempo real. O momento aconteceu durante a emissão em direto do Jornal das 8, quando o pivô José Alberto Carvalho foi “teletransportado” do estúdio da TVI, em Queluz, distrito de Lisboa, através da rede 5G para o recinto do festival Vodafone Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, a mais de 400 quilómetros de distância.

João Nascimento adiantou que a empresa está a “aguardar que o Governo e o regulador deem indicações” sobre o arranque da rede 5G.

“As datas previstas apontam para setembro. Em setembro, o Governo e o regulador darão indicações sobre qual será o calendário 5G. Assim que houver condições do regulador e do Governo estaremos prontos, também, para avançar. Pensamos que isso virá a acontecer no primeiro semestre de 2020”, especificou.

Questionado pela Lusa, o administrador tecnológico da Vodafone Portugal declarou ser “prematuro” avançar com prazos quanto à comercialização de ‘smardtphones’ 5G.

A Vodafone Portugal “tem acesso rápido” a equipamentos e, “quando for necessário” aqueles “estarão prontos, com as marcas tradicionais deste tipo de lançamentos”, assegurou.

“Estamos a falar da Xiaomi, Huawei, Samsung como as marcas preferenciais de lançamento”, referiu.

Para a primeira transmissão holográfica, “a Vodafone contou com 100 MHz de espetro temporário na faixa dos 3,6 GHz, cedido pela Anacom [Autoridade Nacional de Comunicações] e com a tecnologia Ericsson, parceiro estratégico da Vodafone Portugal para o desenvolvimento do 5G”, segundo uma nota de imprensa da empresa

A operação contou com “mais de 60 profissionais de todos os parceiros envolvidos, dois estúdios de televisão, um deles criado na Vila de Paredes de Coura, e perto de uma tonelada de material audiovisual”, acrescenta a mesma nota.

No estúdio da TVI, a imagem do pivô foi captada em alta definição a 60 frames por segundo e transmitida através da rede móvel 5G da Vodafone para o estúdio em Paredes de Coura.

Naquela vila do Alto Minho, “a imagem foi descodificada em 3D para um projetor holográfico e transmitida em direto e de volta para Queluz, para que José Alberto Carvalho conseguisse ver o que se passava no recinto do festival e conduzisse, sem qualquer interrupção de comunicação, o Jornal das 8”, refere ainda a nota.

Em maio, a Vodafone Portugal realizou a primeira sessão mundial 5G em ‘roaming’ com a congénere espanhola.

Dois meses antes, fez uma ligação 5G com recurso a um ‘smartphone’ 5G, sendo também pioneira na colocação de uma antena 5G, no seu edifício-sede, em Lisboa.

A primeira chamada holográfica realizada em Portugal, antecedeu o início da 27.ª edição do festival Vodafone Paredes de Coura.

O evento decorre a partir de quarta-feira e até sábado, com a participação de vários artistas, entre eles, The National, New Order, Patti Smith, Suede, Father John Misty e Car Seat Headrest.

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Viana do Castelo

Viana acolhe 4.ª edição de Festival de Bandas de Gaitas

Na Praça da República

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Foto: Facebook de Banda de Gaitas de Cardielos

A Praça da República, em pleno centro de Viana do Castelo, vai ser palco dia 31 da 4.ª edição do Festival de Bandas de Gaitas, organizado pela Casa do Povo de Cardielos, com o apoio da Câmara local.

O festival está marcado para as 21:30. Antes, cerca das 12:00, está marcado o desfile das bandas participantes pela principal artéria da capital do Alto Minho.

A banda anfitriã, Banda de Gaitas de São Tiago de Cardielos, criada em 2007, é formada por jovens do de Viana do Castelo e da Galiza.

Desde a sua criação que percorre o país e o estrangeiro para animar festas religiosas, concertos e encontros de bandas.

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Viana do Castelo

Cinco feridos em acidente na EN13 em Viana

Colisão entre automóvel e pesado

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Foto: Arquivo

Uma colisão entre um automóvel e um camião provocou, esta quarta-feira, cinco feridos ligeiros, na Estrada Nacional (EN) 13, em Vila Nova de Anha, Viana do Castelo.

De acordo com informação da ANEPC, o alerta foi recebido cerca das 15:42 e no local estiveram 12 operacionais e seis viaturas no socorro.

Os feridos foram transportados para o Hospital de Viana do Castelo.

A circulação numa das faixas daquela estrada ficou condicionada.

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Alto Minho

Vilar de Mouros: Novo palco e mais área de lazer

Festival começa esta quinta-feira

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Foto: Facebook de EDP Vilar de Mouros / Arquivo

O festival de Vilar de Mouros começa, quinta-feira, com novo palco e áreas de lazer alargadas para receber mais pessoas naquela que a organização estima vir a ser “das maiores edições” a que a aldeia de Caminha assistiu.

“Vamos ter um recinto mais alargado, com dois palcos, o EDP e o Meo. O palco Meo vai complementar as atuações do palco EDP. Não vamos ter atuações em simultâneo nos dois, mas sim uma circularidade muito maior no recinto, o que vai criar maior dinâmica no festival”, disse hoje à Lusa Diogo Marques, da organização.

O responsável apontou, entre as novidades da edição 2019, o aumento da área do recinto dos concertos, para os 20.000 metros quadrados e da zona de campismo, para acolher mais mil tendas.

“Estamos a contar receber mais pessoas e, por isso, temos de ter condições de conforto para as receber”, revelando também que, “pela primeira vez, na zona franca, exterior ao recinto, haverá sessões ‘after-rock’ até às 04:00”.

Em 2018, segundo números da organização, mais de 30.000 espetadores marcaram presença nos três dias do festival.

Sobre o cartaz do festival, Diogo Marques disse estar “repleto de reencontros com músicas de outros tempos, que marcaram gerações e também com alguns nomes atuais como Anna Calvi e os Linda Martini”.

“Tentamos com este grande cartaz atrair avós, pais e netos. Estamos a contar com uma pré-venda de bilhetes praticamente com o dobro de pessoas que em edições anteriores. O recinto está praticamente cheio. Nos próximos dias, por norma, vendemos mais bilhetes e podemos esgotar, a qualquer momento, os passes, ou os bilhetes para algum dos dias. Estamos muito próximo disso. Esperamos, se não o maior festival de sempre, uma das grandes edições de Vilar de Mouros”, destacou.

Imagem: Divulgação

O festival começa na quinta-feira e prolonga-se até sábado, com os The Cult a atuarem no primeiro dia, juntamente com os Tape Junk. Os Jarojupe, “a mais antiga banda de rock minhota”, tocam no último dia.

Estes três nomes juntam-se a um cartaz que integra, entre outros, Manic Street Preachers, Anna Calvi, The Offspring, Skunk Anansie, Linda Martini, The Wedding Present, The Sisters Of Mercy, The House Of Love, Gang Of Four e Fischer-Z, repartidos pelos dois palcos.

Segundo a organização, no primeiro dia do festival atuará a Sociedade Musical Banda Lanhelense.

As “zonas de lazer, os balouços sobre o rio Coura, a praia fluvial com Bandeira Azul, as bicicletas gratuitas para passeios entre o recinto do festival e a vila de Caminha melhores acessos para pessoas com mobilidade reduzida” são outras das apostas.

À Lusa, o presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, disse esperar “o maior festival desde o seu último regresso e um dos maiores de sempre”.

“Todos os números que temos – venda de bilhetes, procura de casa para os dias do evento, hotéis cheios, interações nas redes sociais – apontam para a possibilidade de termos três dias de muita música, mas também de muita gente. Se o ritmo de aquisição de bilhetes se mantiver, qualquer um dos dias terá sempre mais público que qualquer dos dias das últimas quatro edições. Vamos encher e já tomamos várias medidas para precaver os desafios que daí resultam”, referiu.

O autarca socialista explicou que o município “investiu mais em infraestruturas”, apontando “a criação do segundo palco, o aumento do parque de campismo, da zona restauração e o reforço da iluminação”.

O primeiro festival de música do país, que ainda hoje goza da fama do “Woodstock” à portuguesa, sofreu um interregno de oito anos, entre 2006 e 2014.

À mítica edição de 1971, lançada pelo médico António Barge, com a presença, entre outros, de Elton John e Manfred Mann, sucederam-se nas últimas décadas avanços e recuos na organização do evento que ressurgiu em 2016.

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