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Braga

“Old School Ford” participa no Campeonato Historic Endurance

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O projeto desportivo “Old School Ford” participará no Campeonato Historic Endurance, com a dupla de pilotos Ricardo Gomes e Daniel Esteves, marcando presença no próximo Circuito de Braga, Rampa Internacional da Falperra e no Circuito de Jarama, em Madrid.

Segundo os seus dois mentores, Ricardo Gomes e Daniel Esteves, este projeto desportivo visa “participar em alguns dos mais evocativos circuitos ibéricos, desde Braga ao Estoril, passando por Portimão, mas também para já pela mítica Rampa Internacional da Falperra.

O gosto pelos automóveis em geral e por clássicos em particular levaram Ricardo Gomes e Daniel Esteves a lançar este projeto numa região com fortes tradições automobilísticas, em que os dois carros da equipa, um Ford Escort MK1 e um Ford Escort MK2, divulgarão a modalidade, beneficiando da experiência e entusiasmo de ambos os pilotos bracarenses.

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

A apresentação desta equipa bracarense decorreu este sábado, nas instalações da empresa mecenas, a Acrescentar SA, na Urbanização da Quinta do Lago, em Real, Braga, com os outros patrocinadores, nomeadamente a Nortempresa – Perfumes Lab e a Promo Brinde.

O chefe de equipa é António Tinoco e o engenheiro de pista Rui Mota, que a par dos dois referidos pilotos bracarenses, posaram este sábado com José Pedro Ferreira, da Acrescentar SA.

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Braga

Theatro Circo passa a gerir espaços culturais em Braga

Proposta vai à reunião pública do Executivo Municipal.

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Foto: Sérgio Freitas / CM Braga / Arquivo

Uma alteração aos estatutos vai permitir ao Theatro Circo de Braga, “numa ótica de racionalização de recursos e potenciando as competências adquiridas”, a coordenação dos espaços e das atividades culturais do concelho.

A proposta de alteração, que é debatida esta segunda-feira em reunião de Câmara, dá-lhe como objetivos os de “assegurar a programação artística e cultural e a gestão geral e exploração e coordenação dos espaços próprios e dos equipamentos municipais que, a cada momento, lhe estiverem afetos”

O organismo vai, ainda, “assegurar a programação, produção e supervisão das atividades e eventos de cariz artístico e cultural que se enquadrem no âmbito das opções de dinamização cultural e apoio às artes definidas pelo Municipio”.

A reunião pública do Executivo Municipal, que tem lugar pelas 09:30, no gnration, analisa, também, entre outros assuntos, os contratos programa para o exercício de 2019 das Empresas Municipais TUB, BragaHabit e InvestBraga, contratos interadministrativos de delegação de competências a diversas freguesias e a atribuição de apoios financeiros e subsídios a diversas entidades e freguesias.

Experiência

O alargamento das atribuições de gestão do Theatro leva em consideração “a experiência acumulada de vários anos na gestão e programação artística da principal estrutura cultural de Braga, a qual tem vindo a ocupar um papel relevante no planeamento e implementação de alguns projetos estratégicos da cidade”.

Esta empresa municipal – diz a proposta – “foi responsável pelo processo de integração de Braga na Rede de Cidades Criativas da UNESCO e, mais recentemente, assumiu a coordenação do desenvolvimento das ações preparatórias para a apresentação da candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027, nomeadamente, a estruturação da Estratégia Cultural de Braga para o período 2020-2030”.

Paralelamente, “coordena todos anos, em conjunto com a administração do gnration, o planeamento, produção e execução do evento Noite Branca, com mais de 90 atividades no espaço público”.

Apoia também o desenvolvimento de alguns projetos comuns aos espaço do Theatro Circo e gnration, procurando uma maior interação e equilíbrio na oferta cultural deste equipamentos.

Quer para estes projetos comuns, quer para outras atividades, o Theatro Circo presta também serviços a outras entidades culturais e ao Município, como o apoio à produção e a cedência de assistentes de sala.

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Braga

Tribunal julga ação em que Theatro Circo pede 16 mil euros ao Município de Coimbra

Por não ter pago a sua metade do cachet de uma artista franco-israelita.

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal Cível de Braga começa, esta semana, o julgamento de uma ação em que o Theatro Circo de Braga exige 16 mil euros em Tribunal à
Câmara Municipal de Coimbra alegando que não pagou metade do cachet da vinda a Portugal da cantora franco-israelitaYael Naim.

A administradora da empresa municipal bracarense, Claúdia Leite justifica a ação, explicando que foi combinado com os responsáveis do Convento de São Francisco – a instituição congénere da cidade do Mondego – que os encargos seriam a meias, atuando a artista a 27 de janeiro de 2017, em Coimbra, e, no dia seguinte, em Braga.

A responsável adianta que, e como já tinha sucedido com a vinda de uma companhia de dança chinesa às duas cidades, seria o Theatro, por razões de “facilidade burocrática”, a pagar a despesa, ficando o Convento de assumir a sua metade.

Uma semana antes da data agendada, o Convento – acrescenta – pediu ao Theatro que o concerto fosse adiado: “a cantora respondeu-me que tal não era possível porque era a sua última digressão, já que estava com gravidez adiantada. E não quis cancelar o contrato para os dois espetáculos que estavam já anunciados nos media e nas redes sociais”.

Yael Naim, nascida em Marrocos, autora do hit “New Soul”, atuou em Braga, como previsto. De seguida, e “nos termos acordados”, o Theatro
bracarense pediu ao Município de Coimbra que assumisse a sua parte, nunca tendo conseguido falar com o seu Presidente, nem obtido resposta
aos e-mail’s e ofícios que entretanto enviou.

“Não entendo este comportamento atendendo a que somos duas entidades que prestam serviço
público e têm os correspondentes deveres”, lamenta.

A Câmara de Coimbra que não se quis pronunciar. O Tribunal marcou, entretanto, uma audiência prévia para tentar que as partes se entendessem, mas tal não sucedeu.

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Braga

António Variações homenageado e recordado por admiradores em missas em Braga

em

António Variações foi esta semana recordado em várias missas, não só em Fiscal, Amares, sua terra natal, como em Braga e Lisboa, estando previstas mais cerimónias religiosas, mas o coordenador da Comissão Promotora da Homenagem ao cantor e cabeleireiro, Carlos Dobreira, revelou mais novidades a O MINHO.

Entre as várias iniciativas avultam o pedido de condecoração póstuma, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, bem como a atribuição do seu nome a uma rua ou avenida da cidade de Braga.

Foto: O MINHO

António Joaquim Rodrigues Ribeiro, nascido a 03 de dezembro de 1944, em Pilar, Fiscal, freguesia do concelho de Amares, no distrito de Braga, tinha “várias letras e músicas de raiz cristã, dada a sua religiosidade”, salientou Carlos Dobreira, que coordena um grupo heterogéneo de admiradores do cantor António Variações, constituído por personalidades de vários pontos do país e do estrangeiro.

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